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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Renato Cajá brilhante no clássico do Rio, como em seus tempos de Ponte









A fantástica atuação de Renato Cajá no grande clássico entre Botafogo e Fluminense, ontem no Engenhão, com um gol, duas bolas no travessão e uma assistência o coroou com um turbilhão de elogios, inclusive de seu técnico, Joel Santana.

Sua exibição lembrou seu melhor momento da carreira, em 2008, quando foi o astro daquela Ponte Preta vice-campeã paulista, que ainda tinha Elias, Danilo Neco e Aranha. O meia-atacante, em sua rápida passagem, marcou 15 gols, alguns deles na Série B do Brasileirão, e virou ídolo.

Pelo Boafogo, foram 4 gols desde o ano passado. Seu melhor jogo até então fora na segunda rodada do Brasileiro 2010, quando entrou no segundo tempo e deu a vitória de virada aos alvinegros por 2 x 1 sobre o São Paulo, no Morumbi.
Mas depois do que protagonizou no clássico só tende a melhorar, ganhar confiança e poder ajudar o Botafogo em uma hipotética sem-final de Taça Guanabara contra Resende, Nova Iguaçu ou Boavista, em um duelo teoricamente baba, alcançado graças a sua coadjuvante competência.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O coadjuvante Ceará que vem dando trabalho em casa













Magno Alves e Geraldo não é a dupla de ataque que todo time sonha nos dias de hoje. Mas juntos acumulam 13 gols pelo Ceará. Magno fez, de 7, 5 nos últimos 5 jogos. Geraldo começou a marcar desde o comecinho do campeonato, tem 6, mas é importantíssimo, pois se compensa com assistências. Quase a metade de tentos que o time cearense fez no Brasileiro foram dos dois avantes, também devido ao time ter o segundo pior ataque da competição, com 33 gols, somente na frente do Guarani, que tem 31 e não marca há seis partidas.

Em compensação, sua defesa, para os padrões normais, é consistente e só vazou 40 vezes, menos do que, por exemplo, Santos, Grêmio e São Paulo.

Boiadeiro, lateral-direito ofensivo, não tem cacoete para marcação, por isso o técnico Dimas Filgueiras deixa sua compacta linha de três homens atrás, Diego Sacomã Fabrício e Anderson, este pela esquerda, com um pouco mais a frente Careca, que recebe cobertura de um destes três homens, quando sai para marcar o armador ou o motorzinho da equipe adversária. Característica que coube a Jóbson, perseguido pelo setor esquerdo por Careca e Anderson. A marcação dobrada deu efeito e o Ceará praticamente o anulou em suas arrancada pela ponta, ontem no jogo Ceará 2 x 2 Botafogo, no Castelão.

Castelão que vem sendo o trunfo do Vovô no campeonato. Por lá, foram 9 vitórias, 8 empates e apenas 1 derrota, para o Vasco, em sua melhor fase no Brasileirão, a do finzinho do primeiro turno. Como mandante, só tem campanha pior que Fluminense, Corinthians e Crzueiro, nada mais nada menos que os três primeiros colocados.
O coadjuvante dos coadjuvantes deste cameponato mostra suas cartas, causa dificuldade e garante vaga na Sulamericana do ano que vem.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Palmeiras não vence Botafogo e Flu não assumia a liderança desde 2006









O Botafogo não trama jogadas, alça bolas na área para o cabeceio. A estratégia vem dando certo, deu no Carioca e deu na partida contra o Palmeiras, cujo empate não favoreceu ninguém. É preciso também ressaltar que o Palmeiras só fez dois a zero em gols de bola parada e contra-ataques. Há a dificuldade em marcar quando é preciso atacar. Como há também dificuldade de matar um jogo sem que seja sufocado e...... e de vencer o Botafogo. Desde 2006, não ocorre vitória alvi-verde, ou melhor, há 7 partidas. Na ocasião, o Palmeiras era sério candidato ao rebaixamento, brigava com Santa Cruz, Ponte Preta, Fortaleza, São Caetano, Juventude e Fluminense. Conseguiu no Parque Antárctica, em novembro, na trigésima quinta rodada, derrotar, por 2 x 1, gols de Edmundo e Enílton, a equipe carioca. De lá para cá, 3 derrotas e 4 empates.











O ano de 2006 também é lembrado pelo Fluminense. O time, que assumiu a liderança do Brasileiro ontem, vencendo o Cruzeiro, não sabia o que era ser líder desde a oitava rodada do Brasileirão de 2006, quando venceu o Flamengo no Maracanã e assumiu o primeiro lugar, deixando para trás equipes que brigariam mais tarde pelo título, como São Paulo, Internacional, Grêmio, Santos e Vasco.
Mas a mamata iria acabar na rodada seguinte. No fim, o Flu nem para sul-americana conseguiu ir, ficando na frente apenas de Palmeiras e dos 4 últimos.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Joel Santana vira preferido na Gávea, mas nega contato

















Patrícia Amorim tem como nome predileto Joel Santana, mas, diferentemente do que acontecera com Celso Roth, o contato ainda é lenda. Pelo menos foi o que disse Joel na tarde de hoje, cauteloso, sem deixar rastros em sua entrevista, não tomando conhecimento de proposta alguma: "Ainda conversarei com meu procurador e, claro, com o Botafogo. A princípio não sei de nada".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Andrade e Bráz dependem do critério de Patrícia Amorim







Não adianta demitir Andrade se a bagunça interna no Flamengo continuar. Patrícia Amorim sabe disso, mas pode ser um risco deixar tudo com está e as vitórias não virem, assim como a classificação na Libertadores, na mesma intensidade que foi a derrota na Taça Rio ante o Botafogo. De qualquer modo, Andrade está ameaçado, bem como o vice Marcos Bráz.
Procede que Celso Roth, cotado, chegue, muito por causa do laço de amizade com Bráz. A esperança de ter Joel, outro cotado, depende da cláusula que o treinador tem para deixar o Botafogo sem ônus. Do mesmo jeito que Eduardo Moraes, que já atuou na gestão de Hélio Paulo Ferraz, possa assumir a vice-presidência, na hipotética queda de Bráz. Apenas hipotética, pois o critério de Patrícia pode ser outro em relação ao rumo da vida rubro-negra.

domingo, 18 de abril de 2010

Bruno já viveu o que vive Jéfferson, quanto a pênaltis












No Brasileiro do ano passado, Bruno, goleiro do Flamengo, defendeu 3 pênaltis consecutivos na reta final do torneio, dois contra o Santos -- cobrados por Kléber Pereira e Ganso -- e um contra o Botafogo, no Engenhão -- cobrado por Lúcio Flávio --, ambos em vitórias magras flamenguistas.
Quem também não se lembra daquela incrível sequência de pênaltis defendidos por Dida, quando do Corinthians, entre 1999 e 2000: contra o Guarani, nas quartas da Copa do Brasil, dia 24 de novembro de 99, perdido por Marcelo Souza e contra o São Paulo, já nas semi-finais, em 28 de novembro, quando Raí desperdiçou duas penalidades. Em 7 de janeiro de 2000, contra o Real Madrid, o arqueiro voltou a defender, a vítima foi Anelka, nos 2 a 2 que classificaria o alvinegro para a decisão contra o Vasco -- em um Mundial em que o campeão não conquistou uma vitória sequer.
Atualmente, quem vive fase parecida é Jéfferson, do Botafogo. Nas últimas 6 partidas, 4 pênaltis foram assinalados: a bola não entrou em nenhuma delas. Hoje, tivemos um exemplo claro envolvendo-o, na decisão do Carioca. Abreu e Herrera, de pênalti, marcaram contra Bruno, o ex-santo, enquanto Adriano parou na 'muralha' botafoguense.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A demissão de Estevam ou a contratação de Joel? O que foi mais importante?








A maioria diz que Joel Santana ressuscitou o Botafogo. Realmante isso aconteceu: vitórias sobre o Tigres, América, Madureira, Resende, Flamengo e Vasco fizeram o time alvinegro bicampeão da Taça Guanabara.
Mas será que a saída de Estevam Soares não foi o portal para a desordenada subida do clube? A marcação melhorou, a defesa se acertou e a pressão diminuiu.
De azarão o Botafogo se tornou o inédito campeão.
E você, referente ao título do post, o que acha? Deixe sua opinião.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Botafogo encerra jejum em jogos importantes







O Botafogo, diferente do costume, jogou bem um clássico.
Marcou bem Adriano e Vágner Love, apesar de ter deixado frestas no primeiro tempo, pela direita, na ultrapassagem de Vinicius Pacheco no gol. No entanto, podemos dizer que foi melhor que o Flamengo, e que as sacadas de Joel foram mais eficientes do que as de Andrade.
O clássico simbolizou também o fim do jejum botafoguense em jogos importantes e decisivos, que já era de 9 partidas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Fla defende 9 jogos importantes, contra o Botafogo, de invencibilidade







A última derrota do Flamengo para o Botafogo, em jogos decisivos do Campeonato Carioca, foi em 13 de abril de 2008, em uma semi-final de Taça-Rio. Na ocasião, o time alvinegro passeou e aplicou um 3 a 0 no Maracanã, gols de Lúcio Flávio, Wellington Paulista e Alessandro.
De lá pra cá, o Flamengo iniciou sua hegemonia em jogos importantes do Cariocão.
Na finalíssima de 2008, o time venceu na ida por 1 a 0 e na volta por 3 a 1, conquistando o título daquele ano; na final da Taça Rio de 2009 outro 1 a 0, só que no Engenhão, além de dois 2 a 2 seguidos na final deste mesmo ano, quando, por 4 a 2, venceu nos pênaltis e conseguiu o tri.
A saber, pelo Brasileirão, o Flamengo também defende um tabu. Nas 2 últimas edições, 2 vitórias e 2 empates.
Somando todos esses jogos de invencibilidade rubro-negra são 5 vitórias e 4 empates.
Invencibilidade que o Botafogo quer encerrar hoje á noite.

domingo, 31 de janeiro de 2010

O sofrimento do Botafogo. E os problemões que Joel terá








Joel Santana parece ter sido a melhor escolha. Parece, porque tem o carinho da torcida que Estevam não tinha. O que é fundamental. Mas desabafou: "Não sou perfeito".
E não é mesmo -- mesmo tendo falhado no 3-5-2. As tremendas confusões na defesa -- e que numa dessas o primeiro gol do América saiu, não há quem possa ser culpado. É o primeiro alerta. O segundo é a gigantesca deficiência para criar chances, e marcar gols. Abreu e Herrera eram os símbolos do ataque. Mas, quando o oportunismo desaparece, o desconhecido decide. Caio, que, se aproveitando da fragilidade do América na defesa, levou do meio-campo à quase a pequena área, marcou um golaço. O da vitória, 2 a 1, sofrida.
Num Engenhão com míseros 5.816 pagantes.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Um planejamento que foi por água abaixo depois da demissão de Estevam








Ou você demite Estevam ao final do Brasileirão, ou espera para ver o resultado final desenvolvido ao longo da Taça Guanabara, ou da Taça Rio. Um planejamento caiu de caduco depois daqueles históricos 6 a 0, que foram interpretados pela diretoria botafoguense de forma errada. De que alguém deveria ser crucificado. No caso, o técnico. Um erro que virou moda.
Joel Santana provavelmente virá. Mas a questão técnico, é claro que vem ao caso, mas não é a ser discutida. O elenco é que precisa de reforços. Falta um armador, faltam zagueiros, faltam alas.
Do jeito que está não será á toa se o Botafogo tender a cair de produção nos campeonatos que disputar.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A noite de Dodô e da saudade dos botafoguenses









O Botafogo viveu uma noite infeliz, para se esquecer. E Dodô para se relembrar. Mas o incrível mesmo, é que depois dos 6 a 0, o jogador ainda é disparadamente ídolo do Bota. Não pelo fato de que seu último hat-trick tenha sido justamente contra o Vasco, pelo Botafogo, em 2006. Nem pelo mal sucedido envolvimento com doping em 2007. Mas pelo fato de que ele, mesmo depois de passar por 12 clubes, tenha feito seu maior número de gols e jogado seu maior número de jogos exatamente na equipe de General Severiano. São 41 gols distribuídos em 80 partidas por lá.

Outra peculiaridade de Dodô é que está a 2 clubes de se tornar um atleta com atuações nos 4 grandes de São Paulo e nos 4 grandes do Rio. Faltando apenas jogar no Corinthians e no Flamengo. Assim como é o caso de Léo Lima, só que faltando-lhe Corinthians e Botafogo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jóbson não escapa, e pega correto gancho pelo bobagem que cometeu







Jóbson admite que usou drogas por 2 anos. Tempo que pegou de gancho, de partidas profissionais. O STJD foi acertado em sua decisão. Infelizmente, a irresponsabilidade, como a de Jóbson, tem consequências negativas(e no futebol não há excessão), como a tomada. Se não usasse crack, como, sem pensar, usou, seria um atleta promíscuo, correto, e o mais importante, repeitado. No Brasil, a imprensa pega muito pesado. Um ato ligeiro e impensável é fatal. Jóbson errou, e errou feio. Pesou para Botafogo e, principalmente para o Brasiliense, que passou a mão em sua cabeça, e não o educou corretamente para uma vida toda como futebolista.

Há quem o perdoe, mas também há quem faça o contrário.

domingo, 13 de setembro de 2009

Ironia no Engenhão

Torcedores do Botafogo levaram uma faixa curiosa para o clássico contra o Fluminense, na noite deste domingo, no Engenhão. Eles se inspiraram em um desenho animado para brincar com o mau momento vivido pelo atacante Fred. Maior contratação do Fluminense para a temporada, o jogador segue se tratando do problema muscular na coxa, que sofreu na partida contra o Atlético-MG, no dia 23 de julho

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Adeus Ney Franco, Adeus Carpegiani!!!!

Vitória: 4 jogos sem vitória
Botafogo: 2 jogos sem vitória
Parece que a situação dos 2 times não é tão ruim. Porém é o bastante para Ney Franco e Paulo César Carpegiani perderem o emprego.
Pelo lado do Vitória derrotas em casa e 2 goleadas sofridas consecutivamnte, fora de casa, ambas por 4 a o, aplicadas por Avaí e Barueri.
Pelo Botafogo, vitórias só no sufoco ou no finalzinho. Às vezes vacilos fora de planos, principalmente em casa.
Nos planos rubro-negros, Vágner Mancini é o nome mais provável. Pelo Alvi-negro, René Simões, também demitido neste final de semana é um dos nomes falados mais pela imprensa do que pela própria diretoria do Bota. Mas não deixa de ser um cogitado.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

André Lima demonstra "cara de pau" diante de árbitro

No último jogo do Botafogo, no Engenhão contra o Barueri, o atacante André Lima que estava pendurado confessou que pediu uma ajudinha ao juíz Arílson Bispo da Anunciação para que não fosse advertido, pois seu próximo jogo iria ser contra o São Paulo, time que usou-o como motivo de piada."Cheguei para ele e pedi para que me ajudasse. Disse: 'professor, me ajuda porque estou com dois amarelos e o próximo jogo é muito importante para mim, é contra meu ex-clube'. E ele me disse: 'fica tranquilo porque eu vou te ajudar", contou o atacante. Porém, em um lance de dividida o atacante colocou a mão na bola e tomou o tal cartão."No lance, eu fui empurrado e aí a bola bateu na minha mão, mas ele me deu amarelo. Eu disse: 'você está me tirando do jogo mais importante da minha vida'", lamentou o jogador, que aguardava com ansiedade a 17ª rodada do Brasileirão.

É, essas coisas também acontecem no futebol. Não é bem cara de pau, mas é motivo de uma vergonha, só que diferente das outras.

Moral da história: Não aguarde tanto um momento, se este poderá de alguma maneira, não ser vivido.