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terça-feira, 19 de julho de 2011

Próximos amistosos podem ajudar, mas também atrapalhar seleção brasileira











O Brasil jogou melhor que o Paraguai, em La Plata. Mas foi um desastre total nas cobranças de pênalti, onde a condição do campo não foi a única culpada, mas, sim, o nervosismo e a falta de esperteza dos 4 trágicos cobradores.
Pois bem, a Copa América agora é passado, mas os problemas da era Mano Menezes seguem. Falta o matador, o lateral-esquerdo, bons volantes, um banco de reservas à altura e a maturidade para encarar uma decisão.

Nos próximos meses, o Brasil jogará em sequência três amistosos: contra Alemanha, Espanha e Argentina(novamente). Sim, partidas de peso como essas fazem com que o Brasil não se iluda e ainda ajudam para a formação de um time sólido e eficaz à próxima Copa do Mundo.
Mesmo assim, após uma dolorida eliminação na Copa América como essa, eventuais derrotas para as seleções alemã, espanhola e argentina(pela segunda vez) não serviriam nenhum pouco para cicatrizar a ferida criada, mas sim para abrí-la ainda mais.
Apesar de eu ser contra amistosos diante de Qatar, Tanzânia, Sri Lanka, com os quais ninguém ganha nada, a não ser dinheiro, nesse momento delicado, ainda mais levando em conta uma seleção jovem, em formação, onde o lado psicológico tem importância, talvez seria bom à seleção encarar equipes não tão fortes, mas também não tão fracas, como por exemplo Noruega, Irlanda, Suíça, Dinamarca, Coreia do Sul, Austrália, México, Nigéria, Gana, e por aí vai.

É óbvio que vitórias nesses amistosos já programados ajudariam muito ao Brasil, porém derrotas significariam passos para trás. É o perigo a que o Brasil está exposto.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Preocupa o declínio da paixão do brasileiro pela seleção











O torcedor brasileiro gosta da seleção brasileira, disso ninguém duvida. Porém, está cada vez mais insustentável ter aquela vontade de outros anos em torcer e sofrer pelo Brasil, pois os escândalos que tomam conta dos noticiários do mundo inteiro envolvendo o dinossauro Ricardo Teixeira e outros membros da CBF, reinado do mal que se iniciou desde os tempos de João Havelange, fazem com que a paixão de muitos pela seleção entre em decadência, tornando-se até certo ponto nojenta.

Muitos julgam que deve haver separação entre as maracutaias de Ricardo e Teixeira e cia. e o time brasileiro. Mas não precisa ter muita ética e bom senso para concluir que isso é quase impossível.

Em meio a uma Copa América complicada e a um processo de renovação com o decepcionante(por enquanto)Mano Menezes, quem tem gosto e simpatia por futebol ou por alguma equipe, está indignado de em pleno final ou meio de semana não assistir a uma peleja de seu time do coração, justamente porque tem jogo da seleção, muitas vezes de baixo nível técnico, apesar de craques em campo.

E mais, santistas, são-paulinos, fluminenses, querem mais que o Brasil se dane e seja eliminado o mais rápido possível da competição, pela volta de ícones como Ganso, Neymar, Lucas, Elano, Fred, a seus respectivos clubes, por estarem fazendo falta no Campeonato Brasileiro. Desta vez, a culpa é da incompetente CBF que, em meio a este problema, fica intacta e manca com equipes que cedem atletas à seleção, já que não paralisa o Brasileirão com se deveria, como foi feito no ano ano passado, em razão da Copa do Mundo.












Ruim mesmo é que daqui 3 anos teremos Copa por aqui, não me perguntem como, pois é mais fácil tartarugas chegarem sozinhas a Júpiter do que os estádios a serem construídos e a passarem por super-reformas saiam do papel.

E, de fato, imagine como será ruim para a seleção brasileira contar com torcedores que mais desejam a saída de Ricardo Teixeira do poder a um título mundial.

O pior mesmo é aturar emissoras cujos funcionários torcem assíduamente no ar como se nada estivesse acontecendo, obviamente por possuir alianças nada positivas nos bastidores. E são esses mesmo funcionários, muitos deles jornalistas, que ao invés de darem informações com credibilidade, função básica para quem quer exercer essas profissão, secam e apoiam quem mais lhes interessarem de forma pífia. Um truque para fazer com que a torcida não perca a vontade de torcer, porém, que acaba por distanciar essa ideia daqueles torcedores sintonizados na verdadeira realidade do futebol brasileiro, um relaxo imbatível.

sábado, 2 de julho de 2011

Mancadas de Mano e Batista no mês da paciência



A Argentina segue tendo técnicos cujas convocações não agradam aos torcedores ou não são viáveis para disputar torneios como a Copa América, extremamente diferente de amistosos onde se visam testar atletas. A Copa América, porém, deveria ser um recinto de testes, muito porque precede os Mundiais e com muitos times buscando novos valores. A competição, no entanto, é uma panela de pressão e serve para balançar qualquer técnico que ousar decepcionar. O técnico Sergio Batista, no entanto, não colabora mesmo. Gabriel Milito é reserva no Barcelona e não é um exímio zagueiro, Banega não está à altura do que uma seleção argentina representa e Lavezzi, em minha opinião, é bom para consumo do Napoli, onde é idolatrado, enão para aguentar a pressão que recebe e receberá nas circunstâncias atuais da pressionada Argentina, virgem de um título há 18 anos. E Sergio Aguero no banco é para se chorar tanto quanto a aparência de que a Argentina é formada por vários craques e não é ainda realmente um time, como não conseguiu ser também nos tempos de Maradona.



Quanto ao Brasil, a história é a mesma, mas ainda há o quesito renovação para se usar como desculpa. Mesmo assim, o perigo ronda sobre a seleção e Mano Menezes deve estar ciente disso. Além disso, o professor gaúcho não pode se dar ao luxo de decepcionar como decepciona em suas convocações. Fred, vaiado em seu último jogo pelo Fluminense, contra o Bahia, pode ser útil, mas poderia ter ficado de fora. André Santos não joga mais o que jogava no Coritnhians e intercala boas e más atuações no Fenerbahce, e olha que a qualidade do futebol turco não está lá essas coisas. Mano tem de deixar de lado o "amiguismo", visível nas insistentes convocações do deficiente em vários aspectos lateral-esquerdo citado e de Elias, do Atlético de Madrid, prestativos demais ao Corinthians nos tempos em que era técnico do alvinegro. Há opções mais viáveis se pararmos para pensar, e a mesma coisa serve para a seleção argentina.
Ao que também me parece, a torcida já perdeu a paciência com Robinho e as firulas das joias ofensivas, especialmente no que se refere a Neymar, sem muita objetividade em suas exibições com a amarelinha. O que mais falta é gol(só isso?), escassos na era Mano, que já completará 1 ano de seleção no final do mês. Podendo estar balançando.

Paciência é a palavra mais usada neste mês de Copa América. Começar a montar realmente um time em sua duração é o que mais vale, mas dependendo do resultado dentro do torneio, Batista e Mano terão que conviver com mais um problema: o de estar na forca.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Thiago Motta e Marquinhos: moda de tentar a sorte em outras seleções









O portal da Folha, designado pelo jornalista Rodrigo Bueno, publicou hoje uma matéria, baseado na liberação da FIFA ao meia da Internazionale, Thiago Mota, poder jogar com a camisa da seleção italiana o amistoso contra a Alemanha, mesmo depois de ter atuado pel Brasil na Copa Ouro de 2003, com uma lista de 89 brasileiros que já atuaram ou atuam em seleções que não a brasileira, já incluindo Thiago. A lista você pode conferir abaixo(clique na tabela para poder visualizar melhor).












Veio-me ligeiramente a mente, depois de ver o levantamento da Folha, que o nonagésimo da lista tende a ser o meia Marquinhos, do CSKA Sofia, ex-América-MG, que tem em seus planos se naturalizar búlgaro e defender a seleção da Bulgária, pois vem tendo atuações boas no torneio nacional -- seu CSKA líder -- a ponto de agradar o técnico da seleção local, o ex-jogador alemão Lothar Matthäus, que já sinalizou para sua possível convocação aos próximos amistosos.























sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Porto aumenta sua colônia sul-americana com a contratação de Iturbe












"O segredo é a alma do negócio". Foi a frase do olheiro do Porto, Adimar Lopes, presente no Peru para acompanhar o Sul-Americano sub-20, em relação às promessa da competição.
E foi sigilosamente que Juan Manuel Iturbe, de 17 anos, um dos destaques da Argentina na competição, aclamado como o 'novo Messi'(sempre essa história!) acabou, com menos de 3 dias de torneio, sendo contratado pelo Porto para a próxima temporada.

Há menos de 4 dias, previa e apostava minhas fichas que algum atleta sairia do Peru já com contrato com algum clube da Europa. Só não esperava ser tão rápido assim.

Dessa maneira, Iturbe, revelado pelo Cerro Porteño e hoje do Quilmes-ARG, juntará-se com mais 14 jogadores sul-americanos no clube de Portugal, quase todos tirados de seus respectivos países logo cedo, quando começavam a ganhar visiblidade internacional: Hélton(goleiro-Brasil), Maicon(zagueiro-Brasil), Álvaro Pereira(lateral-Uruguai), Fucile(lateral-Uruguai), Otamendi(zagueiro-Argentina), Guarín(meia-Colômbia), Belluschi(meia-Argentina), James(meia-Colômbia), Souza(meia-Brasil), Fernando(meia-Brasil), Falcao(atacante-Argentina), Cristian Rodríguez(atacante-Uruguai), Hulk(atacante-Brasil) e Walter(atacante-Brasil).

Os olheiros continuam nas tribunas de honra dos estádios peruanos. Dão realmente o tom da competição e, de certam forma, causam um ligeiro nervosismo aos jovens prodígios, o que ainda acontece com a seleção brasileira.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Vitória sobre Ucrânia faz Mano Menezes alcançar marca









O Brasil da era Mano Menezes venceu os EUA, 2 x 0, o Irã, 3 x 0 e a Ucrânia, 2 x 0.
Três vitórias em três jogos. O que não ocorria desde 1990, quando Carlos Alberto Parreira estreou vencendo a Iugoslávia por 3 x 1, a Tchecoslováquia por 2 x 1 e depois os EUA por 3 x 0.
O técnico ainda venceria sua quarta seguida, marca que Mano poderá alcançar no mês que vem, no duelo diante da Argentina, em Doha, no Qatar.

sábado, 31 de julho de 2010

Depois de 34 anos, Copa Roca está de volta




Jogadores brasileiros e argentinos perfilados em um jogo da Copa Roca, em 1940





Em acordo selado pela CBF e pela AFA, a Copa Roca, disputada entre 1914 e 1976, cuja taça era inicialmente oferecida pelo presidente argentino General Julio Roca, irá voltar a ser disputada pela seleção brasileira, que tem 8 títulos, e argentina, que tem 4, em jogos de ida e volta, em 2011. A iniciativa de ressuscitar o torneio tem grande origem proveniente dos cartolas da CBF, para a seleção brasileira ter dois testes a mais direcionados à tentativa de formar um time decente nestes 4 anos, antecedendo a Copa de 2014, já que o Brasil não terá as Eliminatórias.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mudanças e permanências na comissão técnica da seleção









A comissão técnica de uma seleção tem méritos nas vitórias e culpa nas derrotas. É fato.
Mano Menezes, dos que foram à África, só pediu a reintegração do médico José Luiz Runco, médico do Flamengo e ex-ortopedista particular de Ricardo Teixeira, que teve um dedinho de colaboração para re-promover Runco, integrante da comissão técnica da seleção desde 1998. Teixeira também contratou o diretor de futebol do Atlético-MG, Eduardo Maluf, para ser diretor técnico e auxiliar de Mano na construção de um time para a Olimpíada e para a própria Copa. Tem gente que não está botando fé.

Para prepador de goleiros, um velho conhecido de Mano Menezes, Francisco Cersósimo, do Grêmio, com quem o técnico da seleção trabalhou entre 2005 e 2007. Houve também convite para Carlinhos Neves, que já aceitou dividir o São Paulo com a seleção na função de preparador físico. Carlinhos é amigo de Mano Menezes, mesmo sem nunca terem trabalhado juntos. Outro que terá essa função e também, a pedido de Mano, foi trazido é Fábio Mahseredjian, do Internacional, competente e que aparentemente tem perfil, caráter e personalidade parecidos com o de Mano. Aparece como bom nome. E não poderia faltar o amicíssimo do treinador, o auxiliar-técnico, o novo Jorginho, Sidnei Lobo, parceiro de Mano em seus três anos de Corinthians.

É preciso um trabalho bem feito e competência para que seja bem feito. Não dá para se cometer o mesmo erro da Copa da África, onde já se deduzia que coisa boa seria difícil sair.
E você, é favor ou contra da escolha dos novos integrantes da comissão técnica da seleção?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mano praticamente dizima os que foram à Copa. É a reconstrução











A lista de Mano Menezes é a verdadeira construção de uma reformulação no elenco da seleção brasileira. E, ao contrário do que muitos pensavam, foram convocados atletas daqui e de fora do Brasil. Os daqui: Jéfferson, do Botafogo; Renan, do Avaí; Victor, do Grêmio; Réver e Diego Tardelli, do Atlético-MG; Jucilei, do Corinthians; Sandro, do Inter; Ganso, Neymar, Robinho e André, do Santos e Hernanes, do São Paulo. Os de fora: Rafael, do Manchester United; Daniel Alves, do Barcelona; Henrique, do Racing Santander; Thiago Silva e Alexandre Pato, do Milan; David Luíz e Ramires, do Benfica; Marcelo, do Real Madrid; André Santos; do Fenerbahce; Éderson, do Lyon; Lucas, do Liverpool e Carlos Eduardo, do Hoffenhein.

As maiores surpresas, ao meu ver, foram o goleiro Renan, do Avaí e Jucilei, do Corinthians, convocações que nem nós nem eles esperavam. O resto é fruto da mídia e da importância em seus times, alguns que nem todos conhecem e acompanham, por serem jovens, atuarem na Europa e não terem sido convocados na era Dunga, casos de David Luiz, de Rafael e de Éderson.
Mas o conjunto dá a noção de que há bons jogadores e que se pode ser criada uma seleção competitiva, mesmo sem Júlio César, Juan, Maicon, Lúcio, Elano, Luís Fabiano e Gilberto Silva. Os únicos que foram à Copa e que estão na lista de Mano são Robinho, Thiago Silva, Daniel Alves e Ramires.
Uma renovação geral.

sábado, 24 de julho de 2010

Quanto a renovação, Mano pode manter alguns veteranos









Fiz um levantamento sobre como pode ser o trabalho de Mano Menezes, que precisa de um coordenador técnico, para mim Renê Simões seria o melhor nome, na seleção. É interesse da CBF e do torcedor a tal renovação no elenco, mas ela não precisa ser geral. Há posições carentes e muito bem servidas, por exemplo, Júlio César, Lúcio, Juan e Maicon, se jogarem o que são capazes, podem ser mantidos, enquanto Felipe Mello, Michel Bastos e Robinho, se este último não tiver bem, tranquilamente saírem do time. Há de existir também privilégio para aqueles que jogam aqui, não só com os de lá fora. Mano gosta de Dentinho e Elias, a começo de conversa, podendo querer testá-los já no próximo amistoso. Gosta também de André Santos, podendo facilitar a volta do lateral-esquerdo à seleção. E assim deve-se dar continuidade ao trabalho, testando e analisando. Quem estiver bem aqui e agradar na seleção é bem-vindo.

A utilização de Ganso, Neymar, Thiago Silva, Philipe Coutinho, Giuliano, Rafel Tolói, Ciro, Douglas Costa, Alan Kardec, a grande maioria atletas que foram bem no Mundial sub-20 de 2009 e que vão bem atualmente, fazem parte do seleto grupo da renovação e deverão também serem testados, no lugar de Robinho, Kaká, Luís Fabiano, Elano.... sem que estes necessariamente venham a sair das convocações. Deve haver alternância nas escalações para o Brasil aos poucos montar um time que realmente seja um time. Para que em 2014 tenhamos jogadores, tanto jogando quanto no banco, a nível suficiente de mudarem uma partida.

Mano Menezes não deveria aceitar o convite da CBF















Mano Menezes recebeu convite da CBF para assumir o Brasil pouco depois de Muricy recusar. Irá dizer sim, tanto que o Corinthians já até sondou Adílson Batista. Mas não deveria.

Na minha visão, é claro, negar ser técnico da seleção nestas circunstâncias seria a melhor coisa a ser feita. Ricardo Teixeira deixou Mano como segunda opção. Se o Fluminense tivesse liberado seu técnico, era Muricy quem estaria acertando e quem faria a convocação para o amistoso contra os EUA, em New Jersey, daqui a 16 dias. Mano deveria ter essa consciência para deixar a CBF de novo no ralo. Não é isso que um técnico merece, ser chamado às pressas como o alguém que fará o papel de mocinho e que não irá negar o que já foi negado. O futebol brasileiro deu um passo contra a arrogância e a falsidade, mas desandou.
Outro ponto também é que Mano Menezes quer. Então vamos que vamos!
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Curiosidades: Mano é o terceiro técnico do Corinthians, em 11 anos, que a CBF tira. Em uma década, é também o terceiro técnico gaúcho da seleção, os outros foram Felipão e Dunga.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Teixeira achou que conseguiria fechar com Muricy. Acabou pagando mico
















Ricardo Teixeira foi flagrado pelo cinegrafista Cristovão Brito, da ESPN, na reunião no Itanhangá Golf Club, recusando por duas vezes um cumprimento de Muricy Ramalho(figura acima). Daí a cara de decepção de Teixeira na saída do hotel, no meio da imprensa. Ele não conseguiu fechar em definitivo com Muricy Ramalho, o que esperava que aconteceria, pelo aval que o técnico do Fluminense alegou ser necessário por parte diretoria do clube. Pagou um mico gigante ao ser vítima de um não do Fluminense e ganhou mais inimigos pelo gesto da imagem.

O resumo real do que aconteceu foi este. Teixeira se enganou ao achar que Muricy iria se satisfazer com o projeto -- ocorreu o contrário, Muricy não tinha a garantia que trabalharia por estes 4 anos -- e sua decisão positiva prevaleceria, independente da reação do Fluminense. O presidente da CBF caiu do cavalo e teve que chamar às pressas Mano Menezes.

Se não for à seleção, Muricy será o quarto neste quesito









Na história da seleção brasileira, quatro treinadores foram convidados a assumir a seleção e não assumiram. Dino Sani e Oto Glória, em 1970, antes de Zagallo, e Cilinho, em 1987, antes de Carlos Alberto Silva.
Se realmente recusar, Muricy Ramalho será o quarto.
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Lembrete de Paulo Vinícius Coelho

Horcades não dá aval à Muricy e Teixeira pode quebrar a cara














A vontade de Muricy Ramalho parecia, ou melhor, parece estar em ser técnico da seleção brasileira. Mas existia a possibilidade disso não se concretizar, ainda dependia do Fluminense, do presidente Roberto Horcades, que disse não à CBF, sem demonstrar interesse em simplesmente largar o treinador, cujo trabalho coroou o Tricolor com a liderança do Brasileiro. Muricy deveria aguardar e se a reposta fosse não, ele teria que negar o convite da CBF.

Ricardo Teixeira também esperava que o aval do Fluminense viesse. Se enganou e pode vir a tomar mais uma na cara, depois de, há 4 dias, acreditar no Piritubão e ver o governo de São Paulo e a prefeitura da capital negarem essa hipótese.

Teixeira não tem como mexer no contrato de Muricy com a equipe carioca, que vai até o fim do ano, mas que segundo o presidente da Unimed, Celso Barros, já foi renovado até 2012, a não ser que a CBF venha a encarar, eventualmente, uma multa. Tem tudo para se ferrar de novo, algo que não contava. Talvez o medo há 4 anos por convidar Dunga foi esse. Não quis cometer esse erro de novo, azar dele foi que acabou enfurecendo o Fluminense, tendo a possibilidade de sair da história, ao que tudo indica, de mãos abanando.

Muricy Ramalho é a sacada da CBF para a tal renovação














Muricy Ramalho, cuja experiência, segundo Ricardo Teixeira, será fundamental para a renovação do elenco da seleção brasileira visando a Copa de 2014, foi convidado para assumir o cargo de técnico da seleção na manhã desta sexta, em encontro com autoridades da CBF no Itanhangá Golf Club, no Rio. O técnico não quer que já seja oficializado a informação, pois alega que ainda vai esperar o aval do Fluminense, que assumiu a liderança do Brasileirão ontem. O aval deve vir.
Ruim para o Flu. Se será bom para o Brasil, veremos em breve.
Veremos também se Renê Simões irá ganhar da CBF o emprego de coordenador técnico, o que no meu modo de ver seria importante para Muricy seguir o caminho certo quanto a implantação da renovação no estilo de jogar do Brasil.
Não dá certo só querer e acabar errando.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Renê Simões quer renovação na seleção e se candidata a coordenador técnico

















Renê Simões se pronunciou sobre o assunto seleção brasileira. Não especificou quem quer que seja o técnico, mas não escondeu o desejo de querer ser escolhido como coordenador técnico. Renê nunca foi técnico da seleção brasileira profissional, apenas do sub-17, 20 e 23. E é esse o ponto que lhe dá a vontade de auxiliar o novo comandante que será escolhido pela CBF, amanhã provavelmente. Promover uma renovação no elenco, junto a promessas preteridas nesta última Copa, para que o erro de Dunga não se repita, é o objetivo que, segundo Renê, é a melhor coisa a ser feita.
Seu contato com a CBF, publicado em alguns diários não ocorreu. Seu nome é apenas cotado, assim como o de Parreira e de outros interessados que podem vir a assumir o cargo, ainda que Renê já tenha um projeto, um banco de dados de todos os jogadores da base do Brasil, os quais eventualmente poderão ser utilizados no novo reinado, além de experiência em seleções e jogos internacionais, já que já dirigiu 5 seleções na carreira: Jamaica, Trinidad e Tobago, Honduras, Irã e Costa Rica.
Existe a necessidade de um profissional assim para 4 anos de trabalho até 2014. Simões é um bom nome, porém, às vezes a CBF possa preferir um nome cuja cabeça equivalha a de Dunga.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COPA: Rummenigge, autoridade do Bayern, rasga elogios a Joachim Löw















O ex-meia da seleção alemã, Karl-Heinz Rummenigge, hoje é Presidente do Conselho Executivo do Bayern de Munique, clube pelo qual atuou de 1974 a 1983 e também é a autoridade máxima da recém-fundada Associação de Clubes Europeus, em janeiro de 2008 mais precisamente.
Ao Bild, respeitado e famoso portal esportivo alemão, demonstrou ser um dos maiores fãs e apreciadores do trabalho de Joachim Löw na seleção alemã. "Seria um enorme erro da Federação Alemã não renovar o contrato de Löw. Este treinador e a seleção não podem ser separados. A equipe, com ele no comando, está sendo capaz de seguir um caminho semelhante ao do grande time da década de 70, com Beckenbauer e Netzer. E pode até ir mais longe".

É difícil ver elogios por parte de ex-jogadores ao futebol do momento. Cruijff, ex-atacante da Holanda, corneta as seleções que não mostram futebol-arte. Cornetou sua seleção e a do Brasil de Dunga. Gosta mesmo é do Barcelona. Gérson, ex-meia do Brasil, é outro que detona, principamente o modo de jogar de Dunga. E assim vai. Mas.......Mas há exceções. E Rummenigge faz parte dela.

terça-feira, 29 de junho de 2010

COPA: O pior Mundial da Europa é o melhor para sul-americanos

A América do Sul nunca teve 4 quadri-finalistas na Copa do Mundo. Foram no máximo 3. E a Europa nunca viu tantos poucos integrantes nas quartas como neste Mundial. Em 1970 e 2002, os europeus tiveram 4 vagas. Em 2010, são 3: Alemanha, Holanda e Espanha. Há 8 anos, só como lembrete, Turquia, Inglaterra, Espanha e Alemanha salvaram o continente.
Para um torneio com hegemonia europeia nas semi-finais em 2006, uma semi-final, como na realidade há chances, com Uruguai x Brasil e Argentina x Paraguai não seria nada mal.

sábado, 26 de junho de 2010

COPA: Iniesta faz gol 100 do Mundial e mostra sua importância











A Espanha, em especial, dependeu de um jogador para vencer o Chile: Andres Iniesta. Autor do gol 100 desta Copa, o meia do Barcelona puxava contra-ataques em momentos delicados, nos quais os chilenos mostravam ser superiores. Em um destes, quando o placar já estava 1 x 0, a bola passou por Villa e Iniesta, do meio-de-campo até a grande área, e ali a bola estufou as redes. Villa também é importante, quando Torres não está bem ele chama a responsabilidade. A Espanha pega Portugal nas oitavas e empurra o Chile a enfrentar a seleção brasileira.

COPA: Brasil tem retrospecto recente avassalador contra o Chile









Um lembrete do confronto Brasil x Chile, segunda, em Johanesburgo, é o retrospecto vitorioso do Brasil, principalemnte da era Dunga. De 2006 para cá, são 5 jogos, 2 amistosos, 3 oficiais e um mar de goleadas. Em dezembro de 2006, um 4 x 0 magistral com 2 gols de Ronaldinho, um de falta, outro de pênalti. Em junho de 2007, na Copa América, Robinho aplicou seu triplete nos 3 x 0 da primeira fase, além de mais dois nos 6 x 1 das quartas-de-final. Nas Eliminatórias mais dois chocolates. Um em Santiago: 3 x 0. Outro em Salvador: 4 x 2. O mata-mata pode acabar com esse tabu, que já é de 10 anos. Sim, desde 2000, na era Luxemburgo, o Brasil não sai derrotado. Na ocasião perdeu por 3 x 0, em Santiago. Depois disso, foram 9 partidas, com 8 vitórias e 1 empate.

Artilheiros do confronto na era Dunga:
Robinho: 6 gols
Nilmar: 3 gols
Ronaldinho: 2 gols
Juan: 2 gols
Júlio Baptista: 2 gols
Luís Fabiano: 2 gols
Josué: 1 gol
Vágner Love: 1 gol
Kaká: 1 gol