Mostrando postagens com marcador Campeonato Brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Campeonato Brasileiro. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

Figueirense pode ser bem mais do que foi o Paraná-2006











Ter 56 pontos a quatro rodadas do fim do Brasileirão é um indício de que o Figueirense pode surpreender bem mais do que já vem surpreendendo. O 100% de aproveitamento nas últimas 6 rodadas é extraordinário, mas saber que os próximos três próximos adversários, em sequência, são Flamengo, Fluminense e Corinthians pode significar, caso vitórias venham, que Santa Catarina poderá ter um campeão brasileiro pela primeira vez em sua história.

O Figueira de Jorginho, desde uma simples vitória sobre o Cruzeiro na primeira rodada até a de ontem, de virada contra o Atlético-MG, mostra que tem algo muito especial a ser levado em consideração. O poder de conseguir vencer jogos grandes, de pontuar MUITO fora de casa(26 pontos), de saber como dar o bote nos adversários e vencê-los, além de estar no páreo como franco-atirador, quase sem pressão, junto a Corinthians, Vasco, Fla, Flu e Vasco, são fatos que esboçam que o Figueirense pode fazer bem mais do que fez o Paraná de Caio Júnior, em 2006, quando ficou em quinto lugar surpreendentemente e disputou a Libertadores de 2007. Os catarinenses podem chegar ao título, mas podem ser vice-campeões ou terceiro colocados. Já serviria para entrar na história, e não só por esse hipotético fato, mas também por possuir menos poder de investimento do que seus concorrentes, não ter nomes de peso, ser sempre tratado como modesto e mediano que sempre foi e ter estado na Série B em 2010.
Vamos, Figueira!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Glorioso nos anos 90, Bragantino pode voltar ao Brasileirão em 2012













Seis vitórias consecutivas, reação impressionante e melhor time do segundo turno da Série B 2011. Não precisa dizer muito mais para enterdemos de que se trata do Bragantino, time que nestes últimos meses saiu do eixo dos que brigam contra o rebaixamento à Série C para entrar definitivamente no dos que terão de suar sangue a fim de conquistar uma valiosa passagem à Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro do ano que vem. Mesmo com um elenco cujos protagonistas não são nomes muitos famosos, como Romarinho, Lincom e Otacílio Neto, a equipe de Bragança Paulista se juntou repentinamente a Portuguesa, Náutico, Ponte Preta, Americana, Sport e Vitória, o grupo dos que lutarão pelo desejado acesso, tendo chances claras de subir, não só pelo que vem mostrando dentro de campo, mas também pelos vacilos constantes especialmente dos 3 últimos times citados na lista de 4 linhas acima.
De qualquer forma, a boa campanha se deve muito a reforços que chegaram às mãos do treinador Marcelo Veiga no meio do campeonato, após um ruim começo apostando em um elenco mais fraco, marcado por vários atletas de categorias de base.

O jovem torcedor do Massa Bruta poderá ver pela primeira vez seu time na elite do futebol brasileiro, em 2012. Mas na história do Campeonato Brasileiro desde que o conhecemos como tal, torcedores mais antigos do clube certamente têm muito bem guardado na memória o que o time foi capaz de protagonizar no cenário nacional nos anos 90. Anos de glória, prestígio e respeito, mas que depois deram terríveis dores de cabeça a tais fãs. Relembre:

Em 1989, ano em que eliminou o Palmeiras do Campeonato Paulista, o Bragantino conquistou a Série B batendo o São José na final, garantindo-se assim pela primeira vez na Série A do Brasileiro. Um ano depois, tornou-se o segundo time do interior paulista a vencer um Campeonato Paulista, juntando-se a Inter de Limeira. No ano seguinte a seu debute na Primeirona, em 1991, sagrou-se vice-campeão brasileiro, com Parreira no comando técnico, perdendo a final para o São Paulo. Mesmo assim, a façanha serviu para a classificação à Copa CONMEBOL de 1992, a qual seria disputada também pelo Braga em 1993 e 1996.
A partir daí, começou sua derrocada, com rebaixamentos a A-2 do Paulista, a Série B e a Série C nacionais em menos de 4 anos. E só em 2007 foi que o Bragantino voltou ao certame que pode servir de trampolim para seu retorno à elite em 2012, 16 anos depois de sua última participação.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Brasileirão-2012 poderá ser 1o. na era dos pontos corridos com 4 paulistanos



Desde 2003, quando se incorporou ao Campeonato Brasileiro o sistema de pontos corridos, sem mata-mata, que segue até hoje, nunca uma edição teve 4 times da cidade de São Paulo: no caso, São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Portuguesa. Em 2008, enquanto a Lusa jogava na elite pela primeira e única vez nessa era, o Corinthians, sob o comando de Mano Menezes, passeava pela Série B.
Em outras palavras, sempre 3 paulistanos aparecem na Primeirona.

Pois o Brasileirão do ano que vem poderá fazer com que essa sina caia.
A Portuguesa, de Jorginho, é líder da Segunda Divisão e precisa de apenas mais 8 vitórias, teoricamente, para subir. O desempenho nos últimos 4 jogos, em que empatou três vezes e perdeu uma, alarma. Mas preocupante mesmo é a queda de qualidade e eficiência que a equipe vinha apresentando. E mais, seu conjunto não parece mais ser um trunfo, como mostrava ser antes. Falta um pouco mais de confiança e, ao que tudo indica, tranquilidade, pois expectativa e pressão criadas podem ser, muitas vezes, um obstáculo em uma trajetória que tem tudo para ser vitoriosa.
Mas apesar de tudo, acredito que a Portuguesa vá conseguir o acesso desejado.



Além disso, outra curiosidade semelhante pode marcar o Brasileiro de 2012: caso Ponte Preta e Americana subam ao lado da Portuguesa, já que hoje integram o G-4 da Segundona e esboçam futebol necessário para alcançarem o objetivo, e São Paulo, Palmeiras e Corinthians não sejam rebaixados, no ano que vem teremos 7 paulistas na Série A pela segunda vez na história dos pontos corridos. Abaixo a prova viva de que nunca tivemos mais de 6, exceto em 2004.

2003: Santos, São Paulo, Corinthians, São Caetano, Guarani e Ponte Preta.
*2004: Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Ponte Preta, São Caetano e Guarani.
2005: Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, São Caetano e Ponte Preta.
2006: São Paulo, Santos, Corinthians, Palmeiras, São Caetano e Ponte Preta.
2007: São Paulo, Santos, Palmeiras e Corinthians.
2008: São Paulo, Palmeiras, Santos e Portuguesa.
2009: São Paulo, Palmeiras, Coritnhians, Santos, Barueri e Santo André.
2010: Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras, Prudente e Guarani.
2011: Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos.

Obs: em toda a história do campeonato já chegamos a ter 9 paulistas, em 2001, por exemplo, e 8, em 2002, mas naquela época tinhamos quase 30 times no torneio. Era uma outra realidade.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você lembra do último 5 x 4 do Brasileirão? Já faz 6 anos










Assistir a um jogo de futebol com 8, 9, 10, 11 gols, equilibrado, bonito, sem muitas faltinhas é um privilégio para qualquer um.

Na história recente do Brasilerão, é possível lembrar de Atlético-PR 6 x 4 Vasco, na Arena da Baixada, em 2006, Portuguesa 5 x 5 Figueirense, no Canindé, em 2008, Santo André 5 x 3 Náutico, no Bruno José Daniel, em 2009, Grêmio 4 x 4 Fluminense, no Olímpico, em 2006....

Ontem, Santos e Flamengo fizeram uma partida para entrar neste hall, com alternativas diversas, gols espetaculares de Neymar e Ronaldinho, e, especialmente, poucas infrações. No fim, 5 x 4. Pois bem, você lembra do último jogo de Campeonato Brasileiro que terminou com este placar. Em 6 de agosto de 2005, há quase 6 anos, o Atlético-PR venceu o Cruzeiro por este placar, 3 gols de Finazzi, ex-Ponte Preta e Corinthians.

Registro feito, esperamos por outros jogos históricos e emocionantes desse tipos.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Grêmio e Atlético-MG provam novamente do veneno do mau começo



Se o Atlético-PR, com 1 pontinho, tem a pior pontuação nas primeiras 8 rodadas do Brasileirão da era de pontos corridos, outros dois times também já campeões brasileiros começam o torneio de mal a pior, um deles com pontuação apenas superior ao ano que foi rabaixado. Trata-se de Grêmio e Atlético-MG.

A exemplo do ano passado, Galo e Tricolor começam mal o Brasileirão. Em 2010, tanto um quanto outro fizeram 9 pontos a esta altura do campeonato e ocupavam, respectivamente, a décima-terceira e décima-quinta colocações. Este ano, ambos têm míseros 8 pontos: 2 vitórias, 2 empates e 4 derrotas e beiram a zona da degola. O Atlético sofreu 11 gols nas últimas 3 partidas, em todas sendo goleado, e não vence desde a segunda rodada, o que já provoca olhares tortos a Dorival júnior. O Grêmio não chega a ter tanta fraqueza assim, mas o retrospecto ruim já teve como consequência a cabeça de Renato Gaúcho, rapidamente substituído por Julinho Camargo, ex-auxiliar de Paulo Roberto Falcão, no Internacional.

Se o gremista, que viu seu time fazer 10 pontos nos primeiros 8 compromissos, em 2004, ano em que foi rebaixado como lanterna, assusta-se ao vê-lo fazer sua pior campanha levando em conta tal quantidade de partidas. Enquanto isso, o atleticano percebe que estes 8 pontos só superam os 5 conquistados no ano do descenso, em 2005.

Lamentar a 30 rodadas do final do Brasileiro não é absurdo. Na verdade é ser realista, pois relembrando o ano passado, conclui-se que se o Grêmio conquistasse alguns pontos a mais no começo, poderia ter se aliado àquela fantástica reação na reta final para conseguir o título e não apenas vaga na Libertadores. Enquanto o Atlético poderia não ter passado pelos apuros que passou, referente a rebaixamaneto, se não tivesse ido mal nos primeiros oito jogos.
No Campeonato Brasileiro, você paga caro por esse tipo de pecado.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mais uma vez um assunto chato toma conta do noticiário brasileiro













Primeiro foi a história da unificação dos títulos do Brasileirão com os do Robertão e da Taça Brasil, que gerou polêmica atrás de polêmica e discussões à toa, já que não haveria chance de volta.

Agora, o assunto da vez, que incha os noticiários esportivos, é a briga pela Taça das Bolinhas de1987, troféu feio por sinal, que acabou hoje por ser declarada propriedade do Flamengo, depois de o São Paulo ter se apropriado.
A CBF fere os valores do futebol brasileiro, inventando e dando títulos e canecos para quem mais lhe agradar.
A taça em questão deveria ser entregue a um museu ou alguém ter criatividade o bastante para fazer algo com a tal. E pronto! Viremos a página!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Avaliação do ano das principais equipes do Brasil








Em ritmo de final de ano, publicarei abaixo minha curta avaliação e nota do ano dos 20 times que disputaram o Brasileirão desse ano + os 4 que subiram:

Fluminense: Foi mal na Copa do Brasil e no Estadual. Mas foi o campeão brasileiro. Ano bom ao Flu. Nota: 8

Flamengo: Ano desastroso. Perdeu sua recente hegemonia no Estadual para o Botafogo, foi razoalvemente bem na Libertadores, pois eliminou o Corinthians, e lutou contra o rebaixamento no Brasileirão. Além dos problemas extra-campo. Nota: 3,5

Botafogo: Campeão Carioca, eliminação precoce na Copa do Brasil para o Santa Cruz e sexto lugar no Brasileirão. Um ano fora do normal para o botafoguense. Nota: 6

Vasco: Como de recente rotina, sem nenhum grande triunfo. Nota: 3,0

Corinthians: Decepcionante no ano do Centenário, acabou eliminado nas oitavas da Libertadores, ficou fora das semis do Paulistão e deixou escapar o título brasileiro. Nota: 5,5

São Paulo: Depois de 7 anos, ficará fora da Libertadores do ano que vem, graças a má campanha no Brasileiro. Empolgou mesmo só nos dois confrontos contra o Inter, na semif-final Libertadores. Acabou eliminado. Nota: 5

Palmeiras: Quebrou as expectativa na Sulamericana, além de amrgar no Paulistão e no Brasileiro. Não empolgou em nada e acabou criando a sensação que sempre vem criando: decepção. Nota: 4,5

Santos: Fez um primeiro semestre astronômico. Levou o Paulistão e a Copa do Brasil. Mas depois perdeu Dorival Júnior depois daquela confusão com Neymar, e não deu mais alegrias. Nota: 7,5

Guarani: Já fez muito em estar na Primeira Divisão, mas amargou o rebaixamento e armagará no começo do ano que vem disputar o Paulista A-2, pela segunda vez consecutiva. Nota: 2,5

Grêmio Prudente: Só fez algo demais ao chegar às semis do Paulistão. Depois foi patético. Nota: 3,0

Cruzeiro: Disputou cabo a rabo o título brasileiro, mas o primeiro semestre foi horroroso: sofreu revanche contra o São Paulo na Libertadores e deixou passar o Campeonato Mineiro. Nota: 6,5

Atlético-MG: Ter ganho o Mineirão não significou nada para o atleticano, pois houve grande sofrimento para escapar do rebaixamento no Brasileirão, com um time capaz de brigar por Libertadores. Nota: 5,0

América-MG: Não fez nada demais no Mineirão pela limitação do elenco, mas foi muito bem na Série B, conquistando o acesso à elite depois de estar fora dela por 10 anos. Nota: 6,0

Internacional: Perdeu o Gauchão para o rival Grêmio e abandonou o Brasileiro por ter ganho a Libertadores e estar se poupadno para o Mundial de Clubes. Tudo em vão, já que um tal de Mazembe entrou no caminho, a fim de colocar uma manchinha no trabalho de Celso Roth e num bom ano para o Colorado. Nota: 7,0

Grêmio: Levou o Gauchão, foi eliminado com dignidade pelo campeão Santos na Copa do Brasil e arrancou no Brasileirão no comando de Renato Portaluppi. Nota: 7,0

Atlético-PR: Um ano que só não foi normal ao Furacão por ter brigado rodada a rodada no segundo turno do Brasileirão por uma vaguinha na Libertadores. Nota: 5,5

Coritiba: Reergueu-se bem depois do rebaixamento do ano passado, conquistando a Série B e o Campeonato Paranaense. Nota: 6,5

Vitória: Chegou à final da Copa do Brasil e foi campeão baiano no primeiro semestre, mas fez chorar muita gente na Bahia após ter sido rebaixado no Brasileirão. Nota: 4,5

Bahia: Voltou à elite depois de 8 anos, como grande fato do ano. Além, é claro, de ter comemorado, e muito, o rebaixamento de seu maior rival local. Nota: 5,5

Goiás: Um ano para esquecer e deixar de lado. Pois decepcionou no Campeonato Goiano, na Copa do Brasil, na campanha do rebaixamento no Brasileirão e na Sulamericana, quando seu título era uma realidade não muito distante, já que eliminou o Palmeiras e chegara a final necessitando de não errar nos detalhes contra o Independiente. Nota 3,0

Atlético-GO: Levou o Goianão, mas salvou o ano mesmo após ter conseguido permanecer na Série A pelo critério de desempate, além de também, assim como o Bahia, ter feito festa pelo ridículo ano de seu arquirrival. Nota: 5,0

Avaí: Venceu o Catarinense e permaneceu na Série A. Nota: 5,0

Figueirense: Conseguiu retornar à elite depois de 1 ano na fila. Não conseguiu algo mais. Nota: 5,5

Ceará: Ganhou seu insosso Estadual e só foi enfeite no Brasileirão. Nota: 4,5

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

E o Rio-São Paulo? Para a Portuguesa, unificá-lo seria justo













Como mancheta o Blog da Revista ESPN, o diretor de futebol da Portuguesa, Luís Laúca, reeleito anteontem, garante reforços para o ano que vem, quando a Lusa terá o Paulistão, agora com novo formato, a Copa do Brasil e a Série B.

Laúca reserva também uma conversa com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, para, aproveitando-se do momento, no qual evidencia o assunto unificação, tentar convencê-lo de que o Rio-São Paulo, cujas duas de várias edições foram ganhas pela Portuguesa(1952 e 1955), também apresenta uma importância capaz de se juntar à Taça Brasil e ao Robertão no processo de homologação de tais títulos com o atual Brasileiro. "Era, naquela época, o principal torneio do país e a gente merece. Nosso time era muito bom", apela Laúca.

O time ao qual o dirigente se refere tinha como base: Cabeção; Nena e Floriano Djalma Santos; Brandãozinho e Zinho; Edmur, Ipojucan e Airton; Atis e Ortega. Quanto ao fato dessa tentativa de convencimento com o objetivo na tal unificação que sugere Laúca, não boto a menor fé. É uma sugestão quase incabível, traria mais problemas.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Justiça com a história. Mas problemas a mais à vista













A história dos torneios nacionais(Taça Brasil e Robertão) antes do Campeonato Brasileiro traz grandes times que mereciam ser reconhecidos como campeões brasileiros, Cruzeiro de Tostão, Botafogo de Garrincha, Santos de Pelé, mas que não são. Ou melhor, não eram.
Tudo porque fontes trazem a informação de que ocorrerá a unificação dos Brasileiros, devido a um apelo de vários craques não terem sido campeões brasileiros que sensibilizou a CBF a mudar o mapa.
Assim, Palmeiras e Santos seriam considerados octa, Bahia e Botafogo bi e Flu tri.

Tal junção seria feita a partir do campeão de 1959, Bahia, até o de 2010, Flu.
Torna-se até uma certa justiça, quando lembramos daquela irritação causada pelos gritos de tricampeão da torcida do Fluminense há uma semana e meia, após a vitória sobre o Guarani.
Porém, ao mesmo tempo, a CBF também atrairá mais problemas a serem solucionados.

Tanto que já há gente exclamando e se perguntando:
"Pô, Taça Brasil é como Copa do Brasil. Não deveria ter peso de um Brasileiro"
"O Flamengo, então, deverá ser reconhecido, ao lado do Sport, como campeão em 1987, visto que Botafogo e Santos serão dois campeões do ano de 1968."

Essas, as principais, e outras indagações serão feitas na medida que surgirem mais dúvidas. Tudo graças a isso.

Justiça com timaços históricos intercalando com questões e opiniões divergentes.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mais sobre a dúvida do tri ou bicampeonato do Fluminense
























O Fluminense é tetracampeão nacional. Tetra, pois venceu o Robertão de 1970, os Brasileiros de 84 e 2010 e a Copa do Brasil de 2007.

E, enquanto a regra, o critério não mudar quanto a consideração de títulos do Campeonato Brasileiro a partir de 1971, o Fluminense é bicampeão brasileiro.

Opiniões diferem dos fatos.

Alguns acreditam que o Robertão não tem peso de um Campeonato Brasileiro, muitos discordam.
Muitos acreditam que a Taça Brasil não tem nada a ver com o Brasileirão, devido a opinião de que tal torneio deve pesar como uma Copa do Brasil pesa hoje. Alguns não concordam.
Vá dizer para Tostão que o Cruzeiro não foi campeão brasileiro de 1966, vencendo o Santos de Pelé na final, como disse o ex-goleiro Raul Plasman.

Minha opinião e a sua não levam a conclusão alguma.

Então, é apenas preciso ser justo com os outros times.

Se há diferentes pontos de vistas quanto o que deve valer o quê, a CBF, nem aí com o futebol brasileiro, deveria padronizar a verdadeira valência de um título. Ou ela valoriza as raízes do nosso futebol, vindo a considerar as conquistas desde 1920, ou continua severa, sem fazer mudança alguma, como vem ocorrendo.

Portanto, o Fluminense é tetra nacional, bi brasileiro, com um título na pré-história de nosso futebol.
Se você quiser optar por outra forma de pensar, opte.

Mas opiniões não sugerem mudanças. As dúvidas continuam no mundo brasileiro de futebol, onde cada um interpreta de uma maneira sobre quantos títulos brasileiros os times possuem.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Flu comemora o tri. Então, façamos justiça com o resto















A torcida do Fluminense quer que seu time seja considerado tricampeão brasileiro e não bi, como alguns veículos de rádio e televisão vem anunciando.

A foto acima mostra, da esquerda para a direita, de cima pra baixo: Oliveira, Félix, Denílson, Galhardo, Assis e Marco Antônio, Cafuringa, Didi, Mickey, Samarone e Lula, o time Tricolor campeão do Robertão de 1970.
Título que, agregado com os do Brasileirão de 1984 e 2010, fazem com que os fanáticos pelo Flu justifiquem seus gritos de tricampeão.

Então, nada mais correto e justo do que o resto das grandes torcidas brasileiras, ao invés de se irritarem e protestarem contra tal constatação, clamarem e se manifestarem pelo número de títulos que possivelmente sua equipe de coração possui antes de 1971, ano da introdução no futebol brasileiro do Brasileirão que temos hoje, com a única diferença da colocação do sistema de pontos corridos em 2003, cujos triunfos são os únicos reconhecidos verdadeiramente pela CBF.
Exemplo, os palmeirenses e santistas devem considerar-se octa-campeões e os atleticanos, botafoguenses, cruzeirenses e tricolores baianos bi.......

É a maneira mais justa para se reagir com a indagação de que o Fluminense é tricampeão brasileiro.
Ou melhor, bicampeão, e com méritos.

sábado, 27 de novembro de 2010

Agora, desafio para América-MG na Série A é permanecer











Quanto a torcida, como muitos vem falando, seria melhor o Sport ter retornado à Série A. Mas torcida não vence jogo e o time pernambucano tem um time muito irregular, assim como Portuguesa e América-MG. O detalhe fica na constância dentro e fora de casa, ao longo das 38 rodadas do campeonato. E nesta disputa quem venceu foi o Coelho mineiro, de volta à elite depois de 9 anos.

A meta de um time que se desacostumou com a competitividade e dificuldade de disputar a Primeira Divisão é não cair, vencer o númeor mais alto de jogos em casa e pontuar fora. Para isso, o América-MG promete ter a melhor estrutura posível. A permanência dos destaques Fábio Júnior e Thiago Silvy é o primeiro desafio. O segundo é investir em gente com credibildade de eficiência, atletas que garantam segurança e que não estejam sujeitas a fracasso,fracasso que ocorre com parte de caras novas que surgem a cada dia.

Depois dos eufóricos parabéns e carinhos contínuos ao time, o melhor presente que a torcida americana quer ganhar é a permanência na elite. Um árduo trabalho da diretoria e um pouco de apoio da torcida fazem bem e serão precisos.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O coadjuvante Ceará que vem dando trabalho em casa













Magno Alves e Geraldo não é a dupla de ataque que todo time sonha nos dias de hoje. Mas juntos acumulam 13 gols pelo Ceará. Magno fez, de 7, 5 nos últimos 5 jogos. Geraldo começou a marcar desde o comecinho do campeonato, tem 6, mas é importantíssimo, pois se compensa com assistências. Quase a metade de tentos que o time cearense fez no Brasileiro foram dos dois avantes, também devido ao time ter o segundo pior ataque da competição, com 33 gols, somente na frente do Guarani, que tem 31 e não marca há seis partidas.

Em compensação, sua defesa, para os padrões normais, é consistente e só vazou 40 vezes, menos do que, por exemplo, Santos, Grêmio e São Paulo.

Boiadeiro, lateral-direito ofensivo, não tem cacoete para marcação, por isso o técnico Dimas Filgueiras deixa sua compacta linha de três homens atrás, Diego Sacomã Fabrício e Anderson, este pela esquerda, com um pouco mais a frente Careca, que recebe cobertura de um destes três homens, quando sai para marcar o armador ou o motorzinho da equipe adversária. Característica que coube a Jóbson, perseguido pelo setor esquerdo por Careca e Anderson. A marcação dobrada deu efeito e o Ceará praticamente o anulou em suas arrancada pela ponta, ontem no jogo Ceará 2 x 2 Botafogo, no Castelão.

Castelão que vem sendo o trunfo do Vovô no campeonato. Por lá, foram 9 vitórias, 8 empates e apenas 1 derrota, para o Vasco, em sua melhor fase no Brasileirão, a do finzinho do primeiro turno. Como mandante, só tem campanha pior que Fluminense, Corinthians e Crzueiro, nada mais nada menos que os três primeiros colocados.
O coadjuvante dos coadjuvantes deste cameponato mostra suas cartas, causa dificuldade e garante vaga na Sulamericana do ano que vem.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Vitória ainda não está salvo. O Coritiba que o diga










A seis rodadas do fim, a luta contra o rebaixamento é a das mais empolgantes. Em minha visão, são sete os times que brigam por três posições, as três que os asseguram na elite. Há quem diga que o Flamengo ainda corre risco, não creio. Matematicamente, ou melhor, na teoria, os que duelam são Grêmio Prudente(quase impossível missão), Goiás, Avaí, Atlético-MG, Guarani, Vtória e Atlético-GO.

A vitória por 4 x 2 sobre o Vasco no sábado revelou que o Vitória não tem um time que sugira rebaixamento. Mas sua reta de chegada sugere uma complicação que pode acabar em degola. O time baiano, com 37 pontos, três acima do Z-4, terá de jogar, em sua sequência, com dois times que lutam pelo título e com dois adversários diretos no bloco de baixo. Os outros dois que faltaram são contra Santos, na Vila e Inter, no Beira-Rio. A diretoria do Vitória fez uma promessa junto aos jogadores e comissão técnica que ganhariam do Vasco e do Santos na próxima rodada, baseando-se no difícil fim de tabela. Meia tarefa cumprida.

No Brasileirão do ano passado, sevindo como referênica, em situação parecida se via o Coritiba, o qual tinha um elenco mediano e causava fortes dificuldades ao adversário. Seu rebaixamento era quase improvável e sua vida até mais fácil, em relação ao Vitória hoje. Tinha, em 32 rodadas, 38 pontos, 1 a mais que os baianos, e 5 de diferença para o primeiro da zona de rebaixamento, no caso o Santo André, dois a mais que possui o Vitória nesse Brasileirão. Acabou se complicando numa reta de chegada monstruosa e acabou trocando de lugar com o Fluminense.

domingo, 10 de outubro de 2010

Demissão de Adílson, no momento, é no mínimo bárbara


















Adílson Batista não é mais técnico do Corinthians.

A derrota no Pacambu para o Atlético-GO evidenciou o momento de maus resultados, sofrimento, lesões e conturbações do clube alvinegro. Mesmo assim, são 5 pontos de diferença para o Cruzeiro que poderiam, ainda podem, ser revertidos, até porque há ainda a partida diante do Vasco, na quarta, que eventualmente poderia deixar o Corinthians novamente vivíssimo, renovando as esperança que aos poucos se esvaem.

A demissão de agora pouco anunciada pelo próprio treinador em coletiva e oficialmente confirmada por Mário Gobbi, diretor de futebol, é esquisita. A alegação de Adílson de não querer atrapalhar as coisas, de não querer causar prejuízo ou então de a torcida clamar sua saída urgentemente, não convencem muito. Talvez com o tempo saia a verdadeiro motivo, quem sabe uma briga, um desentendimento.

A conclusão que se tira é que o torcedor vai vendo o último título possível no ano do centenário se ir, com requintes de crueldade. Sem dó nem piedade.

Se subir, América-MG pode manter número alto de ascendentes










Primeiramente, o objetivo de um time que sobe da série C à série B é não cair.
Porém, curiosamente, este ano pode ser o quarto, em cinco, que um time consegue ter 2 acessos seguidos, da C para a B, e depois da B à A, sem ficar pelo menos um ano na fila.

A equipe que leva nas costas o peso de aumentar este número é o América-MG, tradicional clube de Minas Gerais, pelo qual já passaram atletas como Euller -- está no elenco atual --, Fred, Gilberto Silva, Palhinha, Tupãzinho, Tostão, Jardel, e no qual há expectativa principalmente em cima da dupla Thiago Silvy e Fábio Júnior a fim de conquistar seu segundo acesso seguido, como diz o figurino. Os mineiros tem 49 pontos e estão na segunda colocação da Segunda Divisão, na frente de Guaratinguetá, ASA e Icasa, outros ascendentes da Terceira para a Segunda.

Veja abaixo as quatro vezes, em cinco anos, que um time subiu diretamente da C à B e da B à A:
América-RN - Série C 2005 - B 2006 - A 2007
Vitória e Ipatinga - Série C 2006 - B 2007 - A 2008
Atlético-GO e Guarani - C 2008 - B 2009 - A 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

Hora do Palpite

Palpitando mais uma rodada do Brasileirão:

Grêmio Prudente 2 x 3 São Paulo
Santos 2 x 1 Atlético-PR
Vasco 1 x 1 Grêmio
Goiás 2 x 1 Vitória
Avaí 2 x 0 Flamengo
Botafogo 1 x 1 Palmeiras
Corinthians 3 x 1 Atlético-GO
Cruzeiro 2 x 1 Fluminense
Intenacional 3 x 2 Atlético-MG
Ceará 1 x 1 Guarani

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Hora do Palpite

Abaixo meus palpites para os jogos de quarta e quinta-feira do Campeonato Brasileiro:

Fluminense 2 x 1 Santos
Grêmio 3 x 1 Grêmio Prudente
Guarani 1 x 1 Botafogo
São Paulo 2 x 1 Vitória
Atlético-PR 0 x 0 Vasco
Ceará 1 x 1 Internacional
Atlético-MG 2 x 2 Corinthians
Flamengo 1 x 1 Atlético-GO
Goiás 1 x 2 Cruzeiro
Palmiras 2 x 1 Avaí

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cartolas do Flamengo se arriscaram em trazer Luxemburgo, que não tem nada mais a perder















Escrevi um texto há pouco mais de 2 meses questionando quais seriam as novas ambições de Vanderlei Luxemburgo, enquanto técnico de futebol. Naquele momento, Luxa era a caricatura de quem havia sido no passado. Hoje, ainda não deixou de ser isso.

No Flamengo, há pressão, como havia no Atlético-MG. Mas há gente que em nele confia, como acontecia também em Minas. O agravante em sua passagem pelo Galo foi que os resultados não vieram, numa equipe cujo plantel tinha, e não deixa de ter, só que agora sob o comando de Dorival JR., capacidade para conseguir algo mais. Chegava a parecer que vontade faltava. Vontade para dividir, para marcar, faltava fadiga em relação a esforço.

O Flamengo pode realmente ter se arriscado nessa aposta, em um treinador que tem um passado brilhante, mas um presente sofrível e desgastado. Não há como ponderar que o Flamengo escapará numa boa da degola, um ano depois de ser campeão. No final deste Brasileiro, Luxemburgo precisa manter uma regularidade no Fla, tentar não vacilar mais em casa. Até porque a missão do técnico é bem diferente da de Cuca no ano passado, pelo Fluminense. Um viraria heroi se conseguisse salvar seu time do rebaixamento. Conseguiu e virou. O outro precisa acabar com recentes polêmicas e declarações infelizes, pois mesmo se deixar o time da Gáve em 13o., 14o., objetivo atual, não cairá na graça da torcida. Mas se garantirá no clube, em um replanejamento para a próxima temporada. Isso porque as pessoas ligadas a sua contratação e dia-a-dia não gostarão de arranjar outro professor, enquanto haver um pofexô. A não ser se houver um rebaixamento inédito fora do mapa.....

sábado, 2 de outubro de 2010

Hora do Palpite

Abaixo meus palpites para estes 9 jogos do BR-10 que acontecerão neste sábado, devido às eleições de domingo. Vasco 3 x 2 Goiás já jogaram ontem.

Grêmio Prudente 1 x 3 Fluminense
Vitória 1 x 1 Grêmio
Corinthians 2 x 0 Ceará
Santos 2 x 2 Palmeiras
Internacional 3 x 1 Guarani
Botafogo 2 x 1 Flamengo
Cruzeiro 2 x 1 Atlético-PR
Atlético-GO 3 x 2 Atlético-MG
Avaí 2 x 2 São Paulo