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terça-feira, 19 de julho de 2011

Próximos amistosos podem ajudar, mas também atrapalhar seleção brasileira











O Brasil jogou melhor que o Paraguai, em La Plata. Mas foi um desastre total nas cobranças de pênalti, onde a condição do campo não foi a única culpada, mas, sim, o nervosismo e a falta de esperteza dos 4 trágicos cobradores.
Pois bem, a Copa América agora é passado, mas os problemas da era Mano Menezes seguem. Falta o matador, o lateral-esquerdo, bons volantes, um banco de reservas à altura e a maturidade para encarar uma decisão.

Nos próximos meses, o Brasil jogará em sequência três amistosos: contra Alemanha, Espanha e Argentina(novamente). Sim, partidas de peso como essas fazem com que o Brasil não se iluda e ainda ajudam para a formação de um time sólido e eficaz à próxima Copa do Mundo.
Mesmo assim, após uma dolorida eliminação na Copa América como essa, eventuais derrotas para as seleções alemã, espanhola e argentina(pela segunda vez) não serviriam nenhum pouco para cicatrizar a ferida criada, mas sim para abrí-la ainda mais.
Apesar de eu ser contra amistosos diante de Qatar, Tanzânia, Sri Lanka, com os quais ninguém ganha nada, a não ser dinheiro, nesse momento delicado, ainda mais levando em conta uma seleção jovem, em formação, onde o lado psicológico tem importância, talvez seria bom à seleção encarar equipes não tão fortes, mas também não tão fracas, como por exemplo Noruega, Irlanda, Suíça, Dinamarca, Coreia do Sul, Austrália, México, Nigéria, Gana, e por aí vai.

É óbvio que vitórias nesses amistosos já programados ajudariam muito ao Brasil, porém derrotas significariam passos para trás. É o perigo a que o Brasil está exposto.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Prêmio de Melhor do Mundo valoriza Barcelona e Espanha
















Em ano de Copa do Mundo, nem sempre o heroi, o destaque, o nome da UEFA Champions League é que fatura o prêmio de melhor do ano. Fosse assim, Sneijder, algum defensor da Inter ou mesmo Robben o ganhariam daqui a um mês e quatro dias.

A lógica, o critério deste ano foi levando em conta justamente o Mundial, não a Champions, como de costume.

Na disputa final, aparecem dois espanhois, Xavi e Iniesta, prêmio a Fúria campeã do mundo e Messi, o melhor do mundo. Três gênios do melhor time do planeta, o Barcelona, que possuem ligação intensa com o clube catalão, formados e preparados bem antes de chegarem ao time profissional.

É de se ressaltar, a fim de aumentar ainda mais o nível o qual o Barcelona atingiu, que pela segunda vez na história, veja você, os três finalistas defendem um mesmo time. A primeira e única vez até então pertencia à 1989, quando disputaram cabo a rabo Van Basten, Rijkaard e Baresi, atletas daquele fantástico Milan na primeira gestão de Arrigo Sachi. Fantástico como o atual Barcelona, no hall dos grandes times da história do futebol, ajuntando-se com o Santos de Pelé e o Ajax de Cruijff.

Você, em quem apostaria para vencer o Prêmio de Melhor do Mundo, lembrando que nesta temporada a Bola de Ouro foi unificada com a premiação cedida pela revista France Football?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Inglaterra e Espanha/Portugal parecem ser os favoritos na eleição da sede da Copa de 2018




















A um dia da eleição para a sede da Copa do Mundo de 2018, em Zurique, na Suíça -- disputam Rússia, Holanda/Bélgica, Portugal/Espanha e Inglaterra --, começa-se a surgir evidências e fatos que deixem certos candidatos a frente, como favoritos.

A ausência do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, este que teria encontrado uma competição denominada inescrupulosa na eleição, alegando também problemas com sua liga doméstica, como o racismo comumente, expõe e reforça ainda mais a ideia de que seu país é franco-atirador na briga.
A saber, no lugar de Putin, a fim de representar a Rússia no evento, irá o ex-ministro Igor Shuvalov.

A candidatura conjunta de Holanda/Bélgica parece que vai fracassar, especialmente por questões políticas e infra-estruturais. Economia para investimentos sugeridos há, mas parece haver dois concorrentes pelo menos dois passos a frente.

Inglaterra e Espanha/Portugal, estes sim são os favoritos na acirrada disputa.

O chefe da candidatura inglesa, Andy Anson, chegou a atacar a BBC por uma edição do programa "Panorama", que inclusive já foi ao ar, a qual tinha o objetivo de mostrar ao público os bastidores da FIFA. Anson acusou a emissora de antipatriótica e de ter divulgado tal reportagem em um momento, no mínimo, indevido. Pois a mídia inglesa tão criticada nso últimos dias foi quem justamente afastou dois de 24 membros do Comitê Executivo, os quais participaríam da votação.
Aonde se quer chegar é que a ideia de a imprensa inglesa estar atuando como uma rival para seu país nas vésperas da aguardada escolha, causa a sensação de que seria melhor para a Inglaterra nem estar concorrendo. Afinal, se realmente há o medo de membros ingleses quanto divulgações e investigações sobre o interior das tramas e cartolagens, há alguma coisa de errado, ilegal no meio dessa candidatura.
Apesar de tudo, a Inglaterra segue como favorita, com seu planejamento e força no Comitê Executivo, somada ao fato da eficiência quanto às Olimpíadas de Londres, daqui a dois anos, cujas obras terem ocorrido e ainda ocorrerem de forma satisfatória, com rasgo de eleogios, e a quase chance zero de elefantes brancos numa hipotética vitória.

Algo que aparenta não ocorrer caso a vitória seja da candidatura conjunta de Portugal/Espanha, mas, na hora do "vamos ver", pode pesar a favor o sucesso alcançado e a experiência de Portugal, quando sede da Euro-2004.
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Assim, a disputa segue com difícil prognóstico.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

COPA: A Espanha econômica derrota a Alemanha das goleadas

















A Espanha é o time que ganha ou perde pela mínima diferença possível. Dos 6 jogos da Fúria, apenas os 2 x 0 sobre Honduras não participam dessa lista. No mata-mata, o de hoje é o terceiro 1 x 0 de suas três partidas disputadas. Enquanto a Alemanha ficava marcada por não economizar tentos e dominar o adversário. 6 jogos, 3 goleadas, 13 gols marcados.

Mas foi Espanha que teve, como de costume, a posse da bola, trabalhando-a bem, invertendo a excelente nível as jogadas, para Sérgio Ramos de um lado e Capdevilla do outro, apesar de não terem ido bem, ainda contou com Xavi participativo, homem do jogo FIFA, em grande parte pela assistência, com Iniesta inferior ao que ele pode apresentar, porém importante para a valorização do tempo com a bola, e com uma zaga imprescindível, que chegava junto, que pulava junto, que sabia o que fazer. Piqué parou Klose e todos os grandalhões alemães que vinham a área, especialmente nos últimos cinco minutos, mas foi Puyol que ganhou mais méritos, por ter sido o autor do gol heroico espanhol, que evitou o primeiro 0 x 0 da história das semifinais de Copas.
Já a Alemanha sentiu falta de Thomas Müller. Joachim Löw tentou Trochowski mais recuado para soltar mais Khedira, depois arriscou Toni Kroos, de 20 anos, que não era o jogador para o momento e nos instantes finais colocou Mário Gomez para tentar no desespero o gol de empate. Todas, tentativas falhas. O livro de Joachim Löw de como anular a Espanha também foi uma tática falha.

Agora não resta mais dúvidas, teremos um oitavo membro no grupo dos campeões mundiais, o primeiro europeu campeão fora da Europa e um novo goleiro espanhol recordista de tempo sem sofrer gols em Copas: Casillas, que chegou a 283 minutos, sem os acréscimos da partida de Durban. Eventualmente, podemos ter também, se a Fúria levar a taça, o primeiro campeão que perdeu o jogo de estreia-- a Espanha perdeu para a Suíça.
Não é que o polvo Paul tinha razão?

COPA: Casillas está a 60 minutos de marca histórica



















O goleiro Iker Casillas foi um dos heróis da Espanha na partida contra o Paraguai, pelas quartas-de-final da Copa. Agora, ele está perto de alcançar uma marca histórica pela seleção de seu país. Caso ele consiga chegar até os 15 minutos do segundo tempo da semifinal contra a Alemanha sem tomar gol, ele fará com que a defesa da Fúria seja a que ficou mais tempo sem ser vazada na história das Copas do Mundo.
O recorde atual pertence à seleção espanhola quarta colocada na Copa de 50, melhor classificação conseguida até hoje pelo país e que, no mínimo, será igualada agora em 2010. Com os goleiros Eizaguirre, que jogou contra os Estados Unidos, e Ramallets, titular contra Chile, Inglaterra e Uruguai, a Fúria acumulou 282 minutos sem tomar gol. Casillas possui 223, já que não toma gol desde aquele de Millar, nos 2 x 1 sobre o Chile, ainda na primeira fase.

Confira os goleiros com maior invencibilidade na história das Copas:
1. Walter Zenga (Itália – Copa de 90) - 517 minutos
2. Peter Shilton (Inglaterra – Copas de 82 e 86) – 502 minutos
3. Sepp Maier (Alemanha – Copas de 74 e 78) – 475 minutos
4. Buffon (Itália – Copa de 2006) – 460 minutos
5. Leão (Brasil – Copa de 78) – 458 minutos
6. Gordon Banks (Inglaterra – Copa de 66) – 442 minutos
7. Oliver Kahn (Alemanha – Copa de 2002) – 427 minutos
8. Carlos (Brasil – Copa de 86) – 401 minutos

Até hoje, a Suíça é a seleção que ficou mais tempo sem sofrer gol, porém, a marca foi construída por mérito de dois goleiros: Zuberbuehler, em 2006 e Benaglio, neste ano. A informação serve só para justificar o motivo pelo qual a recordista no quesito não aparece na relação.

terça-feira, 6 de julho de 2010

COPA: Como anular a Espanha? A Alemanha tem sua tática
















Navegando por portais de jornais famosos mundo afora, encontrei no espanhol Mundo Deportivo a principal tática da Alemanha nesta Copa, especialmente no mata-mata, para anular, parar e marcar seus adversários. Se trata de um relatório de aproximadamante 100 páginas, preparado pelo grupo de estudo do professor Jürgen Buschmann, da Faculdade de Desportos de Köln, que coloca a nu deficiências e informações detalhadas sobre cada um dos jogadores rivais, com ou sem a bola, seus defeitos e pontos fracos, baseado em praticamente todos os jogos deles na longa temporada europeia. Segundo o jornal, este livro foi fundamental aos alemães para a partida contra a Argentina, no sábado, pois 50 páginas foram dedicadas a várias estratégias de como anular Messi. Deu certo.

Desta vez, estima-se que David Villa, além de Iniesta e Xavi, por sua movimentação e bom momento, seja o jogador que dê mais temor a Joachim Löw e que tenha mais páginas no 'Dossiê Espanha'.

Tanto que a manchete do Mundo Deportivo referente a curiosidade exposta ao público é: "Plano Anti Villa".

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COPA: Prancheta do duelo Alemanha x Espanha
















A Alemanha tem um problema, um grande problema, para a partida de quarta. Perdeu Thomas Müller, que tomou o segundo amarelo contra a Argentina. Para seu lugar são três os prováveis substitutos: Cacau, atacante de ofício, Trochowski, meia articulador, que na pior das hipóteses pode se aproximar para fazer dupla com o centroavante, no caso Klose, ou Toni Kroos, meia, mas meia de verdade, revelação do Bayer Leverkusen na temporada ao lado de Kiessling, também integrante do grupo de Joachim Löw. Pelo lado alemão, só esta dúvida.
Na Espanha, as péssimas apresentações de Fernando Torres neste Mundial podem fazer Vincente Del Bosque optar por David Silva. Um pouco improvável, mas pela impoirtância do jogo não vejo por quê descartar a hipótese. Assim como a Alemanha, esta é a única dúvida pelo lado espanhol.

COPA: Alemanha nunca perdeu da Espanha, pelo menos em Mundiais














Fora da Copa, a Alemanha sucumbiu, entre os jogos que ficaram na história, duas vezes contra a Espanha. Na final da Euro de 2008, 1 x 0, com gol de Fernando Torres e na fase de grupos da Euro de 1984, também 1 x 0, gol de Antonio Maceda, que deu aos espanhois classificação às semi-finais daquele torneio, jogo que ganhou post aqui no blog. Porém, em Mundiais, foram três jogos envolvendo as duas equipes, 2 vitórias alemãs e 1 empate. Você deve ter percebido que estou fazendo uma grande cobertura em cima dos confrontos semifinais da Copa da África, e para complementar deixo abaixo a ficha de cada um dos 3 duelos:

Alemanha 2 x 1 Espanha - 20/07/1966 - Birmingham(ING)
Gols: Seller e Emmerich/Fuste
ALEMANHA: Tilkowisk; Hoettges, Schnellinger, Schulz e Weber; Beckenbauer, Overath, Emmerich e Held; Kraemer e Seeler. Técnico: Helmut Schoen
ESPANHA: Iribar; Reijia, Sanchis, Gallego e Glaria; Zoco, Armancio, Fuste e Lapetra; Martinez e Rodriguez. Técnico: José Villalonga
Árbitro: Armando Marques(BRA)

Alemanha 2 x 1 Espanha - 02/07/1982 - Santiago Bernabéu(ESP)
Gols: Littbarski e Fischer/Zamora
ALEMANHA: Schumacher; Breitner, Briegel, Dremmler e Karl Foerster; Bernd Foerster, Kaltz, Stielike e Littbarski; Fischer e Rumenigge(Reinders). Técnico: Jupp Derwall
ESPANHA: Arconada; Alexanco, Camacho, Gordillo e Tendillo; Urquiaga, Alonso, Quini(Sanchez) e Zamora; Juanito(Lopez Ufarte) e Santillana. Técnico: Santamaria
Árbitro: Paolo Casarin(ITA)

Alemanha 1 x 1 Espanha - 21/06/1994 - Soldier Field(EUA)
Gols: Klinsmann/Goikoetxea
ALEMANHA: Illgner; Berthold, Brehme, Kohler e Strunz; Effenber, Haessler, Lotthar Matthäus, Moeller(Völler) e Sammer; Klinsmann. Técnico: Vogts
ESPANHA: Zubizarreta; Abelardo, Alkorta, Ferrer, Hierro e Sergi; Caminero, Goikoetxea(Bakero), Guardiola(Camarassa) e Luis Enrique; Julio Salinas. Técnico: Javier Clemente
Árbitro: Ernesto Filippi(URU)

domingo, 4 de julho de 2010

COPA: Herói, Maceda relembra Alemanha x Espanha na Eurocopa de 1984










Nesta quarta, teremos a reedição da final da Eurocopa de 2008: Espanha x Alemanha, valendo vaga para a finalíssima da Copa. Naquela ocasião, Fernando Torres decidiu. No momento, é David Villa quem tem maior repercussão, até porque é o artilheiro do Mundial, além do fato de ter se igualado a Butragueño em número de gols em Mundiais no duelo diante o Paraguai.
Mas foi Antonio Maceda, meia da seleção espanhola no começo da década de 80, que se pronunciou. Se pronunciou como um dos que tiveram a oportunidade de ter enfrentado a Alemanha, tendo o privilégio de ter marcado um gol e ter sair vitorioso de campo. Para os que não se lembram, ou para os que não viram, caso do blogueiro, me refiro àquele 20 de junho de 1984, quando no Parc des Princes, em uma Eurocopa sediada na França, estando em jogo vaga para as semis do torneio, espanhois e alemães se confrontaram. A Alemanha era a atual vice-campeã mundial e campeã europeia, entrava em campo como favorita, com Schumacher, Briegel, Stielike, Matthäus, Littbarski, Brehme, Völler, Rumenigge..... Porém, com gol de Maceda no último minuto, a Espanha carimbava sua passagem para na sequencia derrotar a Dinamarca nos pênaltis, mas perder a final para os anfitriões.
"Nós sabíamos que tinhamos que nos defender muito bem e pegá-los de surpresa. No fim, acabei fazendo um dos gols mais importantes da minha carreira", afirmou o confiante Maceda para o jogo de daqui três dias ao Marca, cujo último trabalho foi como técnico do Sporting Gijón, na temporada 02/03.
Vale a lembrança para que a Alemanha, apesar de ser considerada favorita ao grande duelo desta quarta, não subestime a Espanha, do inspirado Villa.

terça-feira, 29 de junho de 2010

COPA: O pragmatismo espanhol derrota mais uma retranca














Vamos a uma brincadeira. A Espanha toca, toca, toca, mas ninguém atende.

David Villa é responsável por 4 dos 5 gols espanhois no Mundial, justificando que ele, pelo menos, atende as ligações de Xavi ou eventualmente de Iniesta. Mas Torres ainda deve. Llorente não é e não chega nem perto da titularidade, mas no pouco que jogou levou mais perigo que El Niño. Se Torres anda devendo, a Espanha anda pragmática como a Holanda, só explicando a brincadeira do início. São 4 partidas, 3 contra retrancas: Suíça, Honduras e Portugal -- contra o Chile, vitória apertadinha também. Aí, vitórias práticas não são descartadas. Mesmo se tratando da Fúria.

sábado, 26 de junho de 2010

COPA: Iniesta faz gol 100 do Mundial e mostra sua importância











A Espanha, em especial, dependeu de um jogador para vencer o Chile: Andres Iniesta. Autor do gol 100 desta Copa, o meia do Barcelona puxava contra-ataques em momentos delicados, nos quais os chilenos mostravam ser superiores. Em um destes, quando o placar já estava 1 x 0, a bola passou por Villa e Iniesta, do meio-de-campo até a grande área, e ali a bola estufou as redes. Villa também é importante, quando Torres não está bem ele chama a responsabilidade. A Espanha pega Portugal nas oitavas e empurra o Chile a enfrentar a seleção brasileira.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

COPA: Curiosidade dos campeões faz Espanha tremer











Na história das Copas, nunca uma seleção campeã teve uma estreia com derrota. Dos 18 vencedores, 16 começaram com vitória, as exceções ficam para 1982, quando a Itália, campeã em solo espanhol, empatou com a Polônia por 0 x 0, além de outro 0 x 0, só que em 1966, ocasião em que duelaram Inglaterra e Uruguai.
A curiosidade amedronta a seleção da Espanha, que perdeu para a Suíça, quarta. Mas, vale lembrar, é apenas uma curiosidade.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

COPA: Suker aposta em Argentina e Espanha














Davor Suker, o artilheiro da Copa de 1998, foi entrevistado pelo jornal da Croácia, 24 Sata, e falou, como Valderrama ontem, a respeito de seus favoritos na Copa. A resposta veio mais em função de laços de amizades, do que pela própria razão. O croata aclamou sua vontade de ver Espanha ou Argentina campeãs. "Por razões sentimentais gostaria que uma dessas duas ganhasse o Mundial. Vivi muito tempo na Espanha, além de ter convivido com craques argentinos".
Seu vínculo com a Espanha foi longo mesmo. Passou 9 anos de sua carreira por lá, jogou no Real Madrid e no Sevilla, time o qual atuou junto, em 1992 e 1993, de Maradona, atual técnico da seleção argentina.
Ele ainda crê em uma possível artilharia para Lionel Messi.

terça-feira, 1 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

COPA: Villa finalmente acerta com o Barça













Por 40 milhões de euros, David Villa, do Valencia, aceitou jogar no Barcelona na próxima temporada. Antes da Copa, o presidente Joan Laporta já quer deixar tudo parcialmente engatilhado para 2010/11. Villa foi a primeira ligeira aposta. A segunda pode ser a vinda de Fábregas, em uma negociação que envolveria Ibrahimovic, que não deu certo no time da Catalunha. Resta saber se a diretoria dos Arsenal aceita -- semana que vem, talvez, a resposta sairá. O sueco, se a negociação falhar, poderá pintar até no Manchester City.
Complementando a lista de saídas, depois de Ibra, Henry poderá ir a Nova York, jogar no Red Bull New York, ao lado, possivelmente, de Raúl, do Real, cujo futebol é um dos interessados do clube americano. Touré também pode estar dando adeus. O destino do marfinense será, provavelmente, a Inglaterra.

terça-feira, 27 de abril de 2010

COPA: Brasil, Espanha e Inglaterra, e seus ataques








Depois da Copa de 2006, o Brasil, contando apenas partidas oficiais, possui o mehor ataque -- 62 gols -- entre as 32 seleções que irão à África em junho. Em contra-partida, as melhores médias de gols por jogo são de Inglaterra e Espanha. Porém, os feitos não são o suficiente para julgarmos os três como os únicos favoritos na África. Para a Espanha, por exemplo, a Copa das Confederações serve como exemplo.
Abaixo, os ataques de quem vai ao Mundial:

Brasil - 62 gols - 29 jogos - Média: 2,13
Argentina - 39 gols - 24 jogos - Média: 1,62
Chile - 36 gols - 22 jogos - Média: 1,63
Paraguai - 32 gols - 22 jogos - Média: 1,45
Uruguai - 35 gols - 23 jogos - Média: 1,52
Espanha - 56 gols - 21 jogos - Média: 2,66
Itália - 23 gols - 17 jogos - Média: 1,35
Inglaterra - 34 gols - 10 jogos - Média: 3,4
Alemanha - 36 gols - 16 jogos -Média: 2,25
Portugal - 26 gols - 16 jogos - Média: 1,62
Holanda - 27 gols - 12 gols - Média: 2,25
França - 21 gols - 15 jogos - Média: 1,4
Eslovênia - 19 gols - 12 jogos - Média: 1,58
Suíça - 21 gols - 13 jogos - Média: 1,61
Grécia - 22 gols - 15 jogos - Média: 1,46
Eslováquia - 22 gols - 10 jogos - Média: 2,2
Dinamarca - 16 gols - 10 jogos - Média: 1,6
Sérvia - 22 gols - 10 jogos - Média: 2,2
África do Sul - 12 gols - 15 jogos - Média: 0,8
Argélia - 22 gols - 18 jogos - Média: 1,22
Gana - 31 gols - 23 jogos - Média: 1,35
Nigéria - 28 gols - 21 jogos - Média: 1,33
Camarões - 43 gols - 22 jogos - Média: 1,95
Costa do Marfim - 47 gols - 21 jogos - Média: 2,23
Japão - 23 gols - 14 jogos - Média: 1,6
Coreia do Norte - 11 gols - 14 jogos - Média: 0,78
Coreia do Sul - 22 gols - 14 jogos - Média: 1,57
Austrália - 19 gols - 14 jogos - Média: 1,35
Nova Zelândia - 15 gols - 8 jogos - Média: 1,87
EUA - 56 gols - 31 jogos - Média: 1,80
México - 61 gols - 29 jogos - Média: 2,10
Honduras - 38 gols - 23 jogos - Média: 1,65
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Competições contadas: Eliminatórias, Eurocopa, Copa América, Copa Africana de Nações e Copa da CONCACAF

terça-feira, 23 de março de 2010

COPA: Riera prestes a seu ultimato no Liverpool









"O Liverpool é um navio afundando". Essa foi uma das frases do meia espanhol Albert Riera, que tiraram Rafa Benítez e o restante dos dirigentes do time do sério.
Hoje, a informação que vem do jornal inglês The Guardian, é que Riera esteja quase acertado para atuar no CSKA esta temporada. A quantia divulgada foi 16,1 milhões de reais (6 milhões de libras).
Ás vesperas da Copa, mais um que troca de time.

sexta-feira, 5 de março de 2010

A lista dos jogos entre França e Espanha em território francês








A Espanha, quarta, derrotou a França, em Saint Dennis - Paris, e encerrou um jejum de 7 jogos sem vitória contra franceses, em solo francês. Para se ter uma ideia, a última vitória foi em 1968, em um amistoso em Lyon. Abaixo a lista que o blogueiro encontrou(fornecida pelo portal ESPN) de todos os jogos entre esses dois rivais:

*Partidas disputadas na França:

1. 30-4-22 Bordeaux: França 0-4 Espanha (Amistoso)
2. 22-5-27 Paris: França 1-4 Espanha (Amistoso)
3. 23-4-33 Paris: França 1-0 Espanha (Amistoso)
4. 19-6-49 Paris: França 1-5 Espanha (Amistoso)
5. 13-3-58 Paris: França 2-2 Espanha (Amistoso)
6. 17-12-59 Paris: França 4-3 Espanha (Amistoso)
7. 10-12-61 Paris: França 1-1 Espanha (Amistoso)
8. 17-10-68 Lyon: França 1-3 Espanha (Amistoso)
9. 8-11-78 Paris: França 1-0 Espanha (Amistoso)
10. 5-10-83 Paris: França 1-1 Espanha (Amistoso)
11. 27-6-84 Paris: França 2-0 Espanha (Final Eurocopa 84)
12. 23-3-88 Bordeaux: França 2-1 Espanha (Amistoso)
13. 20-2-91 Paris: França 3-1 Espanha (Classif. Eurocopa 92)
14. 28-1-98 Paris: França 1-0 Espanha (Amistoso)
15. 3-3-10 Paris: França 0-2 Espanha (Amistoso)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

COPA: Nenê pode ser mais um a disputar o Mundial por seleção estrangeira










Em 2006, 27 brasileiros disputaram a Copa da Alemanha: os 23 convocados de Parreira, além de Deco, por Portugal, Alessandro Santos, pelo Japão, Clayton, pela Tunísia e Kevin Kuranyi, pelos anfitriões.
Neste ano, a Copa pode atingir 30 atletas brasileiros.
Basta Marcelo Lippi chamar Amauri(em péssima fase na Juventus), Carlos Queiróz aclamar Deco, Liédson e Pepe, Löw preferir Kuranyi(o que é díficil) e Del Bosque convocar Marcos Senna.
Na sua conta provavelmente deu 29. Entretanto, a possibilidade de 30 serem chamados veio ontem à tarde, direto da França. Quando o meio-campista de 30 anos, nascido em Jundiaí, Nenê(Anderson Luiz de Carvalho), ex-Palmeiras e Santos, se candidatou a concorrente para a vaga de meio-campista da Espanha, já que tem naturalização espanhola.
Nenê joga no Mônaco, não vem arrebentando, mas se destaca bastante nos jogos do campeonato francês. Já foi convocado pela seleção brasileira, em 2001, quando Felipão o testou em 4 jogos antes da Copa: correspondeu a um só gol e nunca mais fora chamado.
Se agradar como quer agradar Del Bosque, Llorente, Negredo ou Guiza brigarão pela última vaga no meio -- já que Xavi e Iniesta já se asseguraram.
É a esperança de Nenê e do Brasil realizar um feito tanto quanto curioso.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Seleções da Copa 29 - Espanha











"Favorita pela FIFA, Espanha espera finalmente desencantar"

Nome: Real Federación Española de Fútbol
Apelido: La Furia Roja
Confederação: UEFA
Mais participações: Andoni Zubizarreta(126)
Artilheiro: Raúl González(44)

Destaque: Xavi (Barcelona)
Treinador: Vicente Del Bosque
Time Base: 4-4-2 -- Iker Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué(Marchena) e Capdevilla; Xabi Alonso, Iniesta, Fábregas(Marcos Senna) e Xavi; David Villa(David Silva) e Torres
Participações em Copas: 4
Melhor Campanha: Quarto lugar(1950)