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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Atacante sueco é sexto escandinavo a detonar pelo PSV










A rodada do meio de semana dos jogos de ida, tanto de Champions League quanto de Europa League, ficou marcada pelo martírio das equipes mandantes, que venceram e empataram com abundância. E um dos visitantes que aprontou foi o PSV, líder do campeonato holandês, que encaminha sua volta à Champions depois de duas temporadas longe.
O empate por 2 x 2 com o Lille, primeiro colocado do campeonato francês, no Stadium Lille Metropole, foi alçançado graças ao atacante sueco, ou melhor, ao atacante escandinavo, Ola Toivonen, autor de 3 gols e 1 assistência na Europa League e de 12 tentos, sendo o quinto artilheiro da Eredivisie, empatado com El Hamdaoui, do Ajax, Janko, do Twente, Matavz, do Groningen, Bulykin, do Ado Den Haag e de Vleminckx, do NEC.

Ressaltei o termo escandinavo, pois outros atletas provenientes de tal região já brilharam com a camisa do PSV. Casos como o do compatriota de Toivonen, Ralf Edstrom, histórico avante da seleção da Suécia, autor de 4 gols na Copa do Mundo de 1974, dois contra o Uruguai, um contra a Alemanha Ocidental e outro diante da Iugoslávia. E que, além disso, ainda colaborou na única conquista do PSV da Copa da UEFA de 1978 e em mais 2 triunfos nacionais.











Seguindo a lista, achamos o norueguês Hallvar Thoresen(imagem acima), que marcou 106 vezes em 196 pelejas, alguns destes tentos na Liga dos Campeões 1987/88, quando o time de Eindhoven alcançou seu único caneco do principal torneio da Europa. Pela seleção norueguesa não protagonizou grandes proezas, mas ficou na história do futebol escandinavo.

Na mesma década, a de 80, em que Thoresen arrasou, surgiram também os dinamarqueses Frank Arnesen e Jan Heintze. Arnesen, hoje diretor de futebol do Chelsea, e Heintze, ex-lateral-esquerdo, contribuíram para mais triunfos locais do PSV, entre eles a Copa da Holanda e Supercopa da Holanda.

Em meados de 90, apareceu disposto a escrever seu nome na história do clube, o isalndês Eidur Gudjhonsen, hoje emprestado do Stoke City ao Fulham, mas que integrou o Barcelona bicampeão europeu na temporada 2005/06. Com o uniforme do PSV, Gudjhonsen atuou pouco, porém fez o suficiente para a equipe chegar ao décimo-quarto título holandês.

Toivonen, de 24 anos, e desde 2010 no elenco, ainda não conseguiu títulos para o PSV, mas tende a fazê-lo, pois sua temporada e a do time são exuberantes. Certamente integrará a lista de maiores jogadores da história dos Boeren, consagrando-se o sexto escandinavo lendário, se é que já não o fez.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Gomes quer vingança sobre o Milan, seu recente trauma










Pois é, os jogos de ida da oitavas da Champions League estão chegando, já acontecerão nas duas próximas terça e quarta. Para aquecer, começamos com um aperitivo do primeiro grande confronto desta fase: Milan x Tottenham, no San Siro.

Pré-jogo, o personagem em destaque é o goleiro Gomes. Em matérias da nova Revista ESPN e de vários diários ingleses, o arqueiro afirma que para ele esse duelo será particularmente especial. Pois era titular daquele eficiente PSV, semi-finalista da Champions 2004/05. O time base: Gomes; Lee Young-Pyo, Alex, Wilfred Bouma e Theo Lucius; van Bommel; Cocu, Johann Vogel; Park Ji-Sung, Cocu e Jefferson Farfán, derrotou o Panathinaikos, o Rosenborg, o Monaco e o Lyon.
Até que vieram as semis diante do Milan de Kaká, Seedorf e Schevchenko. Depois de um primeiro jogo, em Eindhoven, 3 x 1 para os holandeses, gols de Park e Cocu/Schevchenko, veio o jogo de volta, no mesmo San Siro onde Gomes tentará fechar o gol pelo Tottenham, e um 2 x 0 amargo, com 2 de Schevchenko, o da classificação italiana já nos acréscimos, acabou com a esperança do PSV chegar à decisão. A ira de Gomes pela chance de disputar aquela final, na qual o Milan perderia nos pênaltis ao Liverpool, ir por água abaixo foi deprimente. Naquele dia, o Milan se tornava uma equipe pela qual Gomes não sentiria nenhum tipo de simpatia.
A revanche pode vir agora, basta que os Spurs joguem seu melhor futebol e que Gareth Bale, Van der Vaart e companhia estejam num bom dia.

Tal espinha pode ser retirada da garganta de Gomes, caso a classificação inédita ocorra.

sábado, 17 de julho de 2010

Dzsudzsák, um dos bons garotos da renovação da Hungria













A Hungria, que já foi vice-campeã de uma Copa do Mundo, não chega a uma dela desde 1986. Em Eurocopa, os húngaros também deixam a desejar, sua útima participação fora em 1976.

Fatos que fizeram e ainda fazem o presidente da Federação de Futebol da Hungria, István Kisteleki, zelar por uma renovação no fraco elenco. O principal encarregado, o técnico holandês da seleção nacional, Erwin Koeman, promoveu algumas jovens beldades das categorias de base da seleção e dos principal clubes do país. Trabalho que já dura 3 anos e que não foi em vão. Balázs Dzudzsák, meia-atacante de 23 anos, que jogava na base do Debreceni há 3 anos, atraiu o PSV há 2 temporadas, clube pelo qual atualmente brilha. É o exemplo com maior repercussão. Koeman em nele apostou e a Hungria hoje aposta nele, que não sai mais das convocações do treinador, para uma melhora do futebol da nação.

O processo de inovação é fundamental para a Hungria ser grande novamente. É preciso tempo. Mas Dzsudzsák é um indício de que isso pode funcionar.

sábado, 27 de março de 2010

Copa: Primeiro norte-americano a disputar um semi de Champions amarga na Escócia










Pelo PSV, em 2004, o lateral-esquerdo norte-americano DaMarcus Beasley contribuiu com a classificação do time às semi-finais, servindo especialmente Cocu e van Bommel. O feito fez com que Beasley se tornasse o primeiro de seu país a chegar com um time tão longe na Liga.
Na ocasião, a campanha quase impecável -- 3 a 2 e 5 a 0 no Estrela Vermelha, 1 a 0(derrota) e 1 a 1 contra o Arsenal, 4 a 1(derrota) e 1 a 0 ante o Panathinaikos, 2 a 1 e 1 a 0 sobre o Rosenborg, 1 a 0 e 2 a 0 nas oitavas contra o Monaco, dois 1 a 1 no duelo das quartas contra o Lyon, até a eliminação para o Milan -- deixou Beasley exposto no mercado, até o interesse do Manchester City, em 2006.
Sem boas atuações foi a aposta do Glasgow Rangers, da Escócia, onde vive, atualmente, vacas magérrimas, além de pouco falado, mesmo praticamente garantido na equipe de Bob Bradley para a Copa.