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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Liverpool paga o preço de seu mico e oito ingleses enchem seus cofres











Estava claro que a vinda de Andy Carrol e Luis Suárez por valores astronômicos em janeiro era uma estratégia para evitar que o Liverpool pagasse um mico sem tamanho: o de ficar de fora de uma competição europeia. Pois bem, a temporada se foi e o pesadelo virou realidade. Indignação para os torcedores, frustração para os jogadores e surpresa para os homens fortes do time.

Só que se deixou passar de quem realmente iria sofrer eram os cofres dos Reds.

A um mês e meio do pontapé inicial das competições europeias da temporada 11/12, estima-se que cada um dos 32 times presentes na fase de grupos da próxima UEFA Champions League irão embolsar um valor de 3,8 milhões de euros, acrescidos de um bônus de 500 mil euros por cada jogo disputado(só na primeira fase são 6), sendo que por cada vitória acresce-se mais 800 mil euros e por cada empate 400 mil euros. Caso o time vá avançando de fases e, como consequência, chegue ao título, é procedente que este arrecade mais de 20 milhões de euros. É grana para dar e vender.
Na Europa League, os valores que cada uma das 48 equipes da primeira fase embolsarão serão um pouco inferiores, o que não torna o torneio desprezível. O atual campeão Porto pôs em seu cofres um valor compatível ao de uma equipe que chegou às semis da Champions.

Pelo fato do dinheiro estar em jogo, o vexame do Liverpool provoca em seus adeptos um arrependimento duplicado ou talvez bem maior. Consequência disso é ter de economizar em contratações, especialmente de peso, ainda mais às vésperas da lei do fair-play financeiro entrar em vigor. Por enquanto, chegaram apenas Doni, ex-Roma, Charlie Adam, ex-Blackpool e Jordan Henderson, ex-Sunderland, a Anfield Road. É pouco para eventuais ambições.

A dor de cotovelo só aumenta porque Manchester United, Chelsea, Manchester City e Arsenal estão na Champions mergulhando em milhões e sonhando alto, especialmente no que se refere à contratações. O Arsenal já trouxe Gervinho, o United está de olho em Sneijder, o City deseja Agüero e o Chelsea, momentâneamente, é cauteloso e não se move, mas deverá se reforçar à medida que o tempo passe.

Para o Liverpool, talvez seja ainda mais terrível ver mais outros 4 clubes, desta vez com presença na Liga Europa, com chances de receber absurdos só por estar na fase de grupos: Tottenham, quinto colocado, Stoke City, o time de menos títulos da Premier League que foi vice-campeão da FA Cup, Fulham, que só disputa a competição por sua boa colocação no ranking de fair-play(veja só!) e Birmingham, campeão da Carling Cup e primeiro time na história de uma competição europeia a disputá-la paralelamente a uma segundona nacional, sim, os Blues foram rebaixados na última temporada e terão de disputar a Championship a partir de agosto.
Durma com um barulho desses.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Torcida apaixonada é orgulho de nanico da Premier League













É sabido que na Inglaterra quase não há torcedor que abandone seu time, independentemente da situação em que ele se encontrar. A torcida do Blackpool, time modesto, para não dizer pequeno, faz parte dessa lista.

Hoje, no estádio Blooemfield Road, os Tangerines receberam o todo poderoso Chelsea e apanharam de 3 x 1, como a teoria indicava. O detalhe fica para a lealdade da torcida do time laranja que, mesmo com o placar apontando 3 x 0 contra, cantavam e vibravam sob um frio de 2 graus, com o objetivo de empurrarem seu time de coração em busca de um único golzinho. A recompensa viria momentos depois, com o tento de Puncheon, já no final da segunda etapa.

O Blackpool tem uma das menores médias de público da Premier League, mas........ não se assuste, isso ocorre pois o Bloomfield Road é o menor estádio da primeira divsão, com capacidade para algo em torno de 16.000 pagantes. E em todas as rodadas há lotação quase máxima, com quase nenhum lugar disponível.
Hoje, portanto, não foi diferente. O Blackpool, que luta desesperadamente contra o rebaixamento, tinha desfalques para a partida contra o Chelsea e, mesmo assim, a apaixonada torcida compareceu por atacado e empurrou como pôde sua equipe, ainda que no fundo soubessem que uma heroica vitoria seria praticamente impossível.

A torcida inglesa, se nunca falei isso antes por aqui, é o modelo para o mundo. É claro que há países como o nosso em que se torna cada vez mais perigoso frequentar um estádio, porém, o que está em questão é a fieldade e o amor dos fãs. Algo monstruoso, apesar de nunca ter testemunhado tal. Algo que motiva qualquer atleta e técnico, no caso Ian Holloway, sempre com sua simpática gravata laranja, que ressaltou sua surpresa com tamanho fanatismo depois de chegar ao Blackpool em maio de 2009.

sábado, 5 de março de 2011

Escoceses marcam confronto entre maiores campeões ingleses










Amanhã, Liverpool e Manchester United duelam em Anfield Road, pela Premier League, e o que mais marca é mais um reencontro de Alex Ferguson e Kenny Dalglish, ambos treinadores escoceses, que brigaram pelo título inglês em 1995, quando Dalglish era técnico do Blackburn, campeão daquela temporada, e Ferguson entrava em seu nono ano como comandante dos Devils.
Nesta temporada, enfrentraram-se já pela FA Cup.

Pois depois de uma ligeira pesquisa, detecto que este clássico inglês passa longe de ser o primeiro em que tanto Liverpool, quanto United são treinados por escoceses.

O primeiro jogo em que os comandantes provinham da Escócia aconteceu na Division One 1925/26, temporada em que o Huddersfield Town fora o campeão nacional e em que os Reds, treinados por Matt McQueen, enfiaram 5 x 0 nos Red Devils, de John Chapman.
Ao longo da história, abundantes confrontos entre treinadores escoceses, dentro deste choque dos atuais maiores campeões ingleses da história, ocorreram. Como por exemplo Bill Shankly(Liverpool) x Scott Duncan(Manchester), ou então Graeme Souness(Liverpool) x Alex Ferguson(Manchester).
Ao todo, o Liverpool colecionou 4 chefes escoceses: Matt McQueen, Bill Shankly, Graeme Souness e Dalglish, a exemplo do United, que contou com John Chapman, Scott Duncan e Matt Busby, além de Ferguson.

O confronto em questão, Dalglish x Ferguson, não ocorreu apenas em 1995 e na FA Cup desta temporada, como já citado no comecinho do post. Na temporada 1985/86, na qual Ferguson debutava, Dalglish era técnico dos Scousers e enfrentava seu compatriota pela primeira vez no dia 18 de outubro de 85, em Old Trafford: o jogo acabara 1 x 1. Naquela ocasião, o Liverpool se sagraria pela décima-sexta vez campeão inglês.

Hoje tem 18 títulos, assim como o Manchester, seu adversário na manhã de amanhã, que pode já nesta temporada ultrapassá-lo no ranking de triunfos nacionais. O resultado de amanhã poderá ser determinante para essa hispotética ultrapassagem.

terça-feira, 1 de março de 2011

David Luiz é o reflexo de um Chelsea que joga com o coração








O Chelsea não vem jogando bonito, algo que fazia muito bem nos últimos meses. A raça e a determinação de seus atletas é que é, ou pelo menos foi fundamental para a virada no clássico diante do líder Manchester United, em Stamford Bridge.

O Chelsea tem um time capaz de vencer Champions League, mas algo ainda está errado. Não é normal um time ter uma bruta queda, como teve, sem desfalques. Pelo contrário, como vocês sabem, Roman Abrahmovic abriu seus cofres e torrou grana por Fernando Torres e David Luiz. O espanhol ainda está em fase de entrosamento, normal para um atacante. Já David Luiz............ o zagueiro brasileiro brilhou no jogo de hoje: marcou de voleio o gol de empate em sua característica chegada ao campo de ataque como elemento surpresa e desarmou os avantes do United de forma exuberante, com raça e fome, especialmente no segundo tempo, após seu tento, que o deu confiança e moral-extra. Pelo menos a mim me agradou.

Por enquanto, nisso não vejo interrogações, David Luiz corresponde mais do que Torres. E o Chelsea cresce após a vitória sobre os Devils e sobre o Copenhagen, na semana passada, pela Champions. O título inglês já foi, mas o europeu está em aberto aos Blues.

O Chelsea volta, aos poucos, a ser o que era na temporada passada, mas, instantaneamente, o coração é mais efetivo do que a habilidade que todos sabem que os atletas do time Londres tem. O ideal ainda está longe.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Denis Law, o emblema do dérbi de Manchester. Mas longe de ser o artilheiro










Amanhã tem clássico na Inglaterra. Melhor dizendo, dérbi local da cidade de Manchester, envolvendo o United e o City, em Old Trafford. O confronto vale mais do que 3 pontos, vale a arrancada dos Devils, líderes momentaneamente, rumo a seu décimo-nono título nacional, ou a esperança do título reaberta aos Citizens.
A expectativa é de um jogo incrível. Adjetivo que combina muito bem com o dérbi. Afinal, se listar todos as partidas de tirarem o fôlego dos torcedores, ficarei até amanhã digitando.












É hora de relembrar alguns dos personagens deste duelo. A começar por Dennis Law, o homem que rebaixou de série ambos os times em menos de 10 anos. Na temporada 61/62, após transferência junto ao Torino, o atacante, então do United, deixou sua marca no 1 x 1 da última rodada do torneio diante do City, gol que representou o rebaixamento dos Azuis à segunda divisão. Dez temporada depois, seu papel foi invertido. Fez um golaço de letra, em pleno Teatro dos Sonhos, em seu ex-clube, o que significou, dessa vez, queda dos Vermelhos à segundona nacional. Seu rótulo de carrasco é estampado até hoje na história dos dois clubes.

Personagem deste dérbi, que viverá sua página 150 amanhã, Law não fez mais além destes dois tentos decisivos no duelo. Por isso, não chega nem perto de ser o artilheiro no confronto. Proeza que cabe a Joe Hayes, avante do City na década de 50, e a Francis Lee, último artilheiro de um Campeonato Inglês com a camisa do mesmo City, ponta-direita goleador da década de 70, ambos com 10 gols no histórico choque. Atrás dos dois, também aparecem na lista do 4 maiores marcadores: Bobby Charlton, ganhador da Bola de Ouro de 1966, depois de sua magnífica Copa do Mundo pela Inglaterra, com 9 gols; Colin Bell, meia dos Citizens na década de 60 e 70, Eric Cantona, goleador francês dos Devils nos anos 90, Brian Kidd, ex-ponta de lança tanto do United quanto do City e Joe Spence, fazedor de gols do United na década de 1920, todos com 8 gols; além do norte-americano Dennis Violet, 7 gols.

Recentemente, a última grande peleja foi a do primeira turno última temporada, em Old Trafford: 4 x 3 para os donos da casa, embora o galês Craig Bellamy tenha tido um atuação de gala junto aos visitantes.

Na história, são 59 triunfos dos Red Devils e 41 dos Citizens, 49 empates. Um novo capítulo ganhará espaço no livro dos confrontos, na manhã de amanhã.

Não percam!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Complicar a vida dos grandes e sonhar alto é a tônica do Sunderland












Ser derrotado dentro de casa por 4 x 2 pelo Chelsea nesta noite de terça não pareceu ser um problema de grandes proporções ao Sunderland, surpreendente na Premier League: sexto colocado, com 37 pontos. Ter jogado bem e cumprido seu figurino de dar trabalho aos grandes da Inglaterra valeu o ingresso. Para se ter noção, o Sunderland empatou com Tottenham, Arsenal, Manchester United, Liverpool e derrotou Manchester City e Chelsea, este dentro de Stamford Bridge, por 3 x 0, com autoridade, no primeiro turno. Derrotas contra gigantes só mesmo contra o líder isolado United, em Old Trafford, e na partida de hoje, contra os ascendentes Blues, nova equipe de Fernando Torres e David Luiz.

Almejar vaga na próxima Europa League é o grande objetivo dos Black Cats, já que uma inédita vaga entre os 4 primeiros da tabela, o que até dado momento poderia ser possível, vai ficando distante. Afinal, sendo totalmente realista, Champions não é para o bico do Sunderland. Mas, é melhor não subestimar.

Destacar o trabalho do técnico Steve Bruce, ídolo do Manchester United nas décadas de 80 e 90, é a melhor coisa que posso fazer no momento. Sua certa experiência como treinador -- tem esse cargo desde 1998 -- e seu dom de fazer trabalhos decentes diante de times modestos ou pequenos é de se ressaltar com ênfase.
O elenco útilíssimo e barato, embora tenha perdido Darren Bent para o Aston Villa, reúne nomes conhecidos como: Asamoah Gyan, atacante ganês, famoso pelo que protagonizou na última Copa do Mundo, Danny Welbeck, emprestado pelo Manchester United, Kieran Richardson, participante do início da campanha vitoriosa dos mesmos Red Devils na Champions 2007/08, além do holandês Boudewijn Zenden, que já vestiuv as camisas de Chelsea, Liverpool e, especialmente, do Barcelona, onde fazia parte da legião holandesa da era Louis Van Gaal, da qual faziam parte Hesp, Reiziger, Winston, Kluivert, Cocu, Ronald e Frank de Boer.
Sorte ao Sunderland!!

Abramovich volta a torrar milhões por seu velho desejo











Roman Abramovich, o magnata russo que preside o Chelsea, foi, sem nenhuma dúvida, o grande protagonista de ontem, dia do fechamento da janela de tranferências na Europa. Gastou 50 milhões de libras por Fernando Torres e ainda conseguiu acertar a contratação do zagueiro brasileiro David Luiz, ex-Benfica, por 21,5 mi de libras, no último suspiro.
Torres, agora, torna-se a transferência mais cara da gestão Abramovich. Schevchenko perdeu seu posto, além de Essien cair para terceiro e Drogba para quarto.

Investir tão pesado como o Chelsea investe é uma verdadeira alogia. Números que dariam para uma miserável nação africana se sustentar por 1 ano, ou até mais, servirão para o elenco do Chelsea, sob o comando de Carlo Ancelotti, ganhar mais força, mais recheio, mais potência.
Faz parte do tão sonhado sonho do presidente russo de rumar com mais força à conquista da Europa, se possível neste ano, já que, das 8 Champions League que o Chelsea disputou com o milonário no poder, não deu em nenhuma delas.
Ter estacionado no mercado nas últimas janelas foi fruto da crise econômica mundial que abalou Stamford Bridge. Mas, persistente, Abramovich volta a torrar milhões, para não perder o costume, e para o Manchester City, também presidido por um magnata, não ganhar a fama dos Blues.
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Pois não foi o Chelsea o único inglês a se mover com autoridade neste mercado. O Liverpool, em parte com a grana recebida por El Niño, nagociou com o atacante Andy Carrol, ex-Newcastle, depois de, há alguns dias, ter acertado na mosca ao investir uma dinheirama no também atacante Luis Suarez, ex-Ajax. Também belíssimas contratações! Pena mesmo pelo altíssimo e evitável investimento, em meio às sufocantes dívidas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Confirmação de Dzeko aumentará insatisfações no City















Agora a pouco, o técnico do Manchester City, Roberto Mancini, confirmou em entrevista coletiva antecedente à partida diante do Arsenal, amanhã, a contratação do atacante bósnio Edin Dzeko junto ao Wolfsburg pelo valor de 30 milhões de euros, ou 66 milhões de reais.

Se oficialmente for confirmada, tal contratação, tremendamente maléfica ao Wolfsburg, só trará mais insatisfações num grupo de vários jogadores insatisfeitos no clube. Principalmente se tratando do ataque, posição que os Citizens perderam há alguns dias o paraguaio Roque Santa Cruz para a Lazio.
Hoje, Tévez é o titular da posição e normalmente joga como único atleta de ataque, por opção tática do teinador italiano. Mario Balotteli, Jô e Adebayor são os outros avantes. O togolês, o mais insatisfeito entre os 4 últimos citados, é cotado para ir ao Real Madrid, a fim de suprir a ausência de Higuaín, vítima de uma lesão no joelho e confirmado como desfalque à Mourinho na temporada. Só cotado.

O peso de brigar pelo título maximiza ainda mais no City a concorrência extrema no setor.
Agora então, possivelmente com Dzeko no elenco, a briga esquentará.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Gareth Bale é decisivo de novo. E merece especial atenção













Indiscutivelmente, o galês Gareth Bale foi e cada vez mais comprova e convence de que é uma das maiores bolas dentro do Tottenham, em sua longa história. Outra vez, depois de assinalar em sua fatal puxada de contra-ataque diante do Newcastle e dar assistência contra o Aston Villa, foi fundamental para a primeira vitória dos Spurs no ano de 2011, desta vez sobre o Fulham, em baixa. Marcou o gol da vitória, servido por Rafael Van der Vaart, artilheiro da equipe na Premier League, 8 gols, um a mais que o próprio Bale.

Ainda não destinei exclusivamente um post para ressaltar o quão este ponta-esquerda, de apenas 21 anos, é incrível, podendo render muito mais do que rende e vem rendendo, principalmente nesta temporada, na qual ganha visibilidade mundial, tanto na Premier League quanto na Champions League. Pois é isso o que farei nesta postagem, a primeira de 2011.

Não sei se já disse, mas volto, ou não, a escrever que em 17 de abril desse ano, no segundo turno da Premiership, quando o Tottenham venceu por 2 x 1 o Chelsea, que dali em diante não perderia mais para se sagrar o campeão, sendo o segundo tento um golaço de Bale, deixando dois marcadores para trás, os quais não lembro quem eram(acredito que Terry e Ashley Cole), vi estar nascendo um craque que na temporada seguinte, justamente a que estamos, estaria crescendo ainda mais e, se possível, já aparecendo como um dos destaques da Europa. É o que acontece.

Só não sei se o que o galês mostrou até agora seja o bastante para dizer que virará um astro, um dos grandes craques, aqueles lendários mesmo, daqui a 10 anos, ou até menos. A tendência é, do jeito que vai, ocorrer isso. Mas pode ser que apenas lampeje no futuro, alternando boas e ruins apresentações, a exemplo de bons jogadores que temos hoje.

A princípio, já é uma mini-lenda no Tottenham, que luta até pelo título nacional, em aberto por enquanto, e não para de me impressionar. Basta assistí-lo com frequência, como tento fazer.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Com técnico ameaçado, Liverpool vai vendo zona de Champions se distanciar










A derrota do Liverpool, hoje em Anfield Road, para o então lanterninha Wolverhampton só ajudou a confirmar a tese de que o gigantesco Liverpool vai caindo, perdendo espaço para equipes crescentes, como Tottenham e Manchester City.

Sua venda há três meses parecia ter sacudido positivamente o elenco, melhorado e amenizado um ambiente conturbado. Mas hoje, o técnico Roy Hodgson se vê com a corda no pescoço, à sombra de Rafa Benítez, de quem a torcida pede o retorno. Além disso, a distância de 12 pontos para o quarto colocado Chelsea é de preocupar, afinal, o Liverpool, rodada vai, rodada vem, vai se deparando com o drama de acabar o campeonato sem demarcar território entre os quatro primeiros, amargando numa Europa League, ou nem isso. Pois hoje é décimo-terceiro colocado, com 23 pontos, a 3 da zona de rebaixamento.

É de se lembrar também que o Liverpool, integrante de carteirinha da UEFA Champions League, da temporada 2001/02 até a 2008/09, defende a possiblidade de não participar de tal competição, e que competição, pela segunda vez consecutiva.
Pode ser que uma boa sequência de campanha na Europa League, quem sabe o título, tal qual não dá mais vaga na Champions, ajude a manter as esperanças da equipe na Premier League.

Só é preciso engolir e se conscientizar que existem 5 grandes concorrentes nessa briga. E a desvantagem em relação a eles é de praticamente encerrar com as esperenças!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Em Premier League equilibrada, Bolton tem evolução visível









A Premier League nunca esteve tão equilibrada nos últimos anos como está nesta temporada. Normalmente, sempre há aquele pelotão de 2 ou 3 times que avançam assustadoramente à parte alta da tabela, distanciando-se bastante do restante.
Porém, o roteiro está mudando.
Na atual edição, o crescimento monstruso de Tottenham e Manchester City, a incrível queda de produção do Chelsea, coincidentemente logo depois da misteriosa demissão, por opção do bilionário Roman Abrahmovic, do auxiliar-técnico Ray Wilkins, trazido em 2008 quando Felipão era o técnico, e a inconstância comum de Arsenal e Manchester United, fizeram e estão fazendo com que o campeonato ganhe equilíbrio e emoção a cada rodada que passa. É so olhar para a tabelas e ver, em meio a maratona de partidas nesta época de festas, a diferença de apenas 5 pontos entre os 5 times citados.














Além do equilíbrio extremo da Premiership, o Bolton Wanderers, time do lendário David Jack, grande responsável por duas de quatro conquistas da FA Cup da equipe, na década de 1920, é o principal destaque do post.
Motivo de piadas e ironias sempre ativas, o Bolton cresceu e muito, jogando na temporada o que quase nunca jogou em seus 136 anos de existência. O sexto lugar na tabelas não é mera sorte. É o reflexo do bom/excelente trabalho do desconhecido até então técnico escocês Owen Coyle. É também um golpe duro aos que chamavam o futebol jogado por algumas equipes inexpressivas da Inglaterra, dentre elas o Bolton, de "FuteBolton", ironia que representava o estilo de jogo resumido à correria, força e bolas alçadas na área.
Capaz de complicar a vida dos grandes, missão de amanhã, em partida contra o Chelsea, em Stamford Bridge, os Trotters apostam na virtude ofensiva do sueco Johan Elmander, na experiência do búlgaro Martin Petrov, ex-Manchester City e do goleiro finlandês Jaaskelainen, e na modesta habilidade do croata Ivan Klasnic, ex-Werder Bremen. Todos estrangeiros que estão rendendo e fazendo a torcida acreditar na possibilidade de chegar à Europa League, o sonho de todos aqueles times de segunda linha na Europa.
De olho no Bolton!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Novela Tevez tem o mesmo final do de Wayne Rooney















Carlitos Tevez continuará no Manchester City até o final de seu contrato, cujo término será em 2014. A confirmação vem do site oficial do Manchester City, às vésperas da partida diante do Everton, nesta segunda.

Depois de o argentino ter pedido por meio de uma carta sua saída devido a sua situação conturbada no clube, depois de ter mandado um representante tentar negociar com Alex Ferguson sua volta ao Manchester United e depois de seu empresário, o iraniano Kia Joorabchian, ter batido boca com um dos dirigentes dos Citizens, o final da novela é esse, repetindo o que aconteceu com outro avante do outro clube da cidade, Wayne Rooney, quando, em setembro, afirmou sua saída do United, e dias depois mudou de ideia a ponto de renovar seu contrato por mais dois anos.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Andy Carrol e seus números invejáveis na Premier League














Andy Carrol, de 21 anos, é jogador profissional do Newcastle desde 2006. Nunca havia tido uma Premier League tão boa como essa, e olha que só se foram 17 rodadas.
Seus números são de impressionar e de invejar a qualquer atacante.
É vice-artilheiro, com um só gol atrás de Dimitar Berbatov.
E, dos 27 gols feitos pelo Newcastle no torneio, 17 passaram por ele, 10 gols e 7 assistências, sempre bem colocado, se aproveitando de sua força, do excelente aproveitamento em bolas áreas e de seu chute de direita potente.
Hoje, estraçalhou o Liverpool.
Atuações recentes vem dando-lhe crédito com o técnico da Inglaterra, Fábio Capello, que já havia o chamado para um amistoso em novembro contra a França.
É meu destaque do Campeonato Inglês desta temporada, no qual carrega o tradicional, mas modesto hoje em dia, Newcastle, nas costas.

domingo, 9 de maio de 2010

Chelsea aniquila Wigan e constroi novas marcas na Premier League















Desde a temporada 1962/63, o Chelsea não superava a marca de 100 gols. Superou hoje, terminando com absurdos 103, no jogo dos 8 x 0 sobre o Wigan, que valeu seu quarto título da história, em Stamford Bridge. A temporada também serviu para o time superar o melhor ataque da história da Premier League, pertencente ao Manchester United da temporada 99/00, que alcançou 97 tentos, com 20 de Dwight Yorke e 19 de Andy Cole.
Outras marcas:
Drogba artilheiro: 28 gols na Premier League, 36 na temporada.
Lampard estupendo: 17 assistências e 21 tentos no Inglês.
Chelsea arrasador: 68 gols em casa -- maior marca da história -- e 8 grandes goleadas na temporada, quatro que ultrapassaram seis tentos.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

COPA: Pienaar e o interesse de Chelsea e Liverpool













Com 4 gols e 8 assistências na atual Premier League, o meia sul-africano do Everton, Steven Pienaar, é alvo de três gigantes da Inglaterra: Tottenham, Chelsea e Liverpool. Este último é o principal interessado. A pedido de Rafa Benítez, os rivais do Everton estariam dispostos a uma oferta superior ao dos concorrentes, na casa do 10 milhões de euros e com salários beirando os 50 mil euros semanais.
O empresário do jogador, Ivan Modia, é preciso: "A definição sobre a carreira dele sairá antes do início da Copa"

quarta-feira, 24 de março de 2010

COPA: Robinson, Foster, David James.....e suas lambanças









A Inglaterra vem sofrendo quando o tema abordado é goleiros.
É incrível, mas nos últimos anos já são 3 que protagonizam lances bizonhos: em 2007, a Inglaterra perdeu da Croácia, nas eliminatórias à Eurocopa, graças a Paul Robinson, que após um recuo de Ferdinand, furou e viu a bola entrar lentamente. Ano passado, o Manchester United bateu seu rival City por 4 a 3, porém o primeiro gol celeste saiu da falha do goleiro Ben Foster, que pegou errado a bola e deu de presente para Tevez marcar.
Hoje à tarde foi a vez de David James, do Portsmouth, furar pateticamente no primeiro dos 5 a 0 impostos pelo Chelsea. O arqueiro foi traído pelo quique da bola e chutou o ar, deixando Drogba com a missão de empurrar paras as redes -- coisa que já fez 26 vezes na temporada.
A Inglaterra pode se tornar competitiva na Copa, mas primeiro é bom dar uma olhada no camisa 1, já que a fase de Green, já citado neste blog, também não é a das melhores.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

COPA: Tevez volta e decide em Londres








O Chelsea perdeu em Stanford Bridge depois de 37 jogos invicto. A Premier League, então, toma um rumo diferente daquele aguardado. Os Blues ainda são líderes, porém a distância para o United, que pode ser aproximado pelo Arsenal, é de um ponto.
O Manchester City, adversário da manhã, resolveu o jogo (4 a 2 - mesmo resultado da última vitória do City em Londres, em 1993) na parceria com Tevez, o imbatível Tevez, que somou com os dois de hoje 16 gols na temporada.
A expressão do título 'volta' se refere a ausência do argentino contra o Stoke City, pela Copa da Inglaterra, no meio da semana. O motivo foi o nascimento, prematuro, de seu filho, em Buenos Aires.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

COPA: Škrtel, ontem, um leão na marcação















Quem assistiu o jogo Manchester City 0 x 0 Liverpool, ontem à tarde, pôde perceber um jogo feio, desagradável, com várias faltas...... e marcações precisas.
Houve cenas fortes, nas quais o árbitro, absurdamente, não interferiu: lances e faltas de Mascherano e Lescott, por exemplo, que mereciam o vermelho.
Mas foi do eslovaco Martin Škrtel que desarmes limpos e incríveis de se ver aconteceram. Rafa Benítez o escalou mais por necessidade, pela ausência do grego Kyrgiakos em sua defesa, que cumpriu suspensão. Seu papel era anular Adebayor, e confundir o City invertendo sua marcação no segundo tempo, quando não desgrudou de Bellamy. Fez bem.
Comprovando sua importância na seleção da Eslováquia, tendo seriamente me impressionado.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

COPA: Tudo indica que Green será o titular da Inglaterra









Ninguém tem nada contra o goleiro Robert Green, que vem sendo o titular da seleção da Inglaterra. O que os ingleses devem tomar cuidado é o fim momentâneo da safra, pelo menos nos últimos 5 anos, que já era pequena, dos arqueiros do país.
Não que estejamos subestimando a qualidade de Green. Não é isso. Ele tem méritos e é o melhor na atualidade -- pelo inexperiente West Ham, 14o. colocado, sofreu apenas 40 gols: 11o. goleiro menos vazado da Premier League. Excelente pra um time que não quer ser rebaixado.
Nas partidas contra o EUA, a Argélia e a Eslovênia, em Rustenburg, Cape Town e Port Elizabeth, Capello vai escolher Green. Porque não tem quem melhor para optar. Ben Foster e Joe Hart só fazem parte do elenco reserva. Estão num nível inferior aos demais.
Será, tendo tudo pra ser, a primeira Copa de Green.

Green
Robert Green, 30 anos: 18/01/1980, 1,91 m. Nasceu em Chertsey, foi revelado pelo Norwich e hoje atua no West Ham. Pela Inglaterra foram 8 jogos, o bastante para se consagrar. Primeira partida pela seleção: contra a Colômbia, em 31 de maio de 2005(quando era o terceiro goleiro).

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A tarde de Drogba, agora vice-artilheiro









Nos 2 a 0 impostos do Chelsea em cima do Arsenal, uma estrela brilhou, e acabou com o jogo: Dider Drogba. Autor de dois gols, que exigiram raça e fome de gol. O marfinense agora se distancia de Jermaine Defoe e Darren Bent, e toma, isoladamente, o posto de vice-artilheiro da Premier League, com 17 gols, apenas atrás de Rooney, que tem 21.
O Chelsea é o favorito ao título. Tem o time mais certinho e sabe jogar num 4-3-2-1. Com Anelka não precisando mais buscar jogo no meio, o que fez quando Drogba esteve ausente, na CAN.
Joe Cole pelos cantos foi bem também. Tornando as subidas constantes de Malouda produtivas, como ocorreu no segundo gol.
O Chelsea eliminou concorrência. E tem tudo para conquistar o tetra.