Mostrando postagens com marcador Flamengo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flamengo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você lembra do último 5 x 4 do Brasileirão? Já faz 6 anos










Assistir a um jogo de futebol com 8, 9, 10, 11 gols, equilibrado, bonito, sem muitas faltinhas é um privilégio para qualquer um.

Na história recente do Brasilerão, é possível lembrar de Atlético-PR 6 x 4 Vasco, na Arena da Baixada, em 2006, Portuguesa 5 x 5 Figueirense, no Canindé, em 2008, Santo André 5 x 3 Náutico, no Bruno José Daniel, em 2009, Grêmio 4 x 4 Fluminense, no Olímpico, em 2006....

Ontem, Santos e Flamengo fizeram uma partida para entrar neste hall, com alternativas diversas, gols espetaculares de Neymar e Ronaldinho, e, especialmente, poucas infrações. No fim, 5 x 4. Pois bem, você lembra do último jogo de Campeonato Brasileiro que terminou com este placar. Em 6 de agosto de 2005, há quase 6 anos, o Atlético-PR venceu o Cruzeiro por este placar, 3 gols de Finazzi, ex-Ponte Preta e Corinthians.

Registro feito, esperamos por outros jogos históricos e emocionantes desse tipos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mais uma vez um assunto chato toma conta do noticiário brasileiro













Primeiro foi a história da unificação dos títulos do Brasileirão com os do Robertão e da Taça Brasil, que gerou polêmica atrás de polêmica e discussões à toa, já que não haveria chance de volta.

Agora, o assunto da vez, que incha os noticiários esportivos, é a briga pela Taça das Bolinhas de1987, troféu feio por sinal, que acabou hoje por ser declarada propriedade do Flamengo, depois de o São Paulo ter se apropriado.
A CBF fere os valores do futebol brasileiro, inventando e dando títulos e canecos para quem mais lhe agradar.
A taça em questão deveria ser entregue a um museu ou alguém ter criatividade o bastante para fazer algo com a tal. E pronto! Viremos a página!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Rivaldo e Ronaldinho: estreias postivas, mas sem ainda garantia de sucesso

No futebol, nunca é bom se iludir com qualquer coisa.
A estreia de Rivaldo, assim como a de Ronaldinho Gaúcho foram um pouco distintas, mas, no geral, boas.










Rivaldo foi multifuncional e demostrou poder realmente ajudar muito o São Paulo, tanto com lances brilhantes, como o lençol que deu no meia do Linense aos 37 da segunda etapa, tanto com a característica de ser desicivo em lances de um puro matador, como em seu bonito gol, quando o Tricolor se via com o prejuízo de 0 x 1. O Linense não é uma equipe para medirmos se Rivaldo deixará grandes lembranças dos lados do Morumbi, assim como o Paulistão também não é. Mas é claro que se o atleta aguentar o tranco e for positivo com grande frequência durante a competição, não há como repetirmos como desculpa o discurso que os adversário não são referências, pois isso é óbvio. O que se discute mesmo é seu regular rendimento. O que, cuidando de sua forma física e treinando para ganhar ritmo, parece ser muito possível.











Já Ronaldinho foi mais discreto, mesmo assim não destoou totalmente em relação àquilo que a nação rubro-negra aguardava. Alternou lances bonitos, passes com sua marca, com erros infantis de toques de bola e queda total de rendimento em dado momento. Talvez demorará um pouco para o meia corresponder dentro de campo à mesma proporção que a torcida vibrou com sua contratação. Para realmente ser considerado uma bola dentro do Flamengo, terá que ir bem frequentemente no Carioca e na Copa do Brasil, mas só o Brasileirão medirá de forma correta se o investimento valeu a pena. A mesma coisa servirá a Rivaldo.

Por enquanto, exibições diante de times medianos e pequenos, como Nova Iguaçu e Linense, com todo o respeito, servem como uma preparação tanto para Rivaldo quanto para Ronaldinho para o o que virá pela frente.
No entanto, é preciso que os torcedores tenha calma. No momento, o aceno postivo foi dado.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Flamengo: craque se faz em casa. E a tolice de Luxemburgo














Craque se faz em casa. É o lema do Flamengo em sua gigantesca e vitoriosa história, no que se refere às revelações de Zico, Júnior Baiano, Júnior, Adriano, e por aí vai.

Pena que hoje em dia as categorias de base não levam tanta atenção como antes. Empresários, agentes e outros tantos cartolas só se interessam pela recompensa financeira que uma ou outra revelação que surge propiciará. São poucos aqueles que pensam diferente, ao segurarem as promessas visando sucesso dentro de campo e, ao mesmo tempo, dando-se ao luxo de economizar com contratações duvidosas.
Contudo, na contramão, vários atletas do rubro-negro campeão merecido da Copinha, depois da final de hoje diante do Bahia, terão, no momento certo, vaga no time de cima. Digo isso sem dúvidas, pois não foi para qualquer um o que jogaram o meia-atacante Rafinha, o volante Muralha, o goleiro César e os avantes Negueba, já sendo aproveitado no profissional, Tomáz e Adryan.

Prova de que o Flamengo não liberará a nenhum custo tais atletas foi a presença de Patrícia Amorim e Vanderlei Luxemburgo no Pacaembu para a partida de hoje. O treinador ex-Atlético-MG já garantiu que quer a integração de Muralha, César e Rafinha ao time profissional. Entretanto, o absurdo vem por último: Luxa afirmou que Muralha terá de ser chamado de Luís Felipe, seu real nome, e Rafinha terá de mudar seu penteado estilo moicano para um mais normal. Restrições tolas, não? Desde que joguem bola, o importante não é a aparência tampouco o nome, no caso apelido.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Finalíssima da Copinha terá Bahia x Flamengo



Flamengo x Bahia
Superação é a palavra que achamos em comum para as duas equipes, protagonistas da final na manhã desta terça-feira, dia do aniversário da cidade de São Paulo. Enquanto o Flamengo foi vitimando gente grande, o Bahia, aos trancos e barrancos, fase a fase, foi pulando os obstáculos que tinha a frente de forma sufocante. A última final sem paulistas ocorreu em 1996, quando o América-MG, eliminado pelo Bahia na última fase, venceu o Cruzeiro, eliminado pelo Flamengo na primeira fase do mata-mata. Pelo menos uma vez queimando a língua de vários palpiteiros, os dois times, de grande torcida em São Paulo, o que torna o espetáculo ainda melhor, chegam fortes e confiantes. Apostro no segundo título rubro-negro, mas a inédita conquista baiana pode tranquilamente ocorrer.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Clube de Zico, indagado por Capitão Léo, rende destaque na Copinha













Você deve se lembrar do espisódio ocorrido em outubro resultante na saída de Zico do cargo de diretor executivo do Flamengo. Na ocasião, o presidente do Conselho Fiscal do clube, Leonardo Ribeiro, o Capitão Léo, fez acusações contra Zico pela parceira Flamego-CFZ(Centro de Futebol Zico) estar sendo prejudicial ao rubro-negro, além disso alegou que Arthur Júnior e Bruno, filhos do Galinho, estariam participando diretamente de contratações ao time, o que, na visão de Léo, estaria sendo incorreto.

Pois bem, com a Copa São Paulo de Futebol sub-18 chegando a seu término, vemos o Flamengo chegar a final depois de 21 anos, feito histórico nas categorias de base da equipe, e, um dos destaques do time vem sendo o hábil meia-atacante Rafinha, após ser uma das estrelas justamente e curiosamente do CFZ do Rio, no ano passado.

Para quem julgava tal parceria maléfica ao Fla, um bom jogador, capaz de chegar ao time profissional nos próximos anos, aparece graças a Zico.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cartolas do Flamengo se arriscaram em trazer Luxemburgo, que não tem nada mais a perder















Escrevi um texto há pouco mais de 2 meses questionando quais seriam as novas ambições de Vanderlei Luxemburgo, enquanto técnico de futebol. Naquele momento, Luxa era a caricatura de quem havia sido no passado. Hoje, ainda não deixou de ser isso.

No Flamengo, há pressão, como havia no Atlético-MG. Mas há gente que em nele confia, como acontecia também em Minas. O agravante em sua passagem pelo Galo foi que os resultados não vieram, numa equipe cujo plantel tinha, e não deixa de ter, só que agora sob o comando de Dorival JR., capacidade para conseguir algo mais. Chegava a parecer que vontade faltava. Vontade para dividir, para marcar, faltava fadiga em relação a esforço.

O Flamengo pode realmente ter se arriscado nessa aposta, em um treinador que tem um passado brilhante, mas um presente sofrível e desgastado. Não há como ponderar que o Flamengo escapará numa boa da degola, um ano depois de ser campeão. No final deste Brasileiro, Luxemburgo precisa manter uma regularidade no Fla, tentar não vacilar mais em casa. Até porque a missão do técnico é bem diferente da de Cuca no ano passado, pelo Fluminense. Um viraria heroi se conseguisse salvar seu time do rebaixamento. Conseguiu e virou. O outro precisa acabar com recentes polêmicas e declarações infelizes, pois mesmo se deixar o time da Gáve em 13o., 14o., objetivo atual, não cairá na graça da torcida. Mas se garantirá no clube, em um replanejamento para a próxima temporada. Isso porque as pessoas ligadas a sua contratação e dia-a-dia não gostarão de arranjar outro professor, enquanto haver um pofexô. A não ser se houver um rebaixamento inédito fora do mapa.....

domingo, 29 de agosto de 2010

Muitos são-paulinos queriam Silas. Mas foi o Flamengo quem o conseguiu














Paulo Silas, ex-Fortaleza, Avaí e Grêmio, se tornou um nome a menos para a extensa lista de treinadores que poderiam ser contratados pelo São Paulo -- por enquanto, Juvenal Juvêncio irá segurar mais um pouco Sérgio Baresi, que como interino do São Paulo ainda não venceu. Isso porque o Flamengo conseguiu contatar e fazer um acordo com o campeão brasileiro pelo São Paulo em 1986. A informação foi oficialmente anunciada no site rubro-negro, além de anunciar também que o técnico estará assistindo Guarani x Flamengo, nesta tarde, no Brinco de Ouro, em Campinas, cidade onde nasceu.

A saber, o Brasileirão já tem 18 treinadores dispensados em 16 rodadas.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Corinthians: classificação e eliminação ligeiras









O Corinthians teve a melhor campanha da primeira fase, com 16 pontos. O Flamengo, a pior entre os classificados, com 10 pontos no sufoco. O que não queria dizer nada. E não disse mesmo.
Os números abreviam rapidamente a situação corintiana na Libertadores: neste século o Corinthians não passou sequer das oitavas-de-final.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Joel Santana vira preferido na Gávea, mas nega contato

















Patrícia Amorim tem como nome predileto Joel Santana, mas, diferentemente do que acontecera com Celso Roth, o contato ainda é lenda. Pelo menos foi o que disse Joel na tarde de hoje, cauteloso, sem deixar rastros em sua entrevista, não tomando conhecimento de proposta alguma: "Ainda conversarei com meu procurador e, claro, com o Botafogo. A princípio não sei de nada".

Andrade e Bráz caem. Roth não é mais o grande favorito














Imagem: Vipcomm

Depois de conversa nesta tarde de sexta, Patrícia Amorim resolveu o caos que tomava a Gávea. Foi de modo árduo, mas Andrade, Marcos Bráz e o diretor de futebol Eduardo Manhães caíram, mesmo após a notícia boa da classificação do time às oitavas, mas, ao mesmo tempo, dolorida, pela má campanha ter gerado um duelo contra o Corinthians.
A questão é que Bráz tinha como favorito Celso Roth para o cargo de técnico, porém, com sua queda, o nome se esvaiu, e, agora, com o interino Hélio Ferraz nos bastidores, o verdadeiro comandante será anunciado após a escolha do novo gestor, efetivo no caso -- nome que gira em torno de Leonardo, do Milan.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Andrade e Bráz dependem do critério de Patrícia Amorim







Não adianta demitir Andrade se a bagunça interna no Flamengo continuar. Patrícia Amorim sabe disso, mas pode ser um risco deixar tudo com está e as vitórias não virem, assim como a classificação na Libertadores, na mesma intensidade que foi a derrota na Taça Rio ante o Botafogo. De qualquer modo, Andrade está ameaçado, bem como o vice Marcos Bráz.
Procede que Celso Roth, cotado, chegue, muito por causa do laço de amizade com Bráz. A esperança de ter Joel, outro cotado, depende da cláusula que o treinador tem para deixar o Botafogo sem ônus. Do mesmo jeito que Eduardo Moraes, que já atuou na gestão de Hélio Paulo Ferraz, possa assumir a vice-presidência, na hipotética queda de Bráz. Apenas hipotética, pois o critério de Patrícia pode ser outro em relação ao rumo da vida rubro-negra.

Não fossem seus zagueiros, o Flamengo estaria em uma emboscada ainda maior








Nunca uma vitória foi tão mal comemorada como a do Flamengo sobre o Caracas, ontem no Maracanã. Em meio a xingamentos, cartazes contra jogadores e diretoria, o rubro-negro não venceu como um verdadeiro campeão brasileiro, podendo dar adeus a Libertadores esta noite, dependendo do que ocorrer com Internacional ou Racing Montevideo. Só está nessa dependência de resultados, graças a seus zagueiros, fundamentais não só nos 3 x 2 de ontem, como em boa parte da Libertadores e da temporada.
No momento, para se ter ideia, a jogada principal do time é o chuveirinho, em função do mau aproveitamento de Vágner Love, de Pet, que nem mais entra em campo, e especialmente de Adriano. Chuveirinho em busca dos zagueiros Ronaldo Angelim e David, tomando como referência a partida de ontem, autores de um gol cada. No entanto, somado estes com mais 11, os defensores flamenguistas participaram de 13 gols em 23 jogos no ano.

domingo, 18 de abril de 2010

Bruno já viveu o que vive Jéfferson, quanto a pênaltis












No Brasileiro do ano passado, Bruno, goleiro do Flamengo, defendeu 3 pênaltis consecutivos na reta final do torneio, dois contra o Santos -- cobrados por Kléber Pereira e Ganso -- e um contra o Botafogo, no Engenhão -- cobrado por Lúcio Flávio --, ambos em vitórias magras flamenguistas.
Quem também não se lembra daquela incrível sequência de pênaltis defendidos por Dida, quando do Corinthians, entre 1999 e 2000: contra o Guarani, nas quartas da Copa do Brasil, dia 24 de novembro de 99, perdido por Marcelo Souza e contra o São Paulo, já nas semi-finais, em 28 de novembro, quando Raí desperdiçou duas penalidades. Em 7 de janeiro de 2000, contra o Real Madrid, o arqueiro voltou a defender, a vítima foi Anelka, nos 2 a 2 que classificaria o alvinegro para a decisão contra o Vasco -- em um Mundial em que o campeão não conquistou uma vitória sequer.
Atualmente, quem vive fase parecida é Jéfferson, do Botafogo. Nas últimas 6 partidas, 4 pênaltis foram assinalados: a bola não entrou em nenhuma delas. Hoje, tivemos um exemplo claro envolvendo-o, na decisão do Carioca. Abreu e Herrera, de pênalti, marcaram contra Bruno, o ex-santo, enquanto Adriano parou na 'muralha' botafoguense.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Sem Adriano, Flamengo empata, mas tabu segue








Flamengo 2 x 2 Universiad de Chile não valeu vaga para a segunda fase da Mercosul de 1999, quando Romário marcou quatro vezes, inclusive seu gol 200 pelo rubro-negro, nos 7 x 0. Mas valeu continuidade do tabu envolvendo a ausência de Adriano. Agora já são 15 jogos sem o atacante desde sua chegada a Gávea: 14 vitórias e 5 empates.

Sem Adriano, o aproveitamento do Flamengo é alto








Sem Adriano em campo, juntando suas duas temporadas na Gávea, o Flamengo não perdeu, jogou 14 jogos, ganhou 10 e empatou 4. Hoje, contra o Universidad de Chile, no Maracanã, o atacante, depois de muito mistério, foi vetado. Sem aparecer nos treinos, com muita reclamação na região lombar, o médico José Luiz Runco manteu suspense, mas confirmou a ausência.

Flamengo sem Adriano:

Fluminense 0 x 0 Flamengo (Sul-Americana) - poupado
Flamengo 1 x 1 Fluminense (Sul-Americana) - dores na coxa
Flamengo 3 x 0 Santo André (Brasileiro) - suspenso
Atlético-PR 0 x 0 Flamengo (Brasileiro) - seleção brasileira
Vitória 3 x 3 Flamengo (Brasileiro) - seleção brasileira
Flamengo 2 x 1 São Paulo (Brasileiro) - seleção brasileira
Corinthians 0 x 2 Flamengo (Brasileiro) - bolha no calcanhar
Flamengo 3 x 2 Duque de Caxias (Carioca) - bolha no calcanhar
Volta Redonda 1 x 3 Flamengo (Carioca) - recondicionamento físico
Boavista 1 x 2 Flamengo (Carioca) - dor no pé esquerdo
Macaé 1 x 4 Flamengo (Carioca) - seleção brasileira
Flamengo 2 x 0 Madureira (Carioca) - seleção brasileira
Resende 0 x 4 Flamengo (Carioca) - problema pessoal
Caracas 1 x 3 Flamengo (Libertadores) - problema pessoal

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Flamengo ganha fácil, de um adversário que nunca o venceu








Em toda a história, o Friburguense nunca bateu o Flamengo. Em 26 duelos, aconteceram 23 vitórias rubro-negras e 3 empates. O clube de Nova Friburgo é o único que nunca venceu o clube da Gávea, do Cariocão.
Não seria ontem que Marcos; Roberto Jr., Cassio, Wallace e Flavinho; Bidu, Lucas, Cassiano e Flávio Santos, Hércules e Gleisson quebrariam o feito, apesar do mistão flamenguista.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Botafogo encerra jejum em jogos importantes







O Botafogo, diferente do costume, jogou bem um clássico.
Marcou bem Adriano e Vágner Love, apesar de ter deixado frestas no primeiro tempo, pela direita, na ultrapassagem de Vinicius Pacheco no gol. No entanto, podemos dizer que foi melhor que o Flamengo, e que as sacadas de Joel foram mais eficientes do que as de Andrade.
O clássico simbolizou também o fim do jejum botafoguense em jogos importantes e decisivos, que já era de 9 partidas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Fla defende 9 jogos importantes, contra o Botafogo, de invencibilidade







A última derrota do Flamengo para o Botafogo, em jogos decisivos do Campeonato Carioca, foi em 13 de abril de 2008, em uma semi-final de Taça-Rio. Na ocasião, o time alvinegro passeou e aplicou um 3 a 0 no Maracanã, gols de Lúcio Flávio, Wellington Paulista e Alessandro.
De lá pra cá, o Flamengo iniciou sua hegemonia em jogos importantes do Cariocão.
Na finalíssima de 2008, o time venceu na ida por 1 a 0 e na volta por 3 a 1, conquistando o título daquele ano; na final da Taça Rio de 2009 outro 1 a 0, só que no Engenhão, além de dois 2 a 2 seguidos na final deste mesmo ano, quando, por 4 a 2, venceu nos pênaltis e conseguiu o tri.
A saber, pelo Brasileirão, o Flamengo também defende um tabu. Nas 2 últimas edições, 2 vitórias e 2 empates.
Somando todos esses jogos de invencibilidade rubro-negra são 5 vitórias e 4 empates.
Invencibilidade que o Botafogo quer encerrar hoje á noite.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A grande quantidade de gols prós e contras do Flamengo








O Flamengo, de 2004 pra cá, nunca fez tanto gols, bem como nunca sofreu, como nesta temporada, pela Taça Guanabara.
A defesa do time é muito irregular pra quem quer ir longe numa Libertadores. Apesar do ataque ser produtivo, e render.
Abaixo veja a quantidade de gols prós e contras que o Flamengo fez e tomou nas últimas edições da Taça Guanabara. Analise a enorme diferença:

2010: 6 jogos/16 pontos/19 gols pró/12 contra
2009: 7 jogos/17 pontos/13 gols pró/6 contra
2008: 7 jogos/18 pontos/19 gols pró/7 contra
2007: 5 jogos/10 pontos/9 gols pró/8 contra
2006: 5 jogos/ 5 pontos/9 gols pró/9 contra
2005: 5 jogos/ 4 pontos/5 gols pró/9 contra
2004: 5 jogos/10 pontos/15 gols pró/9 contra