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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Copenhagen e Parken lotado: prontos para aprontarem com o Chelsea












O Chelsea, talvez o mais badalado clube de futebol das últimas duas semana, devido às contratações de Torres e David Luiz por valores astronômicos, reestreará na UEFA Champions League, amanhã, diante do Copenhagen e, ao contrário do que muitos estão pensando, defendo a tese de que não será uma duelo entre gato e rato. Pelo contrário.

Jogar no Parken Stadiun, na Dinamarca, uma panela de pressão potentíssima, é um teste de fogo para quem tem a expectativa de se sair bem na Champions, caso dos Blues. O Barcelona já provou deste veneno, em outubro passado, ao ficar no 1 x 1, além do Manchester United, em 2006, que foi derrotado pelo placar mínimo, na fase de grupos.
O Copenhagen está invicto em sua casa, na história de suas participações. Na Europa League, seu habitát natural, tem algumas derrotas. Para um time mediano da Europa, o repertório é de impressionar.

Por falar em repertório, na Recopa Europeia de 1998, os dinamarqueses arrancaram um empatezinho com os ingleses e, a partir dali, deram seu recado aos demais gigantes europeus.

Se o Chelsea for eliminado, não será surpresa, pelo pior momento que vive desde a entrada de Roman Abahmovic no clube. Mas vexame, essa expressão, sim, podemos usar!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Sucesso do Copenhagen compensa história de superação de Solbakken















Na semana em que o Copenhagen se tornou, na história da Champions League, o primeiro clube dinamarquês a passar de fase e sendo o segundo escandinavo, juntando-se ao Rosenborg, da Noruega, seu técnico Stale Solbakken merece as devidas felicitações. Você que não o conhece, a partir de agora terá a opurtunidade de conferir a história chocante, seguida de uma brava superação do atual treinador dentro do futebol.

O norueguês Solbakken, de 42 anos, teve uma carreira como meio-campista na década de 80 e 90 modesta. Não foi um grande jogador, mas passou longe de ser ruim. Em seu currículo, tem atuações por times de seu país natal, pelo Aalborg e pelo Copenhagen, clube pelo qual apresenta um carinho imenso e aonde viria a se tornar técnico.

Pela seleção norueguesa acumulou várias convocações por dois técnicos: Egil Olsen, de 94 a 98, e Nils Johan Semb, em 2000. Esteve na Copa de 1998, no banco na inesperada vitória norueguesa sobre a seleção brasileira na fase de grupos, em Velodrome.

Também participou da Eurocopa de 2000, na Holanda, estando novamente como suplente na estreia vitoriosa, outra inesperada, contra a Espanha. Veja o gol desse jogo aqui, marcado por Steffen Iverson.

Tais momentos foram os lampejos de Solbakken como jogador.


Já como treinador, veio o susto. Dirigindo o Copenhagen, seu time até os dias atuais, o fiel técnico, em 13 de março de 2001, um ano depois de sua aposentadoria dos gramados, sofreu um parada cardíaca em pleno treino, no CT do clube. O médico do time, Frank Odgaard, socorreu-o, e percebendo a parada de batimento do coração pela pulsação, clamou por uma ambulância. No trajeto ao hospital, foi declarado clinicamente morto, porém, quase quinze minutos depois do ataque, resultado de um defeito cardíaco do qual Solbakken era vítima, voltou milagrosamente a recuperar os sentidos. Foi preciso, então, ser afastado do clube por alguns meses, devido ao necessário tempo de repouso. Por um milagre mesmo se recuperou e hoje vive normamelmente sua vida treinando o Copenhagen, mas, claro, sob tratamentos e exames.

Seu esforço rendeu três títulos nacionais na década. Internacionalmente, duas disputas de Champions League, a primeira na temporada 2006/07, quando não alcançou a classificação tão sonhada às oitavas, mas conseguiu a proeza de vencer o Manchester United em seu estádio, o Parken Stadium, da onde saiu invicto na ocasião. E permanece invicto, pois nessa temporada também não perdeu no Parken, inclusive empatou com o Barcelona.

A então classificação premia a história de superação de Solbakken no futebol.

Premia também o Copenhagen, time de jogadores aguerridos e de estrutura e organização de ponta.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Surpresa, Copenhagen é guiado por jovem senegalês















O Copenhagen é declaradamente a surpresa desta Champions League, apesar de ter o auxílio da fase e momento não muito bons de seus concorrentes diretos, Panathinaikos e Rubin Kazan.

De qualquer jeito, não deixa de ser surpresa.

A safra africana, que vem crescendo a cada ano, não fica de fora. Dame N'Doye, senegalês de 25 anos, é o atacante no qual há o depósito da responsabilidade por uma hipotética classificação às oitavas da competição, a qual seria inédita. Senegal surpreendeu o mundo em 2002, na Copa, com El Hadji Diouf em alta. Hoje, N'Doye já tem propostas da Fiorentina, da Sampdoria e outras provenientes da Inglaterra e Holanda. Já fez dois gols na Champions e infernizou a defesa do Barcelona neste fim da tarde, mandando, por exemplo, um petardo no travessão do gol de José Manuel Pinto. É mais uma promessa da África, que vai, do seu jeitinho, revelando potências.
Para o Copenhagen perder do Barcelona novamente será normal. Terá que evitar perder de seus adversários diretos na briga pela segunda vaga do Grupo D.
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Ficha do atacante:
Nome: Dame N'Doye
Idade: 25 anos
Data/Local de Nascimento: 21/02/1985/Thiès-Senegal
Altura: 1,86 m
Times que já jogou: Jeanne D'Arc(SEN), Al Sadd(QAT), Académica(POR), Panathinaikos(GRE) e Crete(GRE). Está no Copenhagen

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O que farão os 8 caçulinhas na Champions League?

Um quarto dos participantes da UEFA Champions League 2010/11 são caçulas na competição. Separei-os e farei uma análise sobre a história e as pretensões, além de algumas curiosidades.
Se dê conta de que só de estar na fase de grupos, as 32 equipes embolsam 7 milhões de euros. Para alguns essa quantia é insignificante, mas para os clubes abaixo, que não estão habituados, é uma senhora ajuda financeira. Nos comentários do post, respondam a pergunta do título ou apenas indiquem quem você acha que fará, entre os 8 abaixo, uma campanha digna de um time de Campions League:






O Basel caiu em um grupo complicado, com Roma, Bayern de Munique, além do Cluj. Aparentemente, pelo retrospecto, não passará às oitavas. A pretensão é mesmo ficar em terceiro e garantir vaga na segunda fase da Europa League. Mas ainda tem o Cluj no horizonte.
O time também não ajuda. Comprova-se isso analisando o plantel da equipe. O craque é Alexander Frei.
A verdade é que o futebol suíço nunca foi positivo na Champions League. Nunca um time da Suíça chegou sequer a uma semi-final.




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O Cluj tem a mesma meta do Basel: alcançar a terceira colocação, se considerarmos que os dois morrerão juntos e Roma e Bayern conseguirão na teoria as duas primeiras vagas. O time não é base para tal objetivo, possui trê brasileiros desconhecidos: Hugo Alcântara, Rafael Bastos e Léo Veloso. Terá de ser na base do fator casa.
O time romeno vive à sombra do rival, Steua Bucareste, ganhador de uma Liga dos Campeões, em 1985/86 e que três temporadas depois viria a ser vice-campeão. Na soma dos troféus internacionais, 2 para o Steua e nenhum para o Cluj.





O Bursaspor é o campeão turco, para quem não crê. E acredite, esse é o único título oficial da equipe em toda sua história, que chega a quase meio-século. Provém da cidade de Bursa e participará de sua primeira Liga dos Campeões. O grupo com Manchester, Valencia e Rangers não é ruim. Tirando o Manchester, contra o Valencia, equipe em liquidação, que perdeu seus dois mentores, Villa e Silva e contra o Rangers, equipe que não acresenta na competição, é bem possível que os turcos somem pontos. Afinal, deve haver alguma virtude neste time que a maioria das pessoas esquecem o nome.





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O Partizan, muitos não sabem, já disputou uma final de Champions League, quando o torneio era conhecido por Taça dos Campeões, foi na temporada 1965/66, quando os iuguslavos, hoje sérvios, perderam para o poderoso Real Madrid, por 2 x 1, em Bruxelas, na Bélgica.
Atualmente não possuem o mesmo prestígio, mas alternando com outras equipes consegue o título nacional, consequentemente vaga nos play-offs da Champions, como nesta temporada.
O craque é o centroavante brasileiro Cléo, ex-Figueirense e Atlético-PR, responsável direto pela chegada da equipe na fase de grupos, mas que sofreu muito por ter trocado o Estrela Vermelha pelo Partizan há 1 ano, cujo confronto é conhecido como Clássico Eterno, e a figura da equipe é o goleiro cabeludo Ilic.
Seu grupo tem Arsenal, Shakhtar e Sporting Braga. O Partizan é a quarta força, mas só na teoria.





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Na história da Champions League apenas dois clubes eslovacos paticiparam, o MFC Kosice, na temporada 1997/98 e o Artmedia Pertzalka, oito temporadas depois. O Zilina é o terceiro. Há 2 temporadas, disputou a Europa League, em um grupo que tinha Hamburgo, Ajax, Aston Villa e Sparta Praga, este último que foi adversário nos play-offs classificatórios. Não deu em nada. O grupo do Zilina tem Chelsea, contra quem estreia em casa, Spartak de Moscow e Olympique de Marseille.
O brasileiro Adauto, com passagens por Ponte Preta e Atlético-PR, joga por lá. Além dele, os eslovacos Strba, Pekarik e Durica terã a díficil missão de deixar o Zilina na terceira posição.





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O Auxerre não é tão caçula assim, mas se tornou após cair no grupo G, com Real Madrid, Milan e Ajax. Por lá passaram Eric Cantona, Djibril Cissé, Laurent Blánc, demonstração que o Auxerre parece ser o mais tradicional entre os 8 separados. Na Champions é complicado jogar fora, é esse o fundamento de que os franceses alegam ser possível passar de fase. Cá para nós, isso é quase impossível. Mas pelo menos, o Auxerre receberá só jogaços e ficará mais conhecido mundo afora pelo alto índice de interesse das televisões mundias em querer passar s jogos do grupo G.




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O Hapoel Tel-Aviv é o terceiro time israelense a disputar uma Champions League. Na temporada passada o Maccabi Haifa acabou por disputar, caiu no verdadeiro grupo da morte, que tinha Bayern de Munique, Bordeaux e Juventus. O Hapoel Tel-Aviv conta com o goeliro nigeriano Enyeama e o brasileiro Douglas da Silva, ex-Avaí e Atlético-PR. Assim como o Zilina, não poderá mandar seus jogos em seus estádio, pela baixa capacidade de torcedores, por isso recorrerá a um estádio de Haifa ou mesmo de Tel-Aviv, com capacidade para no mínimo 45.000 torcedores. O grupo do Hapoel tem Lyon, Benfica e Schalke 04.





O Copenhaguen tem 18 anos de vida, sendo o maior campeão dinamarquês, acumula 30 troféus nacionais, entre 43 que possui, tantos títulos porque o clube é fruto da junção do Boldklubben e do Kjobenhavns Boldklub, também é o primeiro do país a conseguir vaga na Champions.
Tem amplas chances de conseguir a terceira vaga, e até a segunda, em um grupo que tem o avassalador Barcelona, o enfraquecido Rubin Kazan e o oscilante Panathinaikos. O time é alto responsável por revelar vários atletas dinamarqueses à seleção. Conseguiu chegar na Champions desta temporada batendo seu irmão do norte, o Rosenborg, com um gol que saiu de uma bola alçada na área em uma cobrança de lateral. Muito bizarro.