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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Repescagem à Euro-12: Portugal pode cair do cavalo e surpresas à vista













Foram sorteados hoje os 4 confrontos válidos pela repescagem que definirá os últimos classificados à Eurocopa de 2011. Quem não se deu tão bem foi Portugal! Mais abaixo análises de todos os confrontos.
Garantidos, só como recordação, estão Polônia e Ucrânia, sedes, além de Alemanha, Espanha, Holanda, Itália, França, Inglaterra, Dinamarca, Suécia, Rússia e Grécia, estes últimos em ordem de futebol mais bem jogado no atual cenário europeu, a meu ver.

Bom, vamos então ao tema do post, as repescagens:

Portugal x Bósnia:
Portugal não teve sorte, irá enfrentar o adversário mais forte dentre os que integravam o Pote 2, na reedição dos play-offs qualificatórios à Copa do Mundo da África. Na ocasião, os portugueses não tomaram conhecimento da Bósnia. Desta vez, a história poderá ser outra, já que a seleção do leste europeu fez com a França suasse em Paris para esta garantir vaga direta à Euro, tem um time mais organizado e com estrela mais amadurecidas, como Dzeko, Pjanic e Misimovic, em comparação com 2009. Por outro lado, Portugal não encanta e em certos momentos não convence. Nas mãos do atual treinador Paulo Bento, a equipe só perdeu uma vez, no jogo decisivo contra a Dinamarca e vem sendo mais eficiente do que Carlos Queiroz, com quem Portugal tropeçou onde não poderia, como no empate 4 x 4 com o Chipre e na derrota por 1 x 0 contra a Noruega. Bento está pagando pato! E a Bósnia tem condição de provocar uma zebrinha aí, bastando jogar proporcionalmente ao que seu elenco tem capacidade de render. Assim, poderá chegar a sua primeira Eurocopa da história.

Turquia x Croácia:
Em comparação com hoje, os turcos já viveram melhores momentos, como em 2002, na Copa na Ásia. E o mesmo serve para Croácia, que só teve significativo repercussão em Mundias mesmo em 1998, com o terceiro lugar e a artilharia de Davor Suker. Ultimamente, as duas seleções batem na trave em eliminatorias à Copa, apesar de normalmente terem plantel que sugiram classificação ao torneio. Minha expectativa é que a Croácia, de Eduardo da Silva, vá à Euro, mas é um choque perigoso demais para pitacos.

República Tcheca x Montenegro:
Após se separar futebolisticamente da Sérvia, a seleção de Montenegro passa por sua melhor fase em sua recente história. Classificar-se à Euro, acostumar-se com maior competitividade e desenvolver futebol suficiente para desbancar equipes que de costume, e não no papel, são superiores é o primeiro passo para alimentar o sonho de disputar a Copa de 2014, no Brasil. Afinal, por quê não sonhar a longo prazo? Contra os tchecos, equilíbrio total à vista, mas como não destacar e relevar os montenegrinos, únicos, dentre os outros segundos colocados, que não perderam para a equipe mais forte de sua chave. Sim, a Inglatera, tanto em Wwmbley quanto em Podgorica, não bateu Montenegro, que jogará tudo o que tem para fazer o serviço completo, contra a República Tceha, e chegar à Euro.

Irlanda x Estônia:
Acabar com o sonho da Sérvia de disputar mais uma Euro já é motivo de orgulho do torcedor estoniano, que nunca viu sua seleção tão perto do paraíso, que seria garantir presença inédita na Euro. Mesmo com um elenco sem nenhum nome conhecido praticamente, tem chances de eliminar a Irlanda, historicamente mais tradicional e melhor servida pelo time que possui, com Robie Kean, por exemplo. Como nos outros três, nesse duelo qualquer que seja o vencedor não me impressionará.

terça-feira, 29 de março de 2011

Quase três anos e apenas uma derrota: é a Holanda














Mesmo sem Robben, Huntelaar e Stekelenburg, a Holanda conseguiu hoje sua virtual classificação à Eurocopa do ano que vem. Em Amsterdan, tomou dois sustos no segundo tempo, mas venceu por 5 x 3 a Hungria, dos bons Rudolf, do Bari, autor de um gol, Dzsudzaak, do PSV e Gera, do Fulham, que fez 2.


Agora, a seleção holandesa chega a 35 jogos, contando jogos amistosos, Eliminatórias à Copa e à Euro e Copa do Mundo da África, com apenas 1 derrota, a da final do Mundial, sofrida contra a Espanha. Fora este, o último revés holandês acontecera no dia 6 de setembro de 2008, em um amistoso contra a Austrália. Depois, vitórias sobre Macedônia, Islândia, Noruega, Suécia, Escócia, Japão, EUA, México, Gana, Hungria, Turquia, Camarões, Dinamarca, Brasil, Uruguai, Eslováquia, San Marino, Áustria, Moldávia e Finlândia, além de empates diante de Tunísia, Austrália, Itália, Paraguai e Inglaterra completam as outras 34 pelejas.


Em junho, o Brasil, no Serra Dourada, enfrentará a seleção de Bert van Marjwik, que o eliminou nas quartas da última Copa, com a expectativa de revanche e, obviamente, de interromper esta avassaladora sequência de placares favoráveis.

sábado, 17 de julho de 2010

Dzsudzsák, um dos bons garotos da renovação da Hungria













A Hungria, que já foi vice-campeã de uma Copa do Mundo, não chega a uma dela desde 1986. Em Eurocopa, os húngaros também deixam a desejar, sua útima participação fora em 1976.

Fatos que fizeram e ainda fazem o presidente da Federação de Futebol da Hungria, István Kisteleki, zelar por uma renovação no fraco elenco. O principal encarregado, o técnico holandês da seleção nacional, Erwin Koeman, promoveu algumas jovens beldades das categorias de base da seleção e dos principal clubes do país. Trabalho que já dura 3 anos e que não foi em vão. Balázs Dzudzsák, meia-atacante de 23 anos, que jogava na base do Debreceni há 3 anos, atraiu o PSV há 2 temporadas, clube pelo qual atualmente brilha. É o exemplo com maior repercussão. Koeman em nele apostou e a Hungria hoje aposta nele, que não sai mais das convocações do treinador, para uma melhora do futebol da nação.

O processo de inovação é fundamental para a Hungria ser grande novamente. É preciso tempo. Mas Dzsudzsák é um indício de que isso pode funcionar.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

COPA: Alemanha nunca perdeu da Espanha, pelo menos em Mundiais














Fora da Copa, a Alemanha sucumbiu, entre os jogos que ficaram na história, duas vezes contra a Espanha. Na final da Euro de 2008, 1 x 0, com gol de Fernando Torres e na fase de grupos da Euro de 1984, também 1 x 0, gol de Antonio Maceda, que deu aos espanhois classificação às semi-finais daquele torneio, jogo que ganhou post aqui no blog. Porém, em Mundiais, foram três jogos envolvendo as duas equipes, 2 vitórias alemãs e 1 empate. Você deve ter percebido que estou fazendo uma grande cobertura em cima dos confrontos semifinais da Copa da África, e para complementar deixo abaixo a ficha de cada um dos 3 duelos:

Alemanha 2 x 1 Espanha - 20/07/1966 - Birmingham(ING)
Gols: Seller e Emmerich/Fuste
ALEMANHA: Tilkowisk; Hoettges, Schnellinger, Schulz e Weber; Beckenbauer, Overath, Emmerich e Held; Kraemer e Seeler. Técnico: Helmut Schoen
ESPANHA: Iribar; Reijia, Sanchis, Gallego e Glaria; Zoco, Armancio, Fuste e Lapetra; Martinez e Rodriguez. Técnico: José Villalonga
Árbitro: Armando Marques(BRA)

Alemanha 2 x 1 Espanha - 02/07/1982 - Santiago Bernabéu(ESP)
Gols: Littbarski e Fischer/Zamora
ALEMANHA: Schumacher; Breitner, Briegel, Dremmler e Karl Foerster; Bernd Foerster, Kaltz, Stielike e Littbarski; Fischer e Rumenigge(Reinders). Técnico: Jupp Derwall
ESPANHA: Arconada; Alexanco, Camacho, Gordillo e Tendillo; Urquiaga, Alonso, Quini(Sanchez) e Zamora; Juanito(Lopez Ufarte) e Santillana. Técnico: Santamaria
Árbitro: Paolo Casarin(ITA)

Alemanha 1 x 1 Espanha - 21/06/1994 - Soldier Field(EUA)
Gols: Klinsmann/Goikoetxea
ALEMANHA: Illgner; Berthold, Brehme, Kohler e Strunz; Effenber, Haessler, Lotthar Matthäus, Moeller(Völler) e Sammer; Klinsmann. Técnico: Vogts
ESPANHA: Zubizarreta; Abelardo, Alkorta, Ferrer, Hierro e Sergi; Caminero, Goikoetxea(Bakero), Guardiola(Camarassa) e Luis Enrique; Julio Salinas. Técnico: Javier Clemente
Árbitro: Ernesto Filippi(URU)

domingo, 4 de julho de 2010

COPA: Herói, Maceda relembra Alemanha x Espanha na Eurocopa de 1984










Nesta quarta, teremos a reedição da final da Eurocopa de 2008: Espanha x Alemanha, valendo vaga para a finalíssima da Copa. Naquela ocasião, Fernando Torres decidiu. No momento, é David Villa quem tem maior repercussão, até porque é o artilheiro do Mundial, além do fato de ter se igualado a Butragueño em número de gols em Mundiais no duelo diante o Paraguai.
Mas foi Antonio Maceda, meia da seleção espanhola no começo da década de 80, que se pronunciou. Se pronunciou como um dos que tiveram a oportunidade de ter enfrentado a Alemanha, tendo o privilégio de ter marcado um gol e ter sair vitorioso de campo. Para os que não se lembram, ou para os que não viram, caso do blogueiro, me refiro àquele 20 de junho de 1984, quando no Parc des Princes, em uma Eurocopa sediada na França, estando em jogo vaga para as semis do torneio, espanhois e alemães se confrontaram. A Alemanha era a atual vice-campeã mundial e campeã europeia, entrava em campo como favorita, com Schumacher, Briegel, Stielike, Matthäus, Littbarski, Brehme, Völler, Rumenigge..... Porém, com gol de Maceda no último minuto, a Espanha carimbava sua passagem para na sequencia derrotar a Dinamarca nos pênaltis, mas perder a final para os anfitriões.
"Nós sabíamos que tinhamos que nos defender muito bem e pegá-los de surpresa. No fim, acabei fazendo um dos gols mais importantes da minha carreira", afirmou o confiante Maceda para o jogo de daqui três dias ao Marca, cujo último trabalho foi como técnico do Sporting Gijón, na temporada 02/03.
Vale a lembrança para que a Alemanha, apesar de ser considerada favorita ao grande duelo desta quarta, não subestime a Espanha, do inspirado Villa.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

França será o país-sede da Eurocopa-2016








Para a Itália ficou a lição. Não adianta querer a Euro para depois se organizar. Tem que se organizar para querer a Euro. Não que a França tenha atendido todas as exigências da UEFA, mas, pelo menos, alguns estádios foram reformados, mesmo que bem de leve, com quase nenhum rastro, recentemente. Como o fantástico Parc des Princes, estádio do Paris Saint-Germain, que passou por algumas pequenas obras internas. Mas o país ainda promete investir cerca de 1,7 bilhão de euros (US$ 2,1 bilhões) em 12 estádios. A expectativa é que sejam construídos ao menos nove novos campos em cidades como Bordeaux, Lille, Lyon, Nice e Le Mans. A França tem estrutura, tradição, confiabilidade e parece ter sido a melhor escolha. Assim como a Turquia, outra candidata, poderia ter uma chance para 2016. Mas os turcos eram mesmo os azarões do evento.