terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Champions League democrática traz realmente prejuízos a competição?















O nome Liga dos Campeões é compatível, hoje, com a visão da UEFA a respeito desta competição de grife, muito valorizada pelos clubes europeus.

Na atual edição, são 32 equipes, sendo destas 18 campeãs de suas respectivas ligas domésticas: Barcelona, Chelsea, Bayern de Munique, Internazionale, Benfica, Marseille, Rubin Kazan, Ajax, Basel, Bursaspor, Partizan, Hapoel Tel-Aviv, Cluj, Rangers, Copenhagen, Panathinaikos, Shakhtar Donetsk e Zilina.

É este espírito que a atual UEFA deseja buscar. Uma competição democrática, com os poderosos e pomposos campeões contrastando com as equipes de menos tradição e com menos poderio financeiro.

Daí, cada vez mais e com mais força surgem opiniões, nas quais predominam a sensação de que a Champions League perde com esse lema democrático, já que a competição abriga, dentre os 32 clubes, pelo menos 10 equipes que não acrescentam em nada.

Justificativas que consistem na expansão do futebol para a Europa inteira e não só que se concentre no centro vitorioso do continente, não vem mais convencendo, visto que realmente uma Sampdoria, um Manchester City, um Villarreal, um Sevilla, um Borussia Dortmund, um Liverpool, uma Fiorentina, uma Juventus, particularmente, acrescentariam bem mais nesta temporada do que Partizan, Zilina, Braga, Auxerre, Bursaspor, Hapoel.

É a democracia na Europa. Abrindo desconfianças quanto a competitividade da liga desde a primeira fase. Coisa que não aconteceu nesta temporada, já que 12 equipes já estão classificadas às oitavas e 13 eliminadas, faltando uma rodada inteira a ser disputada.

Na sua opinião, a Champions vem sendo mesmo prejudicada e perdendo um pouco de seu brilho com tal democracia, levando ao pé da letra o nome do torneio, ao contrário de priorizar grandes equipes que não conseguiram classificação devido ao número de vagas direcionadas à Champions menor que o número de equipes decentes?

Mais sobre a dúvida do tri ou bicampeonato do Fluminense
























O Fluminense é tetracampeão nacional. Tetra, pois venceu o Robertão de 1970, os Brasileiros de 84 e 2010 e a Copa do Brasil de 2007.

E, enquanto a regra, o critério não mudar quanto a consideração de títulos do Campeonato Brasileiro a partir de 1971, o Fluminense é bicampeão brasileiro.

Opiniões diferem dos fatos.

Alguns acreditam que o Robertão não tem peso de um Campeonato Brasileiro, muitos discordam.
Muitos acreditam que a Taça Brasil não tem nada a ver com o Brasileirão, devido a opinião de que tal torneio deve pesar como uma Copa do Brasil pesa hoje. Alguns não concordam.
Vá dizer para Tostão que o Cruzeiro não foi campeão brasileiro de 1966, vencendo o Santos de Pelé na final, como disse o ex-goleiro Raul Plasman.

Minha opinião e a sua não levam a conclusão alguma.

Então, é apenas preciso ser justo com os outros times.

Se há diferentes pontos de vistas quanto o que deve valer o quê, a CBF, nem aí com o futebol brasileiro, deveria padronizar a verdadeira valência de um título. Ou ela valoriza as raízes do nosso futebol, vindo a considerar as conquistas desde 1920, ou continua severa, sem fazer mudança alguma, como vem ocorrendo.

Portanto, o Fluminense é tetra nacional, bi brasileiro, com um título na pré-história de nosso futebol.
Se você quiser optar por outra forma de pensar, opte.

Mas opiniões não sugerem mudanças. As dúvidas continuam no mundo brasileiro de futebol, onde cada um interpreta de uma maneira sobre quantos títulos brasileiros os times possuem.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Prêmio de Melhor do Mundo valoriza Barcelona e Espanha
















Em ano de Copa do Mundo, nem sempre o heroi, o destaque, o nome da UEFA Champions League é que fatura o prêmio de melhor do ano. Fosse assim, Sneijder, algum defensor da Inter ou mesmo Robben o ganhariam daqui a um mês e quatro dias.

A lógica, o critério deste ano foi levando em conta justamente o Mundial, não a Champions, como de costume.

Na disputa final, aparecem dois espanhois, Xavi e Iniesta, prêmio a Fúria campeã do mundo e Messi, o melhor do mundo. Três gênios do melhor time do planeta, o Barcelona, que possuem ligação intensa com o clube catalão, formados e preparados bem antes de chegarem ao time profissional.

É de se ressaltar, a fim de aumentar ainda mais o nível o qual o Barcelona atingiu, que pela segunda vez na história, veja você, os três finalistas defendem um mesmo time. A primeira e única vez até então pertencia à 1989, quando disputaram cabo a rabo Van Basten, Rijkaard e Baresi, atletas daquele fantástico Milan na primeira gestão de Arrigo Sachi. Fantástico como o atual Barcelona, no hall dos grandes times da história do futebol, ajuntando-se com o Santos de Pelé e o Ajax de Cruijff.

Você, em quem apostaria para vencer o Prêmio de Melhor do Mundo, lembrando que nesta temporada a Bola de Ouro foi unificada com a premiação cedida pela revista France Football?

Flu comemora o tri. Então, façamos justiça com o resto















A torcida do Fluminense quer que seu time seja considerado tricampeão brasileiro e não bi, como alguns veículos de rádio e televisão vem anunciando.

A foto acima mostra, da esquerda para a direita, de cima pra baixo: Oliveira, Félix, Denílson, Galhardo, Assis e Marco Antônio, Cafuringa, Didi, Mickey, Samarone e Lula, o time Tricolor campeão do Robertão de 1970.
Título que, agregado com os do Brasileirão de 1984 e 2010, fazem com que os fanáticos pelo Flu justifiquem seus gritos de tricampeão.

Então, nada mais correto e justo do que o resto das grandes torcidas brasileiras, ao invés de se irritarem e protestarem contra tal constatação, clamarem e se manifestarem pelo número de títulos que possivelmente sua equipe de coração possui antes de 1971, ano da introdução no futebol brasileiro do Brasileirão que temos hoje, com a única diferença da colocação do sistema de pontos corridos em 2003, cujos triunfos são os únicos reconhecidos verdadeiramente pela CBF.
Exemplo, os palmeirenses e santistas devem considerar-se octa-campeões e os atleticanos, botafoguenses, cruzeirenses e tricolores baianos bi.......

É a maneira mais justa para se reagir com a indagação de que o Fluminense é tricampeão brasileiro.
Ou melhor, bicampeão, e com méritos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Inexpressivo no futebol, Qatar focaliza área de importações

















O Qatar está bem distante de ser uma potência no futebol asiático. Pelo contrário, está entre os mais fracos do continente. Dentro das quatro linhas, dificilmente se clafissicaria para uma Copa. Apelou pela maneira mais fácil de ir ao Mundial, sem precisar entrar em campo, lançando sua candidatura e se aliando a um ultraprojeto dentro de um espaço minúsculo, do tamanho, mais ou menos, de Campinas, além da possível graninha extra cedida aos membros do Comitê Executivo da FIFA.

A Liga do Qatar conta com duas divsões, com 11 clubes na primeira e 7 na segunda. O campeonato é famoso pela importação de jogadores estrangeiros, atuaram por lá Abedi Pelé, Romário, Batistuta, Guardiola, Desailly, Caniggia, Leboeuf, os gêmeos De Boer.......... Para se ter uma ideia, dos últimos 16 campeonatos catarenses, 13 tiveram artilheiros que não eram atletas locais, o último melhor marcador foi Magno Alves, hoje no Ceará, com 20 gols, defendendo o Umm-Salal.

A seleção nacional, que terá 12 anos para emergir, tendo de passar do nível fraquíssimo para um minimamente razoável, a fim de ser capaz de, pelo menos, somar alguns pontinhos na Copa de 2022 e não ter de passar por derrotas vexamatórias, possivelmente deverá apelar para naturalizações, ou seja uma seleção recheada de jogadores estrangeiros bem mais competentes e entendedores em relação aos atletas qatarenses, vindo a tornar-se uma seleção artificial, como foi a Argélia na Copa da África, com uma delegação inteiramente cheia de franceses. Não teve sucesso.
Talvez se essa Copa no Qatar ocorresse há uns 30 anos atrás, a seleção asiática pudesse contar com seu melhor jogador em sua história, Mansour Muftah, artilheiro de 4 em 5 campeonatos qatarenses na década 1980, defendendo o Al-Rayyan, artilheiro que não se equiparava a nenhum craque da época, tanto que não jogou em nenhum clube de grife ou que chegasse perto disso.

Você sabe quem é o técnico do Qatar?
É o francês Bruno Metsu, de 56 anos. Histórico na história do futebol africano em Copas do Mundo. Dirigia Senegal em 2002, quando levou tal seleção às quartas-de-final do Mundial, a eliminação se deu contra a Turquia, depois de vitórias contra França e Suécia, e empates ante Dinamarca e Uruguai. Depois da Copa, Metsu seguiu sua carreira em direção ao continente asiático. Seria técnico do Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, do Al Gharafa, do Qatar, do Al Ittihad, da Árabia, da seleção dos Emirados Árabes, até chegar à seleção qatarense, em 2008, sendo mais uma importação do futebol desse mini-país.












Imprevisibilidade da FIFA é fruto da sujeira de seus bastidores









Poucos esperavam que Rússia e Qatar ganhassem as eleições para sediar respectivamente as Copas de 2018 e 2022.

O resultado divulgado agora há pouco em evento na Suíça revela que uma avaliação antecedendo o momento da escolha era de difícil prognóstico, como já aguardava este blogueiro, pois a FIFA está contaminada, sempre de olho no dinheiro, não na eficiência. Não há outra explicação para que Rússia e Qatar tenham se sobressaído das candidatas favoritas: Inglaterra, Espanha/Portugal, EUA e Austrália. Aliás, há o discursinho barato de Blatter de levar o futebol a novos lugares. Puro disfarce.

São dois países longes e sem muita tradição no futebol, apesar de este último quesito não ser tão decisivo. A vitória russa tem, digamos, uma aceitabilidade razoável.

Mas Qatar é demais, não acha?
O calor, o ambiente industrial e a pequeneza do país do Oriente Médio são problemas graves. Uma Copa do Mundo necessita de um lugar com mais aconchego, mais atraente, mais colorido e alegre. Os estádios, todos eles climatizados, principal proposta da candidatura qatarense, são uma saída para o espetáculo, mas e o resto dos turistas? Seria necessário condicionar o país inteiro, algo impossível. Tomara que pelo menos os estádios e a estrutura em geral, aeroportos, rede hoteleira, organização, sejam decentes. Mas, mais do que critcar as sedes...... bom, pode ser até que tenhamos mais prós do que contras, a revolta é com quem aparece por de trás do emblema da FIFA.

Os 22 integrantes do Comitê Executivo da FIFA, tais quais votaram, estavam e estão agora, mais ainda, sob supeita. Lembrando que dois dos 24 membros, o nigeriano Amos Adamu e o taitiano Reynald Temarii, foram afastados da eleição por denúncias remetentes à venda de votos, além do fato de que pelo menos 4 dos membros votantes desse Comitê se envolveram, recentemente, em polêmicas: Ricardo Teixeira, presidente da CBF, o paraguaio Nicolaz Leóz, presidente da CONMEBOL e o camaronês Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol, foram acusados há alguns dias de se aproveitarem de benefícios financeiros da falida ISL, por intermédio de uma empresa fatasma de Liechtenstein; o trinitário-tobagense, Jack Warner, presidente da CONCACAF, também tem, entre outras acusações, o episódio de um hipotético lucro ilegal quanto a revenda de ingressos de jogos da Copa de 2006, os quais Warner tinha encomendado.
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É, hoje a maior entidade do futebol é sustentada por gente que não conhece o verdadeiro espírito deste esporte.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Inglaterra e Espanha/Portugal parecem ser os favoritos na eleição da sede da Copa de 2018




















A um dia da eleição para a sede da Copa do Mundo de 2018, em Zurique, na Suíça -- disputam Rússia, Holanda/Bélgica, Portugal/Espanha e Inglaterra --, começa-se a surgir evidências e fatos que deixem certos candidatos a frente, como favoritos.

A ausência do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, este que teria encontrado uma competição denominada inescrupulosa na eleição, alegando também problemas com sua liga doméstica, como o racismo comumente, expõe e reforça ainda mais a ideia de que seu país é franco-atirador na briga.
A saber, no lugar de Putin, a fim de representar a Rússia no evento, irá o ex-ministro Igor Shuvalov.

A candidatura conjunta de Holanda/Bélgica parece que vai fracassar, especialmente por questões políticas e infra-estruturais. Economia para investimentos sugeridos há, mas parece haver dois concorrentes pelo menos dois passos a frente.

Inglaterra e Espanha/Portugal, estes sim são os favoritos na acirrada disputa.

O chefe da candidatura inglesa, Andy Anson, chegou a atacar a BBC por uma edição do programa "Panorama", que inclusive já foi ao ar, a qual tinha o objetivo de mostrar ao público os bastidores da FIFA. Anson acusou a emissora de antipatriótica e de ter divulgado tal reportagem em um momento, no mínimo, indevido. Pois a mídia inglesa tão criticada nso últimos dias foi quem justamente afastou dois de 24 membros do Comitê Executivo, os quais participaríam da votação.
Aonde se quer chegar é que a ideia de a imprensa inglesa estar atuando como uma rival para seu país nas vésperas da aguardada escolha, causa a sensação de que seria melhor para a Inglaterra nem estar concorrendo. Afinal, se realmente há o medo de membros ingleses quanto divulgações e investigações sobre o interior das tramas e cartolagens, há alguma coisa de errado, ilegal no meio dessa candidatura.
Apesar de tudo, a Inglaterra segue como favorita, com seu planejamento e força no Comitê Executivo, somada ao fato da eficiência quanto às Olimpíadas de Londres, daqui a dois anos, cujas obras terem ocorrido e ainda ocorrerem de forma satisfatória, com rasgo de eleogios, e a quase chance zero de elefantes brancos numa hipotética vitória.

Algo que aparenta não ocorrer caso a vitória seja da candidatura conjunta de Portugal/Espanha, mas, na hora do "vamos ver", pode pesar a favor o sucesso alcançado e a experiência de Portugal, quando sede da Euro-2004.
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Assim, a disputa segue com difícil prognóstico.

O triunfo do estilo do Barça não tira o Real do páreo
















David Villa teve razão quando disse que a super-vitória do Barcelona foi o triunfo de um estilo. Um estilo que contagia, somado a genialidade da equipe de Pep Guardiola.
A precisa inversão e visão de jogo, a aproximação, as jogadas em um mínimo espaço, os passes, a posse de bola, tudo contribuindo para um futebol vistoso, alegre e charmoso, como quase não vemos mais na atualidade.

Um futebol, ou melhor, um passatempo para apreciadores que fora capaz de deixar de lado a raiva e decepção de várias pessoas no que se refere ao que se passa no país atualmente, Ricardo Teixeira sendo denunciado, a suspeita do entreguismo no Brasileiro, o assunto mala branca, discussões sobre ética, opiniões na rua, muitas dessas que diferem dos reais fatos..... ou seja, assuntos pra lá de chatos.

Pois bem, Sandro Rossel, sucessor de Joan Laporta na presidência do Barça, cravou que o título espanhol ainda não é de seu clube. O Real pode dar a volta por cima e Mourinho é um exemplo de superação. Seu time ainda está em construção, só que usando um estilo diferente em relação ao Barça. Aquele estilo de jogo que quando vemos associamos automaticamente a Mourinho.
Um futebol com marcação por zona, por pressão, contra-ataques mortais, com maioria os puxando. Causando paralelamente irritação ao adversário, que não tem espaço para fazer seu jogo.
Foi assim que Mourinho deixou sua marca na Inter, no Chelsea e no Porto, em ordem decrescente. E é assim que o ambicioso português tentará dar ao Real Madrid um título, o qual não vem desde La Liga 2007/08.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Barcelona pode jogar o quanto quiser, quando quiser. Por isso é o melhor do planeta



















A torcida do Barcelona estava apreensiva antes do chocolate contra o Real Madrid. Apreensão que consistia nos seguidos atropelamentos do time da capital e a insegurança, os sustos, a rara dificuldade de matar um jogo que os catalães estavam encontrando, exemplos nas partidas da Champions League, especialmente nos dois duelos ante o Copenhagen, e no próprio Espanhol, em pelejas contra o Atlético de Madrid, Valencia e Villarreal, jogos de tamanho maior, como o que viria, contra a equipe de José Mourinho.

Mas a genialidade culé continuava.

E não parou até o apito final do jogaço no Camp Nou.

Demonstração que o Barça joga o quanto quiser, extremamente bem, um pouco abaixo do nível normal, e quando quiser, em partidas de menos importância, em decisões.

Já o Real foi nulo. Ninguém sabia, ninguém via Benzema, Di María perdia para Abidal, Puyol, Piqué..... Cristiano Ronaldo insistia em murrar ponta de faca e Özil sumidaço, tanto que saiu no intervalo. Sérgio Ramos só aumentou para mais ridícula ainda a derrota madridista, com uma tripla agressão, a primeira uma entrada criminosa por baixo em Messi, depois uma coronhada em Puyol, em seguida um tapinha discreto em Xavi. Sua expulsão expõe muito de sua intemperalidade. Ramos ficou com a situação preta fora de campo. Pois na Champions League, o lateral forçou sua expulsão na partida contra o Ajax para ficar limpo nas oitavas e o episódio do clássico. Vem gancho por aí.

O melhor time do mundo deu uma aula gratuita e saiu de campo sob nenhuma mais desconfiança.

sábado, 27 de novembro de 2010

Agora, desafio para América-MG na Série A é permanecer











Quanto a torcida, como muitos vem falando, seria melhor o Sport ter retornado à Série A. Mas torcida não vence jogo e o time pernambucano tem um time muito irregular, assim como Portuguesa e América-MG. O detalhe fica na constância dentro e fora de casa, ao longo das 38 rodadas do campeonato. E nesta disputa quem venceu foi o Coelho mineiro, de volta à elite depois de 9 anos.

A meta de um time que se desacostumou com a competitividade e dificuldade de disputar a Primeira Divisão é não cair, vencer o númeor mais alto de jogos em casa e pontuar fora. Para isso, o América-MG promete ter a melhor estrutura posível. A permanência dos destaques Fábio Júnior e Thiago Silvy é o primeiro desafio. O segundo é investir em gente com credibildade de eficiência, atletas que garantam segurança e que não estejam sujeitas a fracasso,fracasso que ocorre com parte de caras novas que surgem a cada dia.

Depois dos eufóricos parabéns e carinhos contínuos ao time, o melhor presente que a torcida americana quer ganhar é a permanência na elite. Um árduo trabalho da diretoria e um pouco de apoio da torcida fazem bem e serão precisos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O Palmeiras perdeu outro ano, com o emocional e a falta de elenco pesando novamente
















O Palmeiras descartou mais um ano, mais uma chance de título, no ano passado já havia perdido o Brasileirão, e a Libertadores. Um clube tradicional que tem muita história para contar deixa a desejar quanto a organização e administração, elenco também -- exatamente o mesmo final de história de um ano atrás.

No jogo contra o Goiás, o Palmeiras, embora não tivesse jogado assim tão mal, mostrou-se afoito, especialmente no segundo tempo, sentindo o peso que poderia ser proporcionado caso ocorresse a derrota. Ela ocorreu. Lamentar agora não é o melhor remédio. É preciso mudar a essência, o jeito.

A começar por evidenciar mais as categorias de base. O Palmeiras B foi um dos melhores times da Série A-3 do Paulistão e na Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro, a equipe ficou em terceiro, alguma coisa boa, um fruto deve haver. o lateral Gabriel Silva é um exemplo de que deve-se aumentar a atenção pela base. E isso serve para todos os demais times. Revelar é preciso.

O Palmeiras tem um técnico à sua altura. Mas de nada vem adiantando tal fato. Contratar Felipão, Guardiola, Mourinho......seja quem for, não faz diferença, é como se um cidadão comprar um iPhone e não ter dinheiro para fazer um plano de internet móvel para usufruir de seu aplicativos.

O sonho palmeirense é ter contato com títulos novamente. Títulos que estiveram perto, mas tal proximidade que só serviu para se obter raiva e tristeza.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Site do Barcelona comemora aniversário de um clássico memorável















Há 1 semana e 3 dias do clássico Barça x Real, o site oficial do Barcelona tem como destaque, neste 19 de novembro de 2010, o aniversário de 5 anos do fantástico jogo entre as duas equipes, na qual, em pleno Santiago Bernabéu, os azuis-grená impuseram 3 x 0 no time da capital então comandados por Vanderlei Luxemburgo, partida histórica em que Ronaldinho recebeu, de pé, aplusos da torcida adversária, após uma exibição que fez jus ao que simbolizava.

Tal clássico, na temporada 2005/06, válida pela 12a. rodada do Campeonato Espanhol, o qual tinha o surpreendente Osasuna na liderança, teve do início ao fim o Barcelona no ataque. Eto'o, na primeira etapa, e Ronaldinho duas vezes, na segunda, marcaram para os visitantes. O resultado serviu para os catalães, graças a um empate da equipe de Plampona ante o Getafe fora de casa, assumirem a liderança, da qual não saíram mais. Acabaram sendo os campeões. E não só da Liga, mas também da Champions League, além de em 2005 Ronaldinho ter ganhado a Bola de Ouro da FIFA.

Participaram do jogo, dos que ainda pertencem ao elenco atual de ambas as equipes, Casillas e Sergio Ramos, do lado do Real, e Valdés, Puyol, Xavi, Iniesta e Messi, pelo lado do Barça.

A história reserva inúmeros clássicos memoráveis, inesquecíveis, quentes, características que fazem parte do cotidiano de Barcelona x Real Madrid. Daqui há alguns dias, teremos outro jogo fantástico, cheio de surpresas, à espera daquele craque que faz a diferença.

Ficha Técnica:
Real Madrid 0 x 3 Barcelona
Santiago Bernabéu(Público: 78.000 pagantes) - 18-11-2005
Árbitro: Iturralde González, auxiliado por Lopes Villáte e Diaz Pérez
Técnico do Real Madrid: Vanderlei Luxemburgo
Técnico do Barcelona: Frank Rijkaard

REAL MADRID: 4-2-3-1/BARCELONA: 4-3-3





quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O coadjuvante Ceará que vem dando trabalho em casa













Magno Alves e Geraldo não é a dupla de ataque que todo time sonha nos dias de hoje. Mas juntos acumulam 13 gols pelo Ceará. Magno fez, de 7, 5 nos últimos 5 jogos. Geraldo começou a marcar desde o comecinho do campeonato, tem 6, mas é importantíssimo, pois se compensa com assistências. Quase a metade de tentos que o time cearense fez no Brasileiro foram dos dois avantes, também devido ao time ter o segundo pior ataque da competição, com 33 gols, somente na frente do Guarani, que tem 31 e não marca há seis partidas.

Em compensação, sua defesa, para os padrões normais, é consistente e só vazou 40 vezes, menos do que, por exemplo, Santos, Grêmio e São Paulo.

Boiadeiro, lateral-direito ofensivo, não tem cacoete para marcação, por isso o técnico Dimas Filgueiras deixa sua compacta linha de três homens atrás, Diego Sacomã Fabrício e Anderson, este pela esquerda, com um pouco mais a frente Careca, que recebe cobertura de um destes três homens, quando sai para marcar o armador ou o motorzinho da equipe adversária. Característica que coube a Jóbson, perseguido pelo setor esquerdo por Careca e Anderson. A marcação dobrada deu efeito e o Ceará praticamente o anulou em suas arrancada pela ponta, ontem no jogo Ceará 2 x 2 Botafogo, no Castelão.

Castelão que vem sendo o trunfo do Vovô no campeonato. Por lá, foram 9 vitórias, 8 empates e apenas 1 derrota, para o Vasco, em sua melhor fase no Brasileirão, a do finzinho do primeiro turno. Como mandante, só tem campanha pior que Fluminense, Corinthians e Crzueiro, nada mais nada menos que os três primeiros colocados.
O coadjuvante dos coadjuvantes deste cameponato mostra suas cartas, causa dificuldade e garante vaga na Sulamericana do ano que vem.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Coritiba de volta à elite. Bahia e Figueirense bem próximos




















O Coritiba foi um exemplo de superação. Viver momentos de tensão e tristeza como os vividos no ano passado e no seguinte ser campeão estadual e garantir volta à elite por antecipação via série B foi espetacular.

Junto do Coxa, praticamente subiram também o Figueirense, com goleada sobre o condenado Amréica-RN e o Bahia, com vitória no sufoco sobre o América-MG. Este que a cada rodada que passa não consegue evitar a aproximação dos concorrente à quarta vaga. A distância que já fora de 7 pontos já caiu para dois. Isso devido ao crescimento da Portuguesa nessa reta afinal, embora tenha perdidos partidas bizarras dentro de casa. O Sport é outro que ameaça os decacampeões mineiros.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Vitória ainda não está salvo. O Coritiba que o diga










A seis rodadas do fim, a luta contra o rebaixamento é a das mais empolgantes. Em minha visão, são sete os times que brigam por três posições, as três que os asseguram na elite. Há quem diga que o Flamengo ainda corre risco, não creio. Matematicamente, ou melhor, na teoria, os que duelam são Grêmio Prudente(quase impossível missão), Goiás, Avaí, Atlético-MG, Guarani, Vtória e Atlético-GO.

A vitória por 4 x 2 sobre o Vasco no sábado revelou que o Vitória não tem um time que sugira rebaixamento. Mas sua reta de chegada sugere uma complicação que pode acabar em degola. O time baiano, com 37 pontos, três acima do Z-4, terá de jogar, em sua sequência, com dois times que lutam pelo título e com dois adversários diretos no bloco de baixo. Os outros dois que faltaram são contra Santos, na Vila e Inter, no Beira-Rio. A diretoria do Vitória fez uma promessa junto aos jogadores e comissão técnica que ganhariam do Vasco e do Santos na próxima rodada, baseando-se no difícil fim de tabela. Meia tarefa cumprida.

No Brasileirão do ano passado, sevindo como referênica, em situação parecida se via o Coritiba, o qual tinha um elenco mediano e causava fortes dificuldades ao adversário. Seu rebaixamento era quase improvável e sua vida até mais fácil, em relação ao Vitória hoje. Tinha, em 32 rodadas, 38 pontos, 1 a mais que os baianos, e 5 de diferença para o primeiro da zona de rebaixamento, no caso o Santo André, dois a mais que possui o Vitória nesse Brasileirão. Acabou se complicando numa reta de chegada monstruosa e acabou trocando de lugar com o Fluminense.