sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Gomes quer vingança sobre o Milan, seu recente trauma










Pois é, os jogos de ida da oitavas da Champions League estão chegando, já acontecerão nas duas próximas terça e quarta. Para aquecer, começamos com um aperitivo do primeiro grande confronto desta fase: Milan x Tottenham, no San Siro.

Pré-jogo, o personagem em destaque é o goleiro Gomes. Em matérias da nova Revista ESPN e de vários diários ingleses, o arqueiro afirma que para ele esse duelo será particularmente especial. Pois era titular daquele eficiente PSV, semi-finalista da Champions 2004/05. O time base: Gomes; Lee Young-Pyo, Alex, Wilfred Bouma e Theo Lucius; van Bommel; Cocu, Johann Vogel; Park Ji-Sung, Cocu e Jefferson Farfán, derrotou o Panathinaikos, o Rosenborg, o Monaco e o Lyon.
Até que vieram as semis diante do Milan de Kaká, Seedorf e Schevchenko. Depois de um primeiro jogo, em Eindhoven, 3 x 1 para os holandeses, gols de Park e Cocu/Schevchenko, veio o jogo de volta, no mesmo San Siro onde Gomes tentará fechar o gol pelo Tottenham, e um 2 x 0 amargo, com 2 de Schevchenko, o da classificação italiana já nos acréscimos, acabou com a esperança do PSV chegar à decisão. A ira de Gomes pela chance de disputar aquela final, na qual o Milan perderia nos pênaltis ao Liverpool, ir por água abaixo foi deprimente. Naquele dia, o Milan se tornava uma equipe pela qual Gomes não sentiria nenhum tipo de simpatia.
A revanche pode vir agora, basta que os Spurs joguem seu melhor futebol e que Gareth Bale, Van der Vaart e companhia estejam num bom dia.

Tal espinha pode ser retirada da garganta de Gomes, caso a classificação inédita ocorra.

Denis Law, o emblema do dérbi de Manchester. Mas longe de ser o artilheiro










Amanhã tem clássico na Inglaterra. Melhor dizendo, dérbi local da cidade de Manchester, envolvendo o United e o City, em Old Trafford. O confronto vale mais do que 3 pontos, vale a arrancada dos Devils, líderes momentaneamente, rumo a seu décimo-nono título nacional, ou a esperança do título reaberta aos Citizens.
A expectativa é de um jogo incrível. Adjetivo que combina muito bem com o dérbi. Afinal, se listar todos as partidas de tirarem o fôlego dos torcedores, ficarei até amanhã digitando.












É hora de relembrar alguns dos personagens deste duelo. A começar por Dennis Law, o homem que rebaixou de série ambos os times em menos de 10 anos. Na temporada 61/62, após transferência junto ao Torino, o atacante, então do United, deixou sua marca no 1 x 1 da última rodada do torneio diante do City, gol que representou o rebaixamento dos Azuis à segunda divisão. Dez temporada depois, seu papel foi invertido. Fez um golaço de letra, em pleno Teatro dos Sonhos, em seu ex-clube, o que significou, dessa vez, queda dos Vermelhos à segundona nacional. Seu rótulo de carrasco é estampado até hoje na história dos dois clubes.

Personagem deste dérbi, que viverá sua página 150 amanhã, Law não fez mais além destes dois tentos decisivos no duelo. Por isso, não chega nem perto de ser o artilheiro no confronto. Proeza que cabe a Joe Hayes, avante do City na década de 50, e a Francis Lee, último artilheiro de um Campeonato Inglês com a camisa do mesmo City, ponta-direita goleador da década de 70, ambos com 10 gols no histórico choque. Atrás dos dois, também aparecem na lista do 4 maiores marcadores: Bobby Charlton, ganhador da Bola de Ouro de 1966, depois de sua magnífica Copa do Mundo pela Inglaterra, com 9 gols; Colin Bell, meia dos Citizens na década de 60 e 70, Eric Cantona, goleador francês dos Devils nos anos 90, Brian Kidd, ex-ponta de lança tanto do United quanto do City e Joe Spence, fazedor de gols do United na década de 1920, todos com 8 gols; além do norte-americano Dennis Violet, 7 gols.

Recentemente, a última grande peleja foi a do primeira turno última temporada, em Old Trafford: 4 x 3 para os donos da casa, embora o galês Craig Bellamy tenha tido um atuação de gala junto aos visitantes.

Na história, são 59 triunfos dos Red Devils e 41 dos Citizens, 49 empates. Um novo capítulo ganhará espaço no livro dos confrontos, na manhã de amanhã.

Não percam!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Goleador do Villarreal gera boas expectativas para seleção italiana









Giuseppe Rossi faz uma temporada exuberante com o uniforme amarelo do Villarreal. Na Liga são 12 gols que o caracterizam como quinto artilheiro do torneio, atrás de Cristiano Ronaldo, Messi, David Villa e Llorente, e como principal símbolo da grande temporada do Submarino Amarelo no Espanhol: 45 pontos, terceiro colocado e terceiro melhor ataque e defesa, 41 gols feitos contra 22 sofridos.
Na Europa League, disputou todas as 6 partidas com sua equipe, marcando dois diante do Club Brugge, da Bélgica, contando jogo de ida e volta, e outros dois contra o Dinamo Zagreb, da Croácia, ajudando assim ao Villarreal chegar às oitavas da comeptição para encarar o Napoli.

O atacante italiano, na realidade, nasceu nos EUA, porém, com cidadania italiana, decidiu, em 2001, por vestir as cores da Azzurra. Aos 24 anos, empatou o difícil jogo amistoso contra a e Alemanha, no dia de ontem. Gol que representa a Rossi um enorme passo rumo a titularidade da ainda conturbada Itália, sob o comando de Cesare Prandelli, nas próximas partidas. A expectativa que se cria em torno do avante é imensa, afinal, a Itália tem Eliminatórias classificatórias a Euro-12 pela frente e precisa de uma renovação no elenco com a mescla de atletas, mesmo que ainda jovens, como é seu caso, já um tanto quanto maduros.

Melhor para Rossi é que ainda tem a seu favor o fato de ter estado sempre presente nas categorias de base italianas, onde atuou desde o sub-16. Tem contigo a marca de artilheiro das Olímpiadas de 2008, realizada em Pequim, mesmo sendo eliminado nas quartas, contra a Bélgica.
Na seleção profissional, deu seu cartão de vistas, ironicamente por sinal, na Copa das Confederações de 2009, na África do Sul, onde balançou as redes duplamente na vitória de 3 x 1 sobre os Estados Unidos, seu país de origem.

É um bom jogador, para se prestar atenção, com nome de craque, que vai levando nas costas o Villarreal, sem Nilmar, machucado, rumo à próxima Champions League, e que tem condições de se dar bem em times maiores, embora já tenha defendido o Manchester United, mas sem sucesso, e tenha renovado seu contrato com o clube espanhol até junho de 2016.

Thiago Motta e Marquinhos: moda de tentar a sorte em outras seleções









O portal da Folha, designado pelo jornalista Rodrigo Bueno, publicou hoje uma matéria, baseado na liberação da FIFA ao meia da Internazionale, Thiago Mota, poder jogar com a camisa da seleção italiana o amistoso contra a Alemanha, mesmo depois de ter atuado pel Brasil na Copa Ouro de 2003, com uma lista de 89 brasileiros que já atuaram ou atuam em seleções que não a brasileira, já incluindo Thiago. A lista você pode conferir abaixo(clique na tabela para poder visualizar melhor).












Veio-me ligeiramente a mente, depois de ver o levantamento da Folha, que o nonagésimo da lista tende a ser o meia Marquinhos, do CSKA Sofia, ex-América-MG, que tem em seus planos se naturalizar búlgaro e defender a seleção da Bulgária, pois vem tendo atuações boas no torneio nacional -- seu CSKA líder -- a ponto de agradar o técnico da seleção local, o ex-jogador alemão Lothar Matthäus, que já sinalizou para sua possível convocação aos próximos amistosos.























Mais uma mancada de Adriano: não é hora da Roma cair na real?









A frase do técnico Claudio Ranieri sobre a vinda de Adriano ao Brasil para seu tratamento em seu ombro esquerdo evidencia a má relação entre os dois: "Vamos vê-lo é no carro alegórico".
A declaração de Ranieri é o símbolo de que Adriano não é um jogador com o qual muitos técnicos gostariam de contar. É o reflexo de que o atacante, não só aqui no Brasil, mas na Europa também, tem sua imagem ligada a farra.

Flagrado em um bar no Rio anteontem à noite com um copo de chopp na mão, o atleta agora foi parado pela blitz da Lei Seca, recusou-se a fazer o teste do bafômetro e, contudo, teve sua carteira de motorista apreendida.

Adriano é um excelente jogador, um dos melhores dessa última geração de craques brasileiros, e, além de tudo, ídolo de muita gente, porém, é obrigação levar a sério sua profissão -- até pelo fato de seu salário ser um absurdo -- caso contrário, não adianta nenhum tipo de psicólogo, treino, sermões.
A Roma ter de aturar isso tudo e mais um pouco é fruto da confiança depositada em suas costas, na qual muitos ainda confiam. Exemplo é a presidenta romanista ter barrado sua volta ao Brasil em janeiro.
Mas, depois de suas atitudes evitáveis, será que não é tempo para a Roma se desfazer desse clima conturbado, ou melhor, será que não é hora de Adriano repensar suas ações e melhorar seu desempenho? O que você acha?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bruta queda do Wolfsburg tende a apequená-lo de novo










Dias de sossego vem sendo algo impossível ao atual time do Wolfsburg, o mesmo que há 2 temporadas se sagrava campeão alemão, com goleadas e vitórias arrasadoras.
Com 23 pontos e em décimo-segundo na atual Bundesliga, os Lobos vem passando apuros demais para quem sonhava virar grande no contexto internacional, ou, pelo menos, no nacional.

No domingo, uma amarga derrota para o Hannover, fora de casa, ganhou muita repercussão na Alemanha pelo estopim do mau momento: o brasileiro Diego, a ponto de empatar a crucial partida, sem o aval do técnico inglês Steve McLaren, desperdiçou um pênalti, que na realidade deveria ser efetuado pelo meia Patrick Helmes. Resultado, Diego pegou uma multa do clube de 100 mil euros e tal falta de organização visível e obviamente de resultados positivos culminaram na demissão do treinador McLaren, substituído pelo alemão Peter Littbarski, este que, além da multa designada pela diretoria, ainda deixará de fora Diego do próximo compromisso, contra o Hamburgo.

Porém, de nada adianta trocar o comando da equipe se a diretoria não providenciar urgentemente reforços à altura das perdas significativas nas últimas janelas de transferências.
Pois o Wolfsburg, nos últimos meses perdeu seu trunfo ofensivo bósnio Edin Dzeko para o Manchester City e seu cerebral meia Mismovic, também bósnio, ao Galatasaray. Fora estes, em relação à equipe comandada por Felix Magath, hoje no Shalke 04, na exuberante temporada 2008/09, também saíram o alemão Christian Gentner(Stuttgart), os italianos Andrea Barzagli(Juventus) e Cristian Zaccardo(Parma) e o português Ricardo Costa(Valencia). De gente grande, foram contratados apenas o próprio Diego junto a Juventus, negócio que gerou aos Die Wölf a proeza de time alemão mais brasileiro na atual temporada, com ainda Grafite, Josué e Cícero Melo.

Ou seja, a falta de ousadia da diretoria em abrir expressivamente os cofres, o que é possível, pois o clube é rico, para iniciar o processo de reposição ao elenco vai custando caro ao Wolfsburg.
De uma instituição que tinha o ímpeto de se tranformar em time grande à volta à estaca zero, com a permanência do rótulo de equipe mediana, a briga contra o rebaixamento é algo que não causa tanta surpresa assim.

Renato Cajá brilhante no clássico do Rio, como em seus tempos de Ponte









A fantástica atuação de Renato Cajá no grande clássico entre Botafogo e Fluminense, ontem no Engenhão, com um gol, duas bolas no travessão e uma assistência o coroou com um turbilhão de elogios, inclusive de seu técnico, Joel Santana.

Sua exibição lembrou seu melhor momento da carreira, em 2008, quando foi o astro daquela Ponte Preta vice-campeã paulista, que ainda tinha Elias, Danilo Neco e Aranha. O meia-atacante, em sua rápida passagem, marcou 15 gols, alguns deles na Série B do Brasileirão, e virou ídolo.

Pelo Boafogo, foram 4 gols desde o ano passado. Seu melhor jogo até então fora na segunda rodada do Brasileiro 2010, quando entrou no segundo tempo e deu a vitória de virada aos alvinegros por 2 x 1 sobre o São Paulo, no Morumbi.
Mas depois do que protagonizou no clássico só tende a melhorar, ganhar confiança e poder ajudar o Botafogo em uma hipotética sem-final de Taça Guanabara contra Resende, Nova Iguaçu ou Boavista, em um duelo teoricamente baba, alcançado graças a sua coadjuvante competência.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Rivaldo e Ronaldinho: estreias postivas, mas sem ainda garantia de sucesso

No futebol, nunca é bom se iludir com qualquer coisa.
A estreia de Rivaldo, assim como a de Ronaldinho Gaúcho foram um pouco distintas, mas, no geral, boas.










Rivaldo foi multifuncional e demostrou poder realmente ajudar muito o São Paulo, tanto com lances brilhantes, como o lençol que deu no meia do Linense aos 37 da segunda etapa, tanto com a característica de ser desicivo em lances de um puro matador, como em seu bonito gol, quando o Tricolor se via com o prejuízo de 0 x 1. O Linense não é uma equipe para medirmos se Rivaldo deixará grandes lembranças dos lados do Morumbi, assim como o Paulistão também não é. Mas é claro que se o atleta aguentar o tranco e for positivo com grande frequência durante a competição, não há como repetirmos como desculpa o discurso que os adversário não são referências, pois isso é óbvio. O que se discute mesmo é seu regular rendimento. O que, cuidando de sua forma física e treinando para ganhar ritmo, parece ser muito possível.











Já Ronaldinho foi mais discreto, mesmo assim não destoou totalmente em relação àquilo que a nação rubro-negra aguardava. Alternou lances bonitos, passes com sua marca, com erros infantis de toques de bola e queda total de rendimento em dado momento. Talvez demorará um pouco para o meia corresponder dentro de campo à mesma proporção que a torcida vibrou com sua contratação. Para realmente ser considerado uma bola dentro do Flamengo, terá que ir bem frequentemente no Carioca e na Copa do Brasil, mas só o Brasileirão medirá de forma correta se o investimento valeu a pena. A mesma coisa servirá a Rivaldo.

Por enquanto, exibições diante de times medianos e pequenos, como Nova Iguaçu e Linense, com todo o respeito, servem como uma preparação tanto para Rivaldo quanto para Ronaldinho para o o que virá pela frente.
No entanto, é preciso que os torcedores tenha calma. No momento, o aceno postivo foi dado.

Maior clássico da Alemanha pode psicologicamente definir o campeão











Na Alemanha, apenas uma cidade possui duas equipes na primeira divisão da Bundesliga: a de Hamburgo, com St. Pauli e Hamburg. Duas agremiações que se enfrentarão neste sábado, na Imtech Arena.
Porém, não é nele em que as principais câmeras e holofotes estão voltados.
Isso porque nesta sexta haverá Borussia Dortmund x Schalke 04, no Signal Iduna Park, acirrando a rivalidade da cidade de Gelsenkirchen e de Dortmund, no clássico chamado de Derby do Vale Ruhr, vale que consiste na mais populosa região metropolitana alemã, situada no estado da Renânia do Norte-Vestfália.

Tal clássico é considerado o maior da Alemanha, pela alta rivalidade ser conduzida tanto pelo prestígio de ambos os times, quanto a tamanha paixão dos torcedores.

Hoje, caso o Borussia fature mais 3 pontos, o título da temporada 2010/11 certamente ficará assegurado com os Amarelos -- só uma grande catástrofe para ocorrer o contrário. Enquanto o Schalke, que tem compromisso na Champions daqui duas semanas, ficará mais perto da zona de rebaixamento do que das zona europeias. Portanto, o psicológico será afetado dependendo que ocorrer na partida.
Minha mensagem é: assistam a esse jogaço, às 17h 45min, nos canais ESPN.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Corinthians pode ser a quarta vítima brasileira em Ibagué






O gande perigo do Corinthians é sofrer da falta de competência em Ibagué, no jogo decisivo contra o Tolima, hoje à noite. Terá mais espaços para jogar do que na ridícula partida em São Paulo, quando esbarrou na defesa adversária, afinal, os colombianos terão a o obrigação de jogar e não de se retrancarem e sairem para os contra-ataques, como fizeram no Pacaembu. Basta ao Corinthians saber trabalhar e, como é o normal de acontecer, emplacar contra-ataques. Para que a classificação saia, é necessário que, entre outros, Bruno César vá bem, pois suas más atuações parecem refletir nas pífias partidas do time.

E a dificuldade só aumenta quando o emocional é atingido. Em Ibagué, no campo que denominam horroroso para se jogar futebol, a notícia que chega ao hotel corintiano é a de que 3 clubes brasileiros já se deram mal por lá, diante do Tolima: o Grêmio, quando foi derrotado por 1 x 0, na primeira fase Libertadores de 2007; o Vasco, também derrotado por 1 x 0, pela Copa Conmebol de 1996; e o Rio Branco-AC, por 2 x 1, na Copa Conmebol de 1997.
O Corinthians, caso não encaixe seu jogo, pode ser o quarto.
Assim, Tite tenderia a ser demitido como único técnico da história do time alvinegro invicto.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Complicar a vida dos grandes e sonhar alto é a tônica do Sunderland












Ser derrotado dentro de casa por 4 x 2 pelo Chelsea nesta noite de terça não pareceu ser um problema de grandes proporções ao Sunderland, surpreendente na Premier League: sexto colocado, com 37 pontos. Ter jogado bem e cumprido seu figurino de dar trabalho aos grandes da Inglaterra valeu o ingresso. Para se ter noção, o Sunderland empatou com Tottenham, Arsenal, Manchester United, Liverpool e derrotou Manchester City e Chelsea, este dentro de Stamford Bridge, por 3 x 0, com autoridade, no primeiro turno. Derrotas contra gigantes só mesmo contra o líder isolado United, em Old Trafford, e na partida de hoje, contra os ascendentes Blues, nova equipe de Fernando Torres e David Luiz.

Almejar vaga na próxima Europa League é o grande objetivo dos Black Cats, já que uma inédita vaga entre os 4 primeiros da tabela, o que até dado momento poderia ser possível, vai ficando distante. Afinal, sendo totalmente realista, Champions não é para o bico do Sunderland. Mas, é melhor não subestimar.

Destacar o trabalho do técnico Steve Bruce, ídolo do Manchester United nas décadas de 80 e 90, é a melhor coisa que posso fazer no momento. Sua certa experiência como treinador -- tem esse cargo desde 1998 -- e seu dom de fazer trabalhos decentes diante de times modestos ou pequenos é de se ressaltar com ênfase.
O elenco útilíssimo e barato, embora tenha perdido Darren Bent para o Aston Villa, reúne nomes conhecidos como: Asamoah Gyan, atacante ganês, famoso pelo que protagonizou na última Copa do Mundo, Danny Welbeck, emprestado pelo Manchester United, Kieran Richardson, participante do início da campanha vitoriosa dos mesmos Red Devils na Champions 2007/08, além do holandês Boudewijn Zenden, que já vestiuv as camisas de Chelsea, Liverpool e, especialmente, do Barcelona, onde fazia parte da legião holandesa da era Louis Van Gaal, da qual faziam parte Hesp, Reiziger, Winston, Kluivert, Cocu, Ronald e Frank de Boer.
Sorte ao Sunderland!!

Abramovich volta a torrar milhões por seu velho desejo











Roman Abramovich, o magnata russo que preside o Chelsea, foi, sem nenhuma dúvida, o grande protagonista de ontem, dia do fechamento da janela de tranferências na Europa. Gastou 50 milhões de libras por Fernando Torres e ainda conseguiu acertar a contratação do zagueiro brasileiro David Luiz, ex-Benfica, por 21,5 mi de libras, no último suspiro.
Torres, agora, torna-se a transferência mais cara da gestão Abramovich. Schevchenko perdeu seu posto, além de Essien cair para terceiro e Drogba para quarto.

Investir tão pesado como o Chelsea investe é uma verdadeira alogia. Números que dariam para uma miserável nação africana se sustentar por 1 ano, ou até mais, servirão para o elenco do Chelsea, sob o comando de Carlo Ancelotti, ganhar mais força, mais recheio, mais potência.
Faz parte do tão sonhado sonho do presidente russo de rumar com mais força à conquista da Europa, se possível neste ano, já que, das 8 Champions League que o Chelsea disputou com o milonário no poder, não deu em nenhuma delas.
Ter estacionado no mercado nas últimas janelas foi fruto da crise econômica mundial que abalou Stamford Bridge. Mas, persistente, Abramovich volta a torrar milhões, para não perder o costume, e para o Manchester City, também presidido por um magnata, não ganhar a fama dos Blues.
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Pois não foi o Chelsea o único inglês a se mover com autoridade neste mercado. O Liverpool, em parte com a grana recebida por El Niño, nagociou com o atacante Andy Carrol, ex-Newcastle, depois de, há alguns dias, ter acertado na mosca ao investir uma dinheirama no também atacante Luis Suarez, ex-Ajax. Também belíssimas contratações! Pena mesmo pelo altíssimo e evitável investimento, em meio às sufocantes dívidas.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Desentendimentos internos são o grande problema do Real Madrid











O arrasador Real Madrid de 3 meses atrás não condiz em nada com o atual. A derrota para o Osasuna, o empate com o Almería e o fim do brilho nas duas, três últimas semanas, tem a ver, certamente, com a diária repercussão dada pela imprensa da realidade que se passa atrás dos muros do Santiago Bernabéu.

Se formos listar, vários dos hipotéticos motivos da impressionante piora do Madrid remeteríam a José Mourinho.

Seu nervosismo em relação ao que a equipe vem produzindo, a ponto de enumerar, após o jogo, os culpados(juíz, bandeirinha....nunca assume a culpa) por uma derrota ou um empate inesperado na sala de imprensa é algo infeliz de sua parte.
Problemas internos também pioram muito a situação. Quando Mourinho insistiu na contratação de um novo camisa 9 e Jorge Valdano rebateu que este homem seria Benzema, o bicho começou a pegar.
A arrogância do português, nunca contente caso sua equipe não pontue conforme seu planejamento, cria sempre um desentendimento interno, que, de alguma maneira, influencia os jogadores dentro de campo.
Sua declaração de poder antecipar sua volta à Inglaterra apimentou ainda mais a relação Mourinho-diretoria do Real Madrid.

Na teoria, como o Espanhol praticamente já se foi, é bomo Real Madrid voltar a jogar em alto nível. Pois Champions League não permite nenhum tipo de relaxamento.

Imediatismo do Vasco tem um preço. E pode não haver vantagem













A derrota do Vasco no clássico contra o Flamengo significou a eliminação do time cruzmaltino da segunda fase da Taça Guanabara, faltando ainda 3 jogos a serem disputados. Algo patético, concorda?

O alarmante foi que, ao mesmo tempo que a diretoria vascaína se via dentro de uma encruzilhada devido aos terríveis resultados, a conclusão de que PC Gusmão deveria ser demitido só trouxe a forte palavra crise para ainda mais perto do time. Afinal, demitir técnico é sempre, pelo menos no Brasil, o símbolo de que tudo está errado.
Essa ideia de imediatismo é normalmente a solução que os clubes encontram para se livrarem dos maus momentos. Porém, com o campeonato começando, tais demissões destroem todo um planejamento existente.
No momento, não existe o técnico ideal. Talvez Ricardo Gomes apareça como o nome mais forte e mais disponível para aceitar o convite muy amigo.

Lidar com esse problema, levando em conta que tudo pode continuar do jeito que está, é uma tarefa complicada, passando pelo risco de haver prejuízo.

Técnico nenhum faz jogador virar craque. E jogador nenhum faz técnico virar indescente.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Aplusos a Pazzini e Cavani, nomes do domingo do Calcio










O domingo do Calcio foi excecpcional para quem gosta de uma boa partida de futebol. Internazionale 3 x 2 Palermo foi um jogão. Nele, destaque para o estreante da noite: Giampaolo Pazzini.
Depois de muito brilho jogando pela Samdoria, time que aparece com a camisa na foto acima, o atacante fez a festa na segunda etapa, em San Siro, marcando dois gols e ainda sofrendo um pênalti duvidoso, após o Palermo ter aberto 2 x 0 no primeiro tempo. Pazzini mostrou e tem tudo a mostrar ainda mais que a Inter acertou ao abrir seus cofres para nele investir nesta última janela de transferência na Europa, que inclusive já se fechou.
Tal exibição mostruosoa fez os mais fanáticos e conhecedores se lembrarem do show do italiano, no primeiro jogo do novo estádio Wembley, em 2007, quando foi às redes três vezes num empate 3 x 3 contra a Inglaterra, no Europeu sub-21. Sua apresentação contra o Palermo deverá fazer também com que Leonardo repense e rache a cuca para deixá-lo entre os titulares, tendo que necessariamente preterir alguma peça dessa Inter.











Enquanto a Inter de Pazzini ainda tenta se recuperar no Calcio, afinal, tem uma desvantagem de 9 pontos em relação ao líder Milan, o uruguaio Edinson Cavani também mostra que sua excelente Copa do Mundo não foi pura sorte. Pois fato é que o avante, chamado de Matador pela imprensa italiana, vem arrebentando partida a partida com o manto do Napoli, vice-líder do certame, com incríveis 43 pontos. Fazendo parte do trio La-Ca-Ha(Lavezzi-Cavani-Hamsik), o atleta aplicou seu segundo hat-trick no Italiano. Depois de estraçalhar a Juventus, há 3 semanas, a nova vítima foi a Sampdoria, que vive mau momento. Fazendo gol atrás de gol, Cavani já atinge a marca de 17 gols, passando Antonio Di Natale, da Udinese, que tem 15 e ainda irá entrar em campo.
Se o Napoli era aquele time pragmático no início de sua campanha, que fazia gols nos últimos lances, hoje a verdade é que o time briga pelo título, ainda que a prioridade seja vaga à Champions League, e possui um elenco de dar inveja, especialmente no que se refere ao ataque.